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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

OITAVA SINFONIA



Final Fantasy 8 foi um jogo de Psone que joguei, pelo menos, umas quatro vezes do início ao fim, muitas vezes sem nem mesmo saber o porquê da vontade de jogá-lo novamente.
Nem de longe ele chega a ser o melhor episódio da série. Disso eu sei.

Apesar de toda a sua qualidade visual e pelo fato desse jogo integrar cenas em CGI à narrativa de uma forma que nenhum jogo, até hoje, conseguiu fazer igual, faltaram alguns elementos que se evidenciaram de melhor maneira no episódio anterior.
Dentre eles, um enredo mais bem estruturado (e simples de compreender também); um sistema de jogo com mais liberdade de customizações e personagens selecionáveis extras, entre outros detalhes.
Mas se tem um quesito em que Final Fantasy 8 continua sendo insuperável (além do já mencionado) é a sua trilha sonora.




CRIANÇA DESTINADA


Você joga um jogo. Se prestou um pouco de atenção ao game durante a sua experiência, certamente parou para ouvir as músicas que ditam o ritmo da aventura.
Então, há uma boa chance de você se identificar com uma das faixas, procurar a trilha sonora na internet e realizar o download do mp3.
Essa não é uma ação legal, e tampouco esse blog apóia a pirataria e a sua prática. Mas isso é um fato do nosso cotidiano.
O problema era que, em 2000, o acesso à internet estava engatinhando e longe de ser o que é hoje.
Se você gostasse de uma música de um game, a única opção que teria para ouvi-la novamente seria jogar o jogo de novo (ou guardar um save no seu disputado memory card de 2MB de espaço). Então, acho que isso responde a minha indagação do começo do texto.
Várias vezes, me flagrei jogando Final Fantasy 8 apenas para poder curtir a sua magnífica trilha sonora, que casa perfeitamente com as diversas situações pelas quais os personagens passam durante a história.
Nunca, em nenhum outro jogo que joguei, testemunhei uma combinação tão natural e harmoniosa como a que vemos durante esse game. Exceto, talvez, no filme de animação Final Fantasy Advent Children, do qual falarei em um futuro post.

Sendo assim, comentarei um pouco sobre as principais faixas de Final Fantasy 8, do contexto em que cada uma delas está inserida e do significado particular que essa ótima trilha tem para mim.


LIBERI FATALI

É a faixa de abertura do jogo, quando você dá new game.
Essa faixa vem para manter a tradição da série em apresentar uma música cantada em latim. Tradição essa que começou com a música Dancing Mad, de Final Fantasy 6. Mas, espere um pouco. Dancing Mad não é em latim. Muito menos é cantada (a menos que você considere uns gritinhos como letra de música). Dessa vez ele pisou feio na bola, é o que você deve estar pensando. Se teve uma música que começou toda essa coisa pomposa de músicas em latim em RPG foi a One Winged Angel, do Final Fantasy 7, você pensa consigo mesmo.
Calma, permita-me explicar. O tema do post não é a trilha de Final Fantasy 6 ou 7, e sim do 8. Mas preste muita atenção à faixa citada acima, Dancing Mad, 

de FF6. Toda a atmosfera presente na (magnífica e insuperável) One Winged Angel está lá. Até os sons de sino tocando depois que o coro fala “Sephiroth” já faziam parte de Dancing Mad.

De fato, Final Fantasy 6 é o pai e antecessor espiritual de muito do que seria visto nos futuros jogos da série. Que pena que os FFs de hoje não usem mais aquele jogo como referência. Isso evitaria muito lixo emo com demãos e mais demãos de gráficos em alta definição.

Continuando, Liberi Fatali embala a cena de abertura de FF8, uma das mais belas CGIs de todos os tempos.
Essa música é uma prévia da grandiosidade e ambição que seria Final Fantasy 8.
Um dos talentos do mestre Nobuo Uematsu, o de coordenar com perfeição a música com a ação da cena, fica evidente durante essa faixa.
Liberi Fatali abre o espetáculo com chave de ouro e muitos fogos de artifício em CGI.


BALAMB GARDEN



Essa música não chega a ser boa. Também não chega a ser ruim, mas que é bem chatinha, isso nem o fã mais fervoroso desse jogo pode negar. Deve ser pelo fato de que você era obrigado a ouvi-la por muito tempo toda vez que ficava preso no jogo.


BLUE FIELDS



A musiquinha de mapa. Muito boa e misteriosa, passava uma sensação de tranqüilidade durante a exploração e busca por novas localidades.


DON’T BE AFRAID



Tema de batalha. Qualidade razoável, mas não chega nem perto da trilha de batalha do seu antecessor, FF7. Falarei dela mais adiante, na faixa The Man With The Machine Gun.


FIND YOUR WAY



Essa música veio de FF7. Ela toca em uma floresta.  Não me lembro exatamente qual. Mas eu gosto bastante dessa faixa. No FF8, ela toca durante a quest para adquirir o GF Brothers. Se você jogava sem detonados, deve ter enlouquecido naquele labirinto fdp enquanto Find Your Way ficava gravada na sua massa cinzenta.


SEED



Adoro essa faixa. Seu tom militar, surpreendentemente, me agrada bastante. Ela tocava toda vez que os personagens planejavam alguma missão, ou quando Squall planejava dar mais um chega pra lá em Rinoa.


THE LANDING



É o tema da missão em Dolet. Você deve lembrar mais dela por causa daquela linda CG do reflexo da lua na água da praia do que por outra coisa. Uma curiosidade: eu ficava tentando discernir o momento em que o gráfico passava de CG para pré-texturizado, toda vez que assistia a essa cena.


STARTING UP

Essa música é um capítulo à parte na minha experiência com FF8. Como diabos um compositor consegue fazer UMA FAIXA QUE COMBINA PERFEITAMENTE COM UMA ANTENA DE TRANSMISSÃO SENDO MONTADA? Sério, só um louco ou um gênio é capaz de algo dessa natureza, e é por essas e outras que considero Nobuo Uematsu o melhor compositor de game music de todos os tempos.
Assista ao vídeo dessa cena e veja se estou exagerando: 



FORCE YOUR WAY



Tema de batalha contra chefes normais. Muito boa. Uma daquelas faixas que não saem do meu mp3. Gosto tanto dessa música e de suas reviravoltas que, enquanto escrevo este exato texto, não consigo parar de ouvi-la. Seu ritmo dinâmico e acelerado é contagiante.


NEVER LOOK BACK



Música para momentos de tensão e perseguição. Seu momento mais marcante é quando a Garden de Balamb é invadida.


BREEZY



Não me lembro exatamente de que parte do jogo é essa faixa. Acho que é de uma das Gardens, mas ele é muito bonita e calma, com seus toques de violão.

Nota: depois de jogar esse jogo recentemente me lembrei que essa música é da cidade de Zell. Quase duas horas preso na parte que precisamos seguir o FDP do cachorro foram suficientes para gravar essa melodia na cabeça...

SUFFLE OR BOOGIE

Umas da melhores músicas do jogo. É o tema das batalhas de carta. Uma vez que você ouça, dificilmente essa música desgrudará da sua cabeça.
Você pode até dar a desculpa de que deu uma parada no jogo para avaliar a estratégia do oponente mas, no fundo, eu sei que você só está querendo aproveitar essa música muito legal que combina com o card game Triple Triad.


WALTZ FOR THE MOON


Sem palavras para descrever o quanto essa música é bonita. O tema da valsa de Squall e Rinoa, Waltz for the Moon, é emocionante, triste e empolgante ao mesmo tempo. O melhor que eu posso dizer sobre essa música é: não deixe de ouvi-la.


Veja também como seria a cena da valsa feita com hardware de PS2. Para os padrões de hoje não é nada impressionante, claro, mas se você jogou o primeiro jogo sentirá a diferença. Esse vídeo serviu de demonstração da capacidade técnica do console poucos meses antes de seu lançamento, em março de 2000 no Japão.


TELL ME

Nada de mais com esse tema, fora o fato dele ser a música para “Quistis levando o maior fora de sua vida de um estudante arrogante de 17 anos por quem ela é apaixonada”. Até hoje me sinto mal por essa personagem.


THE MAN WITH THE MACHINE GUN

Essa faixa merece uma pouco mais de atenção.
Veja bem: durante todo o game, você terá que agüentar aquela musiquinha morna durante os combates normais. Se você já jogou um RPG antes, sabe esse tipo de jogo demanda evolução de personagens (mais conhecido como upar) para você poder prosseguir na trama.
Durante os apagões de Squall e companhia, você terá o grande prazer de controlar Kiros, Ward e Laguna. O tema de Laguna e seus amigos é a faixa The Man With The Machine Gun, uma das melhores músicas desse jogo.
Ela é bem frenética, animada e lembra uma daquelas músicas eletrônicas dos anos 80 e 90, sem a cafonice, claro.

Essa música alternativa de batalha é dez bilhões de vezes melhor que o tema genérico de batalha que você será obrigado a ouvir infinitas vezes durante o jogo. O problema é que, durante a aventura, você só assumirá o controle de Laguna umas três vezes, se não me engano.
Então, fica a pergunta: POR QUE DEMÔNIOS DE NÍVEL 99 ESSA FAIXA NÃO É O TEMA PRINCIPAL DAS BATALHAS DO JOGO?
Não, isso não é uma questão de opinião. The Man With The Machine Gun é uma música muito melhor e menos enjoativa que Don’t Be Afraid.
Se você discorda disso, vá se catar e escreva o seu próprio blog dizendo o contrário.

JULIA

É o tema do amor de Laguna, a pianista Julia. É uma de muitas canções do game baseadas no tema Eyes On Me. Não gosto muito dela, mas cumpre seu papel.



ROSES AND WINE

Essa música é tão linda e triste que te faz sentir vontade de chorar. Isso levando em conta o fato de que você acompanhou a história e se identificou com os dramas pessoais dos protagonistas.



JUNCTION



Música que toca na primeira missão, aquela de capturar Ifrit. Gosto dela, simplesmente. Acho que tenho uma queda por músicas de piano.


TIMBER OWLS



O tema das Corujas de Timber. Adoro essa faixa e o seu jeito “sacana” de ser. Me lembro muito dela por causa de uma cena em que o headmaster da garden de Balamb, Cid (Robin Williams), ficava correndo feito uma formiga maluca em um cenário escuro.


MY MIND



Tema de Ellone, a  filha do novo amor de Laguna (não lembro o seu nome e na consegui achar na Wikipédia, sorry). Muito meiga e agradável essa faixa.


THE MISSION

Se FF8 não tivesse tantas músicas de excelente qualidade eu, facilmente, escolheria The Mission como a minha música preferida no jogo.
Pra quem jogou mas não se recorda, essa música só toca em um momento, durante a famosa missão do trem que culmina com os heróis enfrentando o presidenciável Ciro Gomes num vagão do trem.
Amo essa música de paixão. Simplesmente adoro o seu ritmo e como ele combina com o som de trem andando nos trilhos.
Lembra daquela característica do compositor Nobuo Uematsu, de combinar perfeitamente a trilha com os eventos do game? The Mission explica essa relação melhor que minhas desajeitadas palavras. Ouça ela já!

Aqui vai a cena do jogo para você poder julgar por si mesmo:




SUCCESSION OF WITCHES



Linda e misteriosa. Digna da enigmática bruxa Edea. Essa faixa é baseada no tema principal, Fithos Lusec, Wecos Vinosec...



UNDER HER CONTROL



Antes, eu achava que o nome dessa faixa era uma referência ao controle hipnótico que a bruxa Edea exerce sobre Seifer, em determinado ponto do jogo. Mas, se levarmos em consideração que Under Her Control é o tema de Delling City, cidade natal de Rinoa que se encontra totalmente sobre controle político da bruxa, tudo faz muito mais sentido.
No mais, essa faixa é muito boa. Não uma daquelas músicas que você vai colocar no mp3 para ouvir, mas in-game ela cumpre bem o seu papel.


THE STAGE IS SET

Mais uma de tema militar. Ótima faixa, caindo como uma luva para os momentos de missão do jogo. 


FITHOS LUSEC WECOS VINOSEC

Tema dos Street Dancers, da CGI do desfile de Edea.
Outra imperdível. Adoro como o tema principal do game fica meio que escondido nessa faixa. 

FRAGMENTS OF MEMORIES



Muito fofa essa faixa. Parece musiquinha de ninar.


THE SPY



Muito boa e misteriosa, com seu jeitinho de jazz. Ela toca na missão de sabotar os mísseis teleguiados que atingiriam a garden de Balamb.


MOVIN

Simplesmente não tenho palavras para expressar o quanto eu gosto dessa música. Se fosse para eleger a minha música de jogo preferida, Movin estaria entre as três candidatas.
Toca durante o confronto entre as gardens. Uma das músicas mais legais do jogo para um dos momentos mais legais do jogo. 

SILENCE AND MOTION

Essa música dá início à série de faixas alienígenas presentes em FF8. Se tivéssemos contato com uma reça de E.T.s e eles ouvissem música, com certeza elas seriam parecidas com Silence and Motion.

DANCE WITH THE BALAMB-FISH

Lembra daquela fantástica cena em que os protagonistas (escolhidos por você. Ah, que saudosa aquela época em que Final Fantasy nos dava possibilidades de escolha...) viajam pra lua de um jeito nada ortodoxo? Pois bem, essa parte meio 2001 do jogo era embalada por essa bela valsa espacial.
Nota: tem uma parte dessa música que me lembra um pouco o tema de Kefka, por causa dos pratos de bateria.

  
RESIDENTS

Adoro essa música. Está há anos no meu mp3. Tem um jeitinho sacana e todo contraditório na sua melodia que me agrada muito.
Ela também é um pouco alien, mas não tanto quanto...


COMPRESSION OF TIME

Amo de paixão a estranheza e mistério que rondam essa música. Repare como o som de apito se distribui de uma forma quase tátil pelo canal esquerdo e direito dos fones (se você não ouvi-la em fones de ouvido a experiência não será a mesma).
Esse tema é o da compressão do tempo, quando dá a louca em Ultimecia (que mania de apresentar um vilão novo nos últimos trinta minutos de jogo!) e ela mostra que não está pra brincadeira. Sério, o que há de tão bom em governar uma realidade sem ninguém e toda destruída? Esses vilões deviam rever os seus conceitos e colocar um pouco de amor em seus corações pra variar um pouco.

EYES ON ME



É a baladinha do (ilógico) amor entre Squall e Rinoa. Essa música fez um sucesso tremendo (?) no Japão e é a primeira faixa inteiramente cantada e com toques de superprodução.
Não gosto nem desgosto desse tema. Acho que você acaba tendo que aprender a suportá-la, se for o caso, pois no jogo não há meios de cortar as cenas e, inevitavelmente, você terá que ouvir essa canção por vários e vários minutos (na cena de Squall e Rinoa no cockpit da Ragnarok).


MODS DE CHOCOBO

Apesar do nome esquisito, Mods de Chocobo é uma das melhores versões da musiquinha do chocobo que já fizeram.
Seu ritmo é muito bom, e seu jeitão de blues combina muito bem com a velocidade e movimentação dos emplumados.


RIDE ON



Essa faixa pode parecer sem muito significado, mas ela toca em dois momentos muito especiais do jogo: quando a garden de Balamb levanta vôo e quando VOCÊ levanta vôo de posse da Ragnarok (nota: como uma nave que viaja no espaço pode ser tão lenta?).


LUNATIC PANDORA

Ótima. Se existe uma música que pode ser chamada de alienígena e misteriosa, essa faixa é Lunatic Pandora.
Ela embala as maquinações da bruxa e é tema da parte em que você ganha acesso ao covil que serve de prisão para a bruxa aprisionada por Laguna e Cia.



THE CASTLE

Não chega a combinar muito com castelos e tampouco ser o melhor tema desse tipo, mas é bem interessante e vale a pena ser ouvida até o final. Isoladamente, ela é uma bela faixa.

THE LEGENDARY BEAST

Você nunca ouviu falar do Griever, o GF mais forte de todos os tempos que é invocado por Ultimecia? Não? Então não espere ir para o céu quando passar dessa pra melhor.
Acho que, particularmente, esse momento do jogo merecia um tema menos animadinho. Apesar de começar no melhor estilo Psicose, The Legendary Beast não faz muito jus ao legado da besta legendária, The Griever. Não é uma faixa ruim, mas acho que poderia ser mais sinistra e ameaçadora.


MAYBE IM A LION



Talvez eu seja um leão? Squall e suas terríveis dúvidas adolescentes.
Não me recordo do exato momento em que essa música toca no jogo (acho que é na batalha final), mas ela começa muito bem e fica meio chatinha depois. Podiam ter caprichado um pouco mais.

Aqui encerro a minha lista de músicas mais relevantes de Final Fantasy 8, um jogo de uma época que Final Fantasy era feito pizza: até quando é ruim é bom.



CONSIDERAÇÕES FINAIS ACERCA DA TRILHA DE FF8

Nobuo planejando uma nova faixa












Detesto certas convenções estabelecidas erroneamente no mundo dos games, como o de que Hideo Kojima é um gênio, por exemplo. Mas se você quiser me estressar enquanto conversa comigo sobre jogos, é só discordar de mim quando afirmo que: Nobuo Uematsu é um dos melhores compositores que a história dos games já presenciou.

Pra ser sincero, um dos grandes indicadores da queda de qualidade da série foi o afastamento desse artista dos jogos (junto com outras mentes que levaram FF a ser o que era).
Nobuo Uematsu não compunha “música para joguinhos”; ele criava trilhas que tinham a capacidade de nos causar arrepios na espinha; nos fazer chorar como criança ou instigar a nossa curiosidade com qualquer coisa estivesse acontecendo naquele momento no jogo.
A qualidade mais notável que eu encontro nas suas músicas, além da imprevisibilidade, é a total sincronia com a faixa e o momento do jogo em questão.

Você já assistiu ao Final Fantasy Advent Children, ou é um daqueles fanboys extremistas que ainda acham que o remake de FF7 está sendo desenvolvido secretamente nos laboratórios da Square-Enix, e guarda cada centavo para comprá-lo algum dia? Se você deu uma chance a essa belíssima produção, preste atenção à forma como a (não) história desse filme parece ter sido criada em torno da trilha sonora.
Ainda no campo de trilha sonora, falarei em um futuro próximo sobre Advent, então não quero me prolongar nele.

Para finalizar, gostaria de dizer que a trilha sonora de FF8 é uma das minhas preferidas e é uma total perda para o mundo dos games o fato de Nobuo Uematsu não estar na ativa ou contribuindo com nenhum título no momento (Blue Dragon nem é digno de menção).
Quem sabe com o Final Fantasy 15...


Au Revoir!

2 comentários:

  1. Que legal ver um post seu sobre FFVIII! Mesmo não sendo o mais genial, é o meu favorito da franquia (em grande parte porque sou romântica e me derreto com as histórias de amor do Squall e do Laguna rsrs). Também acho o Nobuo Uematsu um dos melhores compositores, ele realmente é muito habilidoso em casar cada música com seu momento nos jogos. A que mais me marcou foi a cena da ópera em FFVI, gosto muito de como ele representou o canto da Celes em midi: http://youtu.be/KuvSDedrtKM

    E tem a versão cantada, que saiu no remake do jogo em Final Fantasy Anthology, do PSOne (chegou a jogar?): http://youtu.be/G1ZL2vVS08Y

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  2. joguei sim, Rebeca, só não cheguei a terminar FF6. essa é uma mancha no meu currículo gamer que eu ainda pretendo limpar.
    que bom que você gostou do post. eu,. particularmente, achei que ele nem seria lido pelos visitantes. um post sobre a trilha sonora de um jogo de ps1 de 1998? em plena era de call of duties?
    mas, como eu já disse, escrevo sobre o que me dá na telha, não sobre oo jogo da moda.
    sobre ff8 eu compartilho da mesma opinião que você: ele nem de longe é o melhor da série (pra mim quem leva esse título é o ff10), mas eu adorava seu estilo gráfico mais voltado pro realista e seus temas adultos, como amor e conflitos psicológicos. um grande game, sem dúvida.

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