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domingo, 6 de novembro de 2011

MERCADO DE RPG: ESTAMOS CONTRATANDO




Não se fazem mais jogos de JRPG como antigamente...

Chrono Trigger, Final Fantasy 7, Valkyrie Profile... Ótimos títulos que nos faziam virar madrugadas e levar muita bronca do pessoal em casa por ficarmos acordados com a TV ligada.
E sabe o que eu mais sinto falta daquela época? É que EXISTIAM jogos de JRPG.

Na atual geração de games, a coisa está tão feia para os fãs do gênero que a frase acima poderia ser encurtada e resumida a “Não se fazem mais jogos de JRPG...”
Atualmente, o posto de representante do gênero se encontra mais do que vago e os fãs, quase órfãos, têm que se contentar com jogos como Final Fantasy 13 (eu sabia que esse número só podia dar azar mesmo), White Knight Chronicles e Dragon Age.

Grandes franquias que fizeram sucesso num passado não muito distante parecem ter caído no esquecimento sem dar a menor satisfação aos seus seguidores.
Por isso, vou falar agora de alguns games de JRPG que poderiam resgatar aquela velha vontade de explorar uma caverna cheia de monstros por várias horas.



BREATH OF FIRE
 Essa série tem sua origem no SNES, mas joguei apenas o quarto jogo. Ele era muito bonito pra época e um dos poucos jogos que batiam de frente com Final Fantasy 8 em qualidade, gráficos e enredo.

Com advento do PS2, a Capcom lançou o Breath of Fire Dragon Quarter, um jogo extremamente difícil do qual muitas pessoas só devem ter ouvido falar ou lido sobre ele em reviews. O seu estilo gráfico era o Cell Shaded, que dá aquele visual de desenho animado. Adoro esse estilo de visual, e alguns dos mais belos jogos de PS2 (vide Okami, Zone of the Enders e Dragon Quest 8) utilizam esse filtro de animação.
Bem, eu me incluo no grupo daqueles que só o viram em reviews ou sites na net. Odiei alguns elementos do game, como os limitados save points e o visual não estava à altura da dificuldade.

O fato é que essa foi a última incursão da série nos consoles, e a Capcom parece estar ignorando completamente o potencial da franquia e o espaço vago que foi deixado nos JRPGs pela bomba chamada Final Fantasy 13. Isso sem contar que esse gênero vem sendo melhor representado por RPGs americanos, como Oblivion e Fallout, o que é uma coisa no mínimo contraditória, já que os japoneses sempre encabeçaram os RPGs. Há alguns anos, a utilização desse termo JRPG não faria o menor sentido.
Finalizando, adoraria ver um novo game da série com um visual semelhante ao de Street Fighter 4, meio Cell Shaded. Infelizmente a Capcom não deve pensar dessa forma.



SHIN MEGAMI TENSEI: PERSONA

Sim, o nome completo da série em japonês, pois eu adoro esse nomão estiloso.
Pra falar do meu sentimento sobre a série, preciso me valer de mais uma historinha chata. Vamos lá:

O ANO: 2008


O CONSOLE: PS2 (não, não sou sonista. Meu primeiro videogame foi um SNES)

O GAME: Persona 3

A CONJUNTURA: estava eu, morrendo de tédio sem nada pra jogar e resolvi comprar um dos games dessa série pra ver no que dava. Fui dar uma olhada no camelô e achei o game horrível, meio sem graça. Comprei, pois era baratinho (época de toda aquela promiscuidade da pirataria) e não tinha coisa melhor pra trazer mesmo.

O RESULTADO: um dos melhores RPGs que já joguei.
Acho esse game tão bom, que o coloco lado a lado de Final Fantasy, 10 em enredo. E quem me conhece sabe o pau que eu pago pra FF10.

Enfim, Persona 3 é um daqueles games que, ou você reserva um pedaço da sua vida pra se dedicar a ele, ou não conseguirá fazer mais nada direito enquanto não terminá-lo. E por falar em terminar, Persona 3 tem um dos finais mais nervosos e emocionantes que eu já vi num jogo de videogame.
Nunca nenhum outro título, digo nenhum mesmo, conseguiu passar a sensação de se enfrentar um último chefe tão poderoso que você não sabe nem os comandos que escolher durante a luta.

Pois bem, depois veio Persona 4, um excelente game que permeia a minha memória até hoje (apesar de só tê-lo jogado uma única vez, assim como o 3) e consegue ser quase tão bom em enredo quanto o 3.
O game foi um tremendo sucesso até mesmo no ocidente, mas a Atlus preferiu tirar um sarro da nossa cara e lançar aquela porcaria insana do Demon’s Souls. Não satisfeita com a tiração de sarro, fiquei sabendo numa época dessas que um novo game da série vai sair muito em breve...para PSP! É mole ou quer mais?

Sabe quando uma empresa de grande porte faz um game de sucesso inesperado, mas deixa aquela impressão de que não tem a exata noção do quanto acertou em cheio? É o que parece estar acontecendo com a Atlus e seu Persona.



FINAL FANTASY 7 REMAKE

Sejamos francos: a empresa que conseguiu popularizar os JRPGs no ocidente está conseguindo o resultado contrário nessa geração de games.

A Square-Enix parece estar tentando, com todas as forças, enterrar esse gênero de uma vez por todas.
Com uma bola fora atrás da outra (literalmente, com FFXIII e FFXIV), ela não está se esforçando nem um pouco em alcançar o nível de qualidade de seus antigos títulos.
Ainda me lembro da época do PS1, quando era possível comprar às cegas um jogo que trouxesse na capa o logo:


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Se acha que eu estou exagerando, tente se lembrar de todos os jogos muito bons que você jogou nestes últimos meses. Agora eu te pergunto: quantos deles foram da Square-Enix?
Pois é. O último jogo bom dessa empresa que eu joguei foi o Kingdom Hearts Birth by Sleep, que deve ter sua qualidade atribuída mais aos esforços de um estúdio em particular dentro da empresa que a qualquer outro fator. Teve também o FF Crisis Core, que consegue apresentar uma atmosfera de novidades sem perder aqueles elementos que fazem um RPG ser atraente.

Mas pra não fugir muito do assunto, vamos falar de um dos maiores mitos dos games: Final Fantasy 7 Remake. http://www.youtube.com/watch?v=6HcoT3KTlDg
Esse vídeo, mostrado na E3 2005, causou taquicardia em muitos nerds mundo afora. Os fãs simplesmente não queriam aceitar que o seu propósito era apenas mostrar o poderio técnico do PS3. Rumores a respeito de uma conversão de FF7 para PS3 explodiam em todos os lugares e muita expectativa foi criada em torno dos primeiros games da Square-Enix para PS3.

Desnecessário dizer que o game nunca saiu. Também acho desnecessário dizer que, se esse jogo fosse lançado, venderia como água e seria capaz de tirar da lama qualquer empresa que estivesse com o pior dos problemas financeiros.
A Square-Enix não demonstra nenhuma intenção de lançá-lo, e continua a afundar a franquia numa maré de péssimos jogos.

Essa empresa continua fazendo muito doce pra lançar um game que sabe que todos querem comprar (meu sonho seria ver a magia Supernova de Sephiroth, no game refeito) e parece estar testando a paciência e fidelidade dos seus consumidores ao limite.
De fato, acho que essa é uma carta na manga que, quando ela decidir usar, já vai ser tarde demais.
No mais, o que se pode esperar de uma softhouse que admite que o próprio game (FFXIV) é uma porcaria? Pois é...




FINAL FANTASY TACTICS

















Não poderia terminar este post sem falar de um game que, num top 10 sobre melhores RPGs de todos os tempos, estaria ocupando uma das primeiras posições.

Final Fantasy Tactics é único.
Depois de jogar esse jogo no PS1, procurei incansavelmente por outros títulos desse gênero que ao menos se aproximassem em qualidade. Sem muitos resultados.
Ele era bonito, variado, muito divertido e conseguia te prender por horas a fio. E o que eu mais gostava em FFT era a sua dificuldade. Não importava o seu nível de jogo e experiência em geral, se você se descuidasse corria o sério risco de topar com essa linda tela:











Tudo bem, essa é a tela de game over do FF8. Eu resolvi substituí-la, pois a tela do FFT é bem feinha, ao contrário do restante do game.

Como eu já havia dito, Final Fantasy Tactics foi um game único, e nem mesmo os jogos subseqüentes da série conseguiram alcançar o mesmo padrão de qualidade.
FFT deve sua excelência a uma série de fatores, dentre eles a visão de Yasumi Matsuno de um jogo cheio de reviravoltas mirabolantes e intrigas políticas que envolviam reinos e a igreja.

Quer ganhar dinheiro, Square-Enix? Então faça um game da série Tactics com produção de primeira linha. É bem fácil.



UMA MENÇÃO HONROSA QUE NÃO POSSO DEIXAR DE FAZER: ODIN SPHERE

Odin Sphere foi um belíssimo RPG em side scroll lançado pela Vanillaware e publicado pela Atlus, em meados de 2007.

O game foi encabeçado por George Kamitami, um daqueles sujeitos dotados de uma visão artística única que conseguem levar qualquer iniciativa de um jogo adiante.

Uma das características pelas quais o jogo mais é lembrado, além de ter sido um game de PS2 “de ladinho”, é a sua elevada dificuldade. Odin Sphere é um daqueles jogos que você vai se dar mais do que satisfeito por terminá-lo na dificuldade Normal. Também exibia belos gráficos em 2D pintados a mão.

Mas nem tudo era um mar de rosas.Esse jogo apresentava alguns probleminhas, como a já citada dificuldade elevada, repetição de cenários e queda de frame rate em níveis crônicos. Apesar de tudo, seria muito bom ver uma incursão da franquia na atual geração. Tenho dito!


Muitas outras menções honrosas poderiam ser feitas, mas não sem correr o risco de tornar o texto demasiadamente prolixo.

Enquanto isso, o livro dos jogos de RPG continua aberto, esperando por alguém com coragem suficiente para reescrevê-lo.






Au revoir!



14 comentários:

  1. "Final Fantasy Tactics foi um game único"-Não exatamente,existem varios titulos de SRPG como Fire Emblem,tatics ogre,sem contar tambem os jogos de estrategia em turnos do ocidente como X-COM ou jagged alliance.

    Agora eu tenho um grande respeito por JRPGs visto que foram eles que me introduziram ao mundo dos RPGs em geral(Wild Arms 2 foi o meu primeiro RPG),mas eu acredito que eles deveriam buscar algumas ideias dos classicos WRPGS. Talvez,na minha opinião, um dos melhores JRPGs foi feito no ocidente,e seu nome e betrayal at krondor.Explico:O jogo tem uma historia dividida em 10 capitulos e é totalmente linear,mas o jogo da grande enfase a exploração,alem de te dar uma party pre-definida,e também a abundancia de skills fora do combate,como scouting,stealth,barding,lockpicking,armocraft,etc.E alem de tudo isso o mundo tem coesão,como ciclo de dia e noite,os inns só abrem de meio dia a meia noite,as lojas abrem de dia e fecham a noite,alem de só venderem e comprarem produtos que lhes interessem e por ai vai...

    P.s.Gostei muito de Breath of Fire 4.
    P.s.2.Vc ja jogou Vagrant Story??

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  2. Joguei sim, Breno. Não terminei mas joguei.
    Vagrant Story era muito bonito e tinha uma qualidade sonora incrível até para os padrões tecnológicos de hoje. Se não me engano, ele foi encabeçado pelo Yasumi Matsuno, aquele louco responsável por FFT e pelo mundo de Ivalice.
    um ótimo game. bem lembrado.

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  3. Só para deixar claro, Dragon Age não é Jrpg.

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  4. A proposito,fizeram um mod para final fantasy tatics do ps1 adicionando mais dificuldade e conteudo no jogo.Vale a pena conferir.

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  5. Obrigado pelo lembrete, Matheus. Essa incongruência do texto se deve ao fato de eu ter adicionado a letra j na sigla RPG depois da matéria estar pronta, e acabou passando essa.
    A propósito, você leu o texto todo ou só o começo?
    De qualquer forma, bem-vindo ao blog.

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  6. Ótimo post, e como fã de RPGs, digo que nunca sairão de meu pódio Final Fantasy VII e principalmente Final Fatasy Tactics! Concordo com o que disse o Breno sobre a existência de outros bons RPGs do estilo, como Tactics Ogre (jogo o qual a Square CHUPOU descaradamente para fazer FFT, mas está perdoada pelo upgrade que nos proporcionou com o enredo War of the Lions) e Fire Emblem (cuja versão do GBA - The Sacred Stones - estou jogando atualmente no iPod- e gostando!), porém ressalvo o termo "único" usado pelo Geisel no sentido de que FFT foi simplesmente uma grande obra-prima!
    Pra quem gosta de RPGs Tactics sugiro que, como fiz, procurem jogar todas as versões de franquias já conhecidas, como Tactics Ogre (desde o fraquinho do SNES,passando pelo Ps1 até o GBA), Fire Emblem, Breath of fire, e Onimusha Tactics (tb do GBA). Uma boa vantagem pra nós, fãs desse tipo de game, é que gráfico nunca é o mais importante, o que faz essas franquias revesarem bastante entre as mais variadas (e modestas) plataformas. Versões de RPGs de GB, GBA, SNES e consoles simplórios (hardwaremente falando) me possibilitaram poder jogá-los com a mobilidade de emuladores para celulares. Hoje tenho esses games emulados no Ipod Touch e posso jogá-los em q lugar. Ótima alternativa pra quem trabalha em empregos administrativos e chatos.
    (Ítalo Pedro)

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    1. Ítalo, não citei nenhum dos jogos que você falou pelo simples fato de que não tive a oportunidade de jogá-los. tem o Tactics Ogre: Lets Cling together (acho que o nome é esse) para PSP, mas ainda não consegui comprá-lo (o "mal" dos originais, o preço).
      FFT foi sim uma obra-prima. tanto que joguei ele ainda esse ano (PSP) e minha opinião não mudou nem um centímetro.

      não sei se vc já jogou um tal de Jeanne Dark, para PSP: é muito bom, com ótima história e jogabilidade, mas quase impossível de terminar. a última batalha beira o intolerável e eu desisti.

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  7. Jeanne Dark, não, não joguei cara.
    Esse ano comprei uma versão de FFT para iPod na AppleStore pensando se tratar da versão do PSP. Quando fui ver era, sem tirar nem pôr, a exata versão do PS1 (!!) mas com as animações do game de PSP! Você que já jogou essa versão do portátil da Sony, Geisel, sabe dizer se é basicamente isso mesmo? Ou fui apenas ludibriado pela maçã e FFT de PSP é um jogo realmente diferente da versão antiga?
    Depois da decepção de esperar ter comprado um app de um jogo que ainda não tinha jogado (e queria/quero muito jogar), me contentei e pensei "Ah, pelo menos tenho um grande game pra jogar onde quiser"... Mas tal foi minha supresa ao começar a jogar e perceber que o jogo dava mto lag (na hora das animações de magias nas lutas e até na trilha sonora) que acabei dexando de lado a aventura de zerá-lo (pela 5ª vez)!
    (Ítalo Pedro)

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    1. recomendo o Jeanne, mas já aviso que não é bom jogar esperando moleza. o game é barra pesada. muito difícil.

      sobre o FFT, é bem fácil perceber se é a versão original ou a nova, do PSP: a do PSP tem cenas em anime e duas classes novas (o Onion knight e o Dark Knight).

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  8. Mas são LITERALMENTE apenas essas as diferenças? O app em questão é assim mesmo, as animações (custscenes) são em anime (muito massa, diga-se de passagem) mas, pelo menos nas primeiras "fases" não muda absolutamente nada (e como não cheguei a jogar muito a fundo não vi as 2 novas jobs)! Mas a história é a mesma, o mapa, o gráfico dos personagens, os cenários, abertura, absolutamente tudo idêntico ao Ps1. WAR OF THE LIONS (PSP) não conta uma nova história? Achei que se tratasse de uma nova trama, não apenas um remake com alguns poucos atrativos...
    (Ítalo Pedro)

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    1. as diferenças são basicamente essas, Ítalo.
      história nova não tem, mas deram uma corrigida em falhas graves de tradução e deram uma facilitada para que pudéssemos ficar um pouco menos perdidos com o enredo. eta joguinho difícil, tanto nos combates quanto no entendimento do enredo. mas se vc não jogou no PSone, aproveita pra corrigir essa injustiça com um ótimo jogo.

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  9. Post meio atrasado, mas infelizmente é verdade... o mercado de JRPG's está praticamente inexistente para os consoles caseiros atuais (com exceção dos portáteis) e para PC (que é onde eu jogo) e infelizmente esse é o estilo de jogo que eu mais gosto, sim, sou um dos players que estão sendo ignorados pelas produtoras atuais... enquanto isso tenho que me contentar com os remakes de FF para IOS e as versões remasterizadas de FF VII e FF VIII...

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  10. Meu caro... o posto está totalmente fora de época. Mas a êxito que compartilhar informações nunca é demais. Você citou que procurou games similares a FFT e não encontrou bons jogos. Índico a vi a franquia shining force. É uma franquia pouco conhecida pois começou no mega drive quando a maioria dos jogadores de rpg jogavam super nintendo , e seu último e melhor sequência foi shining force 3, para Saturno. Quando todos jogavam PSX. Infelizmente a essa franquia de Rpg tático não ficou muito popular aqui no ocidente. Mas considero uma das melhores. Como hoje em dia não temos lançamentos de bons RPGs , te aconselho a fazer um teste com essa franquia. Tenta achar o remake do primeiro jogo. Foi lançado para GBA com o título shining force ressurreição do deus dragao. Tem também o shining force 3 são três cenários, ou seja três jogos diferentes que se ligam pela história. Esse é para Saturno. Tenta pegar um emulador para PC. Tem também um shining force para Sega CD que é remake de dois shining que tinham saído para game gear. Vale a pena dar uma conferida. Na minha opinião são os melhores RPGs táticos.

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  11. O texto é baseado nas minhas experiências pessoais com JRPGs, caro anônimo, então não vejo por que razão ele estaria "fora da época". Mas eu finalmente encontrei um RPG estratégico à altura de FF Tactics: XCOM. Por sinal, tem texto sobre ele no blog, caso você curta a franquia.

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