Os DLCs pra games não foram nem metade do fenômeno que eu
achei que seriam ou sequer chegaram a causar o estrago que os mais pessimistas
previam na indústria de games (o clássico da paranóia de ter que pagar por um
DLC pra poder ver o final de um jogo). De fato, poucos jogos despertaram meu
interesse em adquirir conteúdo adicional. Bioshock 2 foi um deles. Castlevania
Lords of Shadow foi outro.
De resto, ou os DLCs costumam ser totalmente revoltantes e
nos deixam com aquela sensação de “fui roubado oficialmente” ou são,
simplesmente, irrelevantes.
Raramente eles conseguem acrescentar conteúdo adicional
interessante e de personalidade própria. Até os jogos da série Fallout ou The
Elder Scrolls (que costumam apresentar conteúdo extra por vezes melhor até que
o planejado originalmente no disco) conseguem nos decepcionar com expansões que
não fedem nem cheiram, como Operation Anchorage.
Bem, o caso é que alguns jogos necessitam de conteúdo extra,
seja pra dar aquela desenjoada da campanha principal (como o Undead Nightmare
do Red Dead Redemption) ou para nos fazer ter vontade de retornar aquele mundo
explorado até à exaustão, como nos jogos citados acima. E acho que é nesse
segundo caso que se enquadra a expansão do Farcry 3: Blood Dragon
I’LL BE BACK...
Pra quem cometeu a pachorra de não jogar um dos melhores
jogos de ação dessa geração, Farcry 3 se passa em uma ilha dominada por
contrabandistas e piratas. Conta a história de Jason Brody em sua busca por
poder e autoconhecimento. É um jogo enorme e que demora muito para completar,
tendo passado quase um mês consecutivo no interior do meu PS3, sem direito a
descanso.
Mas o fato é que, uma vez completado, Farcry 3 não nos dá
muitos motivos para selecionar o comando New Game e começar do zero.
Parece capa de jogo do Master System
E é aí que a Ubisoft “presenteia” os fãs do game com Farcry
3 Blood Dragon, uma expansão que custa U$14,99 e nos coloca na pele de um
soldado durão de voz rouca revestido de diversas partes biônicas (um dos seus
olhos é um globo vermelho) na missão de enfrentar soldados ciborgues em um
mundo devastado por uma hecatombe nuclear. Nossa! Sempre quis usar a palavra
hecatombe mas não sabia o momento certo. Acho que agora foi!
Se você jogou os primeiros cinco minutos dessa expansão e
ficou com uma sensação de dejavu, sinto avisar que você já deve estar passando
dos trinta anos de idade. Isso porque Blood Dragon é uma paródia escrachada de
um dos maiores clássicos da ficção científica nos cinemas: O Exterminador do
Futuro.
Para os neófitos que não conhecem, o filme contava a história
de Sarah Connor, uma garçonete que se via perseguida por um robô assassino do
futuro que tinha a missão de matá-la antes que ela pudesse dar a luz a John
Connor, o líder da resistência na guerra entre máquinas e humanos.
Sem nunca assistiu, corra atrás: além de um ser um ótimo
filme de ficção, O Exterminador do Futuro vem de uma época em que diretores
como James Cameron conseguiam brilhar pelo seu real talento ao invés de
recorrer a historinhas água-com-açúcar sobre casaizinhos apaixonados em um
barco afundando ou alienígenas azuis com cara de vaca e apaixonados em um
planeta afundando...
Só falta o disco de luz
O mais curioso em Blood Dragon (além do clima de terror com a
musiquinha sinistra que toca no filme) é a forma como os criadores inseriram no
novo universo todos os elementos já conhecidos por quem perdeu horas se
esgueirando em moitas, atirando pedras e matando à surdina na ilha de Farcry 3.
O ponto alto da demonstração vai para as cenas (toscas) do
início e a sessão de tortura que é o treinamento do soldado com o qual jogamos, uma óbvia paródia do famoso protagonista Snake da série Metal Gear.
O tutorial dessa expansão é puro escracho e tira o maior sarro com mensagens
irrelevantes e todo tipo de chatice que costumamos encontrar em tutoriais de
jogos.
Blood Dragon chama a minha atenção pela sua ousadia em fazer
uma homenagem a um filme clássico pouco conhecido nos dias de hoje (exceto
pelas sacais Crônicas de Sarah Connor e aquele filme mais novo que ninguém
viu). Algo muito interessante também é o estilo visual do game que foge
totalmente dos gráficos coloridos e paradisíacos do game original: aqui tudo é
visto em tons de vermelho e azul berrantes através da ótica do olho cibernético
do protagonista. Isso me deixa com a impressão de que o personagem está com o
outro olho (o bom, de nascença) tapado durante toda a aventura. Mas deixa pra
lá.
Acredite: cena do game!
Não sei se eu me arriscaria a pagar U$14,99 em uma piada que
eu nem sei se vai continuar tendo graça. Principalmente depois da informação
(da própria desenvolvedora) de que “Farcry 3 Blood Dragon não necessita do
Farcry original para ser jogado”. Isso quer dizer que a expansão, mesmo com a
promessa de ser em uma ilha aberta, tem uma curta duração e talvez não valha o
investimento.
De qualquer jeito eu apóio a iniciativa de conteúdo
“original” que a Ubisoft traz aos fãs da série e fico feliz com a homenagem a
um dos meus filmes preferidos também.
(NOTA: o FDP do blogger não está querendo exibir os links com vídeos das faixas. Espero que isso se resolva ou que só eu esteja enfrentando esse problema.
NOTA 2: por algum motivo que desconheço, os vídeos estão demorando a aparecer por causa do "peso" dos mesmos na postagem. Blogger, a cada dia que passa piorando o que funcionava e ainda criando novos problemas)
Eu adoro música. Eu ouço música das 8:00 às 11:30 no
trabalho. Depois coloco os fones de ouvido novamente para ir à academia, das
17:30 às 19:00. Quando chego pra tomar banho deixo o celular tocando no
banheiro (é o que eu chamo de “banho musical”, quando estou de bom humor
rsrsrs). E, se pudesse, ainda dormiria sendo embalado por lindos coros
celestiais deste tipo:
Eu sei: essa jogo não sai da minha cabeça. Mas o que se podia esperar de um jogo da série Bioshock, não é mesmo? Continuando...
Então, nada mais natural que eu dedique uma grande parte da
minha atenção à trilha sonora quando estou desfrutando de um grande game como
The Need for Speed Most Wanted 2012.
Nunca canso dessa imagem. É incrível
Os dias de hoje para os fãs de game music não poderiam ser
mais fáceis: ao se identificar com a trilha sonora de um game, basta uma rápida
pesquisa no Google para ter acesso a toda a OST (Original Sound Track. Não, não
estou chamando os leitores do blog de ignorantes ao desmembrar a sigla. É que
eu gosto muito desse nome e nunca enjoa dize-lo por extenso...). Se você (assim
como eu, em certos casos) não dá a mínima para direitos autorais, bastam mais
alguns cliques e todos os arquivos em mp3 da ost estarão sacolejando no mp3
player do seu celular.
Mas nem sempre isso foi assim.
Pense na maratona que era pra chegar aqui!
Antes de 2001, mais ou menos, para ouvir a trilha sonora de
um game era preciso... jogar o game! Isso significa que eu só conseguia ouvir
uma determinada faixa de um jogo se tivesse conservado um save no disputado
memory card do meu PS1 ou PS2. Se eu ganhasse um real para cada vez que eu
matei Genova apenas para chegar em Sephiroth e ouvir “One Winged Angel” eu
estaria rico a essa altura. Eta vidinha difícil nessa era pré Youtube...
Bem, o fato é que Most Wanted 2012 é um dos melhores jogosdessa geração. De carro, com certeza eu o considero
o melhor (apesar de todo o mimimi da imprensa e público por causa das baixas
possibilidades de customização). Mas fazer um Review Supremo de um game que só
fazemos correr dentro de um carro não é tarefa das mais fáceis. Até porque
muitas das sensações que esse jogo causa são difíceis de pôr no papel. É jogar
e sentir por conta própria.
De mãos atadas diante do impasse de não conseguir expressar
o meu apreço por este excelente game, decidi fazer um review acerca de um dos
elementos mais marcantes do jogo: a trilha sonora.
TRILHA SONORA
DE MOST WANTED 2012: FEELING THE SPEED!
Os carros desse jogo são show de pista!
A EA, em seu auge, sempre foi famosa pela alta qualidade imbuída
em seus títulos. Dos games dessa produtora que eu pude conhecer, todos eles têm
uma trilha sonora fantástica. O melhor exemplo que me vem à cabeça é o Most
Wanted Original, lançado para PS2, Xbox e PCs. A trilha desse jogo é tão boa
que não consegue se libertar das garras do meu mp3 player mesmo passados oito
anos de seu lançamento. Ela era composta por vários artistas (como Prodigy) e
as faixas eram exclusivas para o game, eu acho. E isso sempre foi um grande
diferencial que fazia o game sair na frente de outros concorrentes como a série
Midnight Club.
Bem, antes de começar a detalhar faixa por faixa dessa
trilha (a do 2012, só pra deixar claro. Pra falar sobre a original eu teria que
dar um jeito do dia ter mais de 24 horas...) eu gostaria de dizer, antes que eu
me esqueça e já adiantando que essa não será a primeira vez que direi isso
neste texto, que EU ACHO FANTÁSTICO O
TATO QUE CERTOS PRODUTORES DE GAMES TÊM PARA PERCEBER COMO UMA DETERMINADA
MÚSICA COMBINARIA COM O ATO DE DIRIGIR A 300KM/H SOBRE QUATRO RODAS. Esse
feeling nos traz algumas grandes surpresas com faixas que nem fazíamos idéia de
que combinariam tanto com um jogo de corrida.
Tendo dito isto, mãos à obra. Ah, gostaria de avisar também
que não vou seguir a regra do “melhor por último” que impera nos meus textos.
Isso ia causar uma enorme bagunça e dificultaria a criação do post. Falarei na
ordem que elas vierem na minha lista da ost do game. E mais um aviso: se os links pros vídeos forem removidos (sabe como é, essa coisa chata de "direitos autorais"...), não deixem de correr atrás da músicas para ouvir. Vale a pena, eu garanto.
MUSE: BUTERFLIES AND
HURRICANES
Eu adorava essa faixa na demo do game. Ela é muito charmosa,
calma e casa 100% com a voz da modelo (imagino que seja uma modelo, pra ter uma
voz dessas...) que fica te ensinando o bê-a-bá da cidade de Fairhaven, logo nos
primeiros minutos de game. Vou colocar o link para a intro do game, pois apenas
o som não faria jus ao que estou tentando dizer.
Pra finalizar com essa música preciso dizer que,
infelizmente, ela acaba cansando e não figura como uma boa faixa para se manter
no mp3. É excelente apenas in-game e isso já é mais que suficiente.
CROSSES: TELEPATHY
Mais uma que entra para a lista de “ótimo para ouvir dentro
do game”. Quer dizer, claro que essa é apenas a minha opinião. Eu tenho certeza
que tem muita gente que discorda de mim e deve ter colocado essa faixa
(misteriosa e sedutora) pra bombar no mp3 do celular. O lado bom disso tudo é
que, mesmo quando as músicas desse game não servem para ouvir no celular, elas
ainda têm uma qualidade muito alta e combinam com os momentos de corrida no
jogo.
MADEON FEAT. ZAK WATERS: THE CITY
Essa faixa me lembra muito artistas como Jamiroquai e outros
cantors pop. É uma faixa muito boa. Não está no meu mp3 não sei o porquê, mas
ela é bem dançante e boa para momentos de perambulação a esmo na cidade atrás
de placas, carros e grades de proteção.
THE CHEMICAL
BROTHERS: GALVANIZE
Essa faixa não está mas estará brevemente no meu celular. Cara, Chemical Brothers é Chemical
Brothers. Se eu preciso explicar isso pra você, sinta-se à vontade para
deixar o blog e ler as Crônicas de Narnia até seu nariz sangrar, pois acho que
não estamos falando a mesma língua aqui.
Essa música é puro gueto em forma de música eletrônica. Boa
demais da conta.
Ah, só pra enriquecer um pouco mais os já cultos leitores do
Mais Um Blog de Games: galvanizar significar eletrizar alguma coisa por meio de
uma pilha, o que combina muito com o espírito “elétrico” de hip hop da música.
FOREIGN BEGGARS FEAT. NOISIA: CONTACT
Essa é uma faixa genérica de rap que está no game só pra cumprir
tabela. Não é ruim de se ouvir enquanto joga, mas nada de especial sobre ela.
De fato, se não fosse pela necessidade do post, dificilmente eu me lembraria da
sua existência.
POPESKA: NOW OR NEVER
Outra que eu nem me lembrava. É bem genérica e parece faixa
feita pra entreter o jogador durante as opções de um tutorial... ao menos nos
seus primeiros 50 segundos.
Essa faixa vai cair nas graças de quem gosta de música
eletrônica do tipo bate-estaca, de boate. Ela combina muito com aqueles
momentos do multiplayer nos quais temos que nos dirigirmos a um local
específico do mapa para dar início a um evento.
DJ FRESH DEAT. DIZZEE RASCAL: THE POWER
Muito legal e divertida essa música. Mistura pop com rap com
eletrônico. Gruda na cabeça que é uma beleza. Perfeita para eventos de corrida
de pura velocidade.
LAST DINOSSAURS: ZOOM
Legal demais essa faixa. Faz mais o estilo pop rock. A letra
dela gruda como chiclete e nos dá uma noção da nossa ignorância a respeito de
quantas bandas boas e desconhecidas fogem do nosso conhecimento mundo afora. E
pode ter certeza que dentro de um milhão de anos todos nós estaremos mais
velhos rsrsrs.
STRANGE TALK: CAST
AWAY
Música pra andanças em busca daquela placa ou grade FDP que
teima em se esconder de você. Parece baladinha de banda pop. Para mais
detalhes, jogue o game ou ouça no link abaixo. Essa faixa é tão característica
no game que me faz lembrar de certas localidades da cidade só de ouvi-la.
AMBASSADORS:
UNCONSOLABLE
Eu admito que agora eu não sei como me expressar, então vou
soltar uma pérola: ESSA MÚSICA É PURO
TESÃO. Isso porque eu aprendi, quando criança, que sempre que uma coisa era boa demais os adultos botavam a palavra “tesão” no meio.
Tentando escrever com profissionalismo agora: essa música é
boa demais. Desde a sua letra até as batidas eletrônicas e todo o resto. Cara,
eu gosto tanto dessa faixa que fica difícil colocar em palavras. É boa demais!
Demais, demais, demais! Faça um favor a si mesmo e não deixe de ouvir.
Sabe as categorias de música pros jogos de corrida, tipo,
“música pra vagar pela cidade” ou “música pra momentos de adrenalina pura a 10000 KM/H? Essa é uma
daquelas faixas (como Blood and Thunder) que de tão boas tiram a minha
concentração e eu acabo me estatelando em uma parede no jogo. De fato, em um
dos eventos de nível Hard do game eu tive que desativar o som por causa desse
tipo de música que insistia em tocar e desviar a minha atenção...
DEADMAUS FEAT. WOLFGANG GARTNER: CHANNEL 42
Adoro essa faixa. O começo dela me lembra a música “Around the
Worl”, da banda Daft Punk. Aliás, por que raios o Daft Punk não está na lista
de músicas desse jogo? Alguém pode me responder isso? Bem, acho que só os
produtores do game. Em todo caso, fica a dica.
Faixa totalmente eletrônica e muito divertida. Bem peralta e
descompromissada de se ouvir. Nossa, quem usa a palavra “peralta” pra descrever
alguma coisa hoje em dia? Deixa pra lá...
NOTA: a EMI foi mais rápida que eu e removeu o vídeo do Youtube por questões de direitos autorais. Fica a dica pra quem tiver interesse em procurar pela música.
ICONA POP: I LOVE IT
Amooooooo de paixão essa faixa. Preste atenção a essa letra (as partes "bati meu carro numa ponte" e "eu não ligo") e verá que, se existe uma faixa que personifica o espírito do que é correr no
Most Wanted, essa faixa é I Love It da desconhecida Icona Pop. Muito boa e
divertida essa música. Pena que ela venha para dar início à sessão de
“polêmicas” envolvendo a trilha desse jogo.
Para entender o que estou querendo dizer, faz-se necessário
um acompanhamento de uns trechos da letra:
I got this feeling on
the summer day when you were gone.
I crashed my car into the bridge. I watched, I let it burn.
I threw your shit into a bag and
pushed it down the stairs.
I crashed my car into the bridge.
I don’t care, I love it. I don’t care.
You’re on a different road, I’m in the Milky
Way
You want me down on Earth, but I am up in space
You’re so damn hard to please, we
gotta kill this switch
You’re from the 70’s, but I’m a 90’s b*tch
Repare nas palavras em negrito. São
palavrões, certo? Agora, preste atenção à classificação que o game recebeu do
órgão americano ESRB, responsável pela averiguação de faixa etária de conteúdo
para games. Isso mesmo: RP, que quer dizer “Rating Pending”, ou “Classificação
Pendente”. Isso quer dizer que algum conteúdo do game, caso fosse considerado
impróprio para todas as faixas etárias, poderia ser alterado no game
futuramente. E foi isso que fizeram.
A música I Love It foi alterada e censurada. A palavra
“shit” foi substituída por “stuff” (coisas). A palavra “damn” (que pode ser
traduzida de várias formas, como filho da mãe, foda e tantos outros) foi
trocada por “so”. Isso mesmo, eles simplesmente repetiram a palavra na falta de
um substituto à altura. Já a palavra “bitch” (puta, vadia, cachorra) foi
substituída por “chick” (mina, boyzinha, guria...), o que me leva a crer que
estamos vivendo neste mundo aqui:
Como o Mais Um Blog de Games não está sujeito às intempéries
da censura, queria fazer a seguinte pergunta? O QUE PORRA ACONTECEU AQUI, CARALHO? Sério, será que os jogadores
de videogame não estão prontos para ouvirem palavrões que só a sua avó usaria
para xingar nesse jogo? O pior de tudo isso é a falta de lógica em censurar as
palavras citadas acima e manter, em outras faixas, frases e termos como “I’ve
killed your god” (eu matei seu deus); “I am the cancer” (eu sou o câncer) ou
“throwing up on my bed” (vomitando na minha cama). Quer dizer que vomitar na
cama, matar um deus, bater com carros a 300km/h e se intitular uma doença
terminal pode, mas falar vadia ou merda não pode?
Bem, ainda bem que eu baixei a versão sem cortes da música e
coloquei no meu mp3 antes que ela fosse atacada (via updates da PSN) por esse
insulto aos criadores da faixa. Aqui vai o clipe da música, pra evitar que o vídeo seja removido futuramente.
ATUALIZADO: Depois de escrever um enorme post sobre uma ótima trilha sonora, nada mais natural que bater aquela vontade de dar umas voltinhas no Most Wanted, certo? E foi isso que eu fui fazer hoje.
Depois de ser obrigado a baixar um update de mais de 2gb para conteúdos que eu só posso acessar pagando por DLCs, comecei a jogar. E qual foi a minha surpresa ao constatar que a frase "I've Killed Your God" foi substituída por um eco na música I Am Eletric?
Depois de mais essa queria dar os parabéns à Criterion, EA e Sony: VOCÊS SABEM COMO DEIXAR O JOGADOR SE SENTINDO O MAIOR OTÁRIO, LESADO, COM CARA DE BABACA E LUDIBRIADO DO MUNDO.
Tenho sérias desconfianças que, da próxima vez que baixar outro update no game, os pneus terão sido substituídos por pom-pons de líder de torcida e no lugar de destroços de carroceria vão voar doces e confeitos dos carros. Ah, como é bom ser um jogador de videogame de 31 anos de idade que sabe muito bem o que é bom pra si mesmo...
SILENT CODE: SPELL
BOUND
Essa música começa como uma música eletrônica genérica de
boate... e acaba como uma música eletrônica genérica de boate. Graças aos céus
ela é bem divertida e cumpre a sua função dentro do game. No mp3? Jamais!
CALVIN HARRIS: WE’LL BE COMING BACK (FEAT.
KILSONIK REMIX)
Sim, a última palavra no título pode revelar uma coisa que
muitos jogadores não sabem sobre essa faixa: ela é um remix de uma música
eletrônica muito conhecida do dj Calvin Harris. Aqui vai a faixa original, que
é quase tão boa quanto a versão do game (e que, infelizmente, não está no jogo):
E o que eu tenho a dizer sobre a faixa (que eu acho que
seja) exclusiva do game? Cara, essa música É
PURO TESÃO, PARTE 2! Eu quase estourei meus tímpanos de tanto ouvir essa faixa no
celular e no som estourado do meu notebook.
Os sons eletrônicos são pura potência, aquele tipo de coisa
que dá razão ao ato de instalar um equipamento de som extraterréstrico no seu
carro e arroxar o dedo no botão de volume até o carango todo tremer na base.
Essa música é phod@ demais, tão boa que eu entro em transe
quando ouço as batidas e barulho de motor de carro. Ouça e tente
discordar.
THE MACCABEES:
UNKNOWN
Eu acho que isso é rock progressivo. Eu não tenho certeza
pois esse blog é sobre games e não sobre música.
Meu caso com essa faixa é mais sensorial que tudo, ficando
impossível descrever o que sinto quando ouço Unknown.
Tristeza. Solidão. Imensidão por vagar sem propósito no
game, apenas para curtir o som e a paisagem. Empolgação pelo seu riff no começo
da música. Tudo isso se passa pela minha cabeça enquanto ouço essa faixa.
Eu queria, aqui, agradecer encarecidamente ao diretor de
música deste game pela sensibilidade de perceber COMO ESSA MÚSICA COMBINA COM UM GAME DE CARRO, mesmo against all
odds.
Faixa entre as minhas 5 preferidas do jogo. Só não curto
muito a desafinada que o cantor dá no trecho final da música.
RUDIMENTAL: FEEL THE
LOVE
Linda. Tem um toque Noir e me faz ter crises gravíssimas de
saudosismo e aperto no peito. Não sei bem o porquê mas faz.
Adoro a parte de saxofone no final e todo o ritmo dessa
faixa. Muito bom também é o coro de sussurros perto do fim. Essa música dá
vontade de correr ainda mais só de ouvi-la.
DISPATCH:CIRCLES
AROUND THE SUN
Primeiramente, eu amo o jeitão caipira e country de Círculos
em Volta do Sol. Ela me lembra o tema de abertura de um seriado muito legal mas
que eu nunca tive o costume de assistir:
Essa música também me dá um pouco de tristeza ao ouvir, por
causa da sua letra. Pelo que eu entendi ela fala sobre um carinha que quando
nasceu ninguém dava nada por ele. Tipo um Forest Gump da vida. Mas ele dá a
volta por cima e mostra que os problemas de uma pessoa podem ser os mesmos mas
a forma de encara-los e lidar com eles nunca é a mesma.
ABOVE AND BEYOND:
ANJUNABEACH
Totalmente genérica e pra tapar buraco. Não tem a menor
personalidade e não faria a mínima falta se não estivesse no game.
SILENT CODE: EAST
STAR
Diferente de Spell Bound, da mesma banda, East Star não é
nada divertida. Os comentários da faixa acima poderiam ser copiados e colados
nesse trecho sem a menor cerimônia.
THE JOY FORMIDABLE:
LITTLE BLIMP
Muito legal essa música. Não escaparia do jogo para o mp3
player, mas cumpre bem o seu papel in-game. A voz extremamente feminina da
cantora fica ecoando na nossa mente enquanto tentamos galgar mais uma posição
durante as corridas.
SKRILLEX (WITH THE DOORS): BREAKIN A SWEAT
(ZEDD REMIX)
Bem animada e legal. Com certeza a frase “C’mom baby, light
my fire” vai ficar ecoando na sua cabeça enquanto corre nas estradas rurais de
Fairhaven…
BEWARE OF DARKNESS:
HOWL
Os jogos da franquia The Need sempre foram conhecidos pela
grande quantidade de faixas de rock e metal pesado. Howl é uma faixa feita pra
agradar aos roqueiros de plantão no game. Ela é muito boa, mesmo não fazendo
muito meu gênero. Tem um quê meio depressivo e interessante.
DIZZEE RASCAL:
BONKERS
Essa se enquadra na categoria do “se você não se concentrar
na corrida vai bater a cara na parede por causa da música”. Muito legal.
Eletrônica, só pra variar...
MUTEMATH: ALLIES
Essa eu pensava que era o Jamiroquai que cantava. Eu estava
bem certo disso. Bem, não é ele, mas gosto muito dessa música pela sua
sonoridade e por ela me lembrar uma das localidades de que mais gosto no game:
a parte do cais, perto da praia. Não sei ao certo porque ela me causa esse
efeito mas ficou na mente.
ASHEREL: SHAKE THE
DUST
Essa música é bagaceira pura. Não sabe o que é bagaceira?
Google. Se for uma expressão típica da minha região, problema. Quem disse que eu
tenho que ser cosmopolita pra escrever em um blog?
É muito frustrante estar no multiplayer e ver seus
adversários te ultrapassando embalados por Shake the Dust. É um daqueles
momentos que dá vontade de equipar um par de mísseis no carro e soltar o
impropério: “ultrapassa isso, filho da *uta”.
RUN RIOT: A LIGHT GOES OFF
Essa segue a mesma linha de Shake the Dust: bagaceira pura
enquanto compete no multiplayer a mil por hora. Frenética e divertidíssima. Me lembra o estilo de corrida "se cometer um errinho pode tacar o dedo no comando retry".
THE WHO: BABA O’RILEY
Quem mais teria cacife pra colocar uma faixa do The Who em
um game e isso ficar bom demais da conta? Os produtores do Most Wanted, é
claro.
Essa música é muito especial para mim, pois foi com ela que
caiu a ficha e eu me dei conta do jogo especial que eu tinha em mãos. Depois disso
foi só love...
POLIÇA: VIOLENT GAMES
Ainda estou tentando descobrir se o nome dessa banda é assim
mesmo ou se tão tirando onda com a minha cara.
Essa é “a música do seio”. Digo isso porque parece que a
cantora está dizendo “seio, seio, seio...” sem parar na faixa. É muito boa por
causa dos seus tons tribais e eletrônicos.
RIVERBOAT GAMBLERS: BLUE GHOSTS
Mais uma música de momento bagaceira de acelerar a mil e dar
aquela trombada singela na traseira do seu oponente e mandá-lo contar alguns
centímetros de meio-fio do outro lado da calçada. Muito pauleira e divertida.
FLUX
PAVILION FEAT. SWAY: DOUBLE EDGE
Mais uma faixa boa pra perambular pela cidade sem um
objetivo definido. Será que só eu gosto muito de fazer isso em games de
corrida? Tenho certeza que não.
Gosto do estilo dessa música (não sei definir muito bem),
principalmente porque ela apresenta uma revolução no meio da faixa. O que é uma
revolução? É quando uma música começa com um estilo muda pra outro do nada,
durante o meio ou final. Se esse termo não existia, acabei de inventar agora.
DEAD SARA: WEATHERMAN
Essa faixa é uma das melhores do jogo. Não vou descrevê-la.
Ouça e julgue por conta própria.
Dead Sara é uma daquelas bandas obscuras que nos fazem ter
noção da nossa ignorância quanto à existência de ótimas bandas lado B que
existem por aí, net afora.
Se uma faixa como Unconsolable é um tesão, Weatherman são
dois! E antes que eu me esqueça, incitar o ouvinte a ir à matança soa bem mais
ofensivo pra mim do que dizer “bicth” ou “damn” em uma letra.
WE ARE THE
OCEAN: THE ROAD
Faixa pop pra cumprir tabela. Nem gosto muito dela in-game e
muito menos pra ouvir no mp3. O vocal desse intérprete me lembra muito
Nickelback. Nada contra essa banda. Só não curto muito. E é incrível como esse
tipo de faixa costuma tocar nos piores momentos de besteira ao volante só pra
nos deixar mais irritados. Conselho: comando de retry event pra trocar de
faixa.
SILENT CODE: NIGHT TRAIN
Olha a Silent Code atacando com mais uma faixa. Night Train
é uma faixa que você deve passar longe se não gosta de bate-estaca de boate
eletrônica.
Essa música é boa demais. Mais uma que dá vontade de equipar
o som de um disco voador no seu carro só pra levar a galera ao delírio nas
ruas.
BASSNECTAR: EMPATHY
Muito esquisita e atípica essa faixa. Eu gosto, mas tá mais
pra uma daquelas faixas que você espera acabar pra tocar outra de sua
preferência.
HEAVEN’S BASEMENT: I AM ELETRIC
Se houvesse uma segunda música para representar a sensação
do que é Most Wanted 2012, com certeza seria I Am Eletric.
Cara, quando eu falo da trilha sonora desse jogo eu sempre
indico essa música a alguém. E sempre faço o seguinte desafio: SE VOCÊ NÃO
GOSTAR DESSA MÚSICA NOS PRIMEIROS 10 SEGUNDOS DE EXECUÇÃO EU NÃO INDICO MAIS
NADA NA MINHA VIDA PRA VOCÊ.
Essa faixa é frenética demais e, com certeza, vai ser um dos
motivos pra você se distrair e meter a cara numa parede. Ela se parece muito
com o estilo de bandas com The Hives.
Certamente uma das top 5 do jogo.
BAND OF SKULLS:
YOU ARE NOT PRETTY BUT YOU GOT IT GOING ON
Bem legal essa faixa. Me lembra a área de cemitério de
aviões em Fairhaven.
Algo engraçado é o título dessa música, que pode ser
traduzido como “Você não é bonito (a) mas até que dá pro gasto”. Funny!
C AND D
PROJECT: THE CHASE
Genérica e sem muita graça. Só está na lista pra não deixar
o texto incompleto. Nenhuma razão pra prestar atenção nessa daqui.
GREEN DAY:
STOP WHEN THE RED LIGHTS FLASH
Quem diria que o Green Day ainda serve pra alguma coisa que não
seja causar vergonha alheia em seus antigos fãs com quilos e mais quilos de
maquiagem emo?
Essa música é grudenta pra caramba. A frase “I’ll Make You
Surrender” vai ficar ecoando na sua cabeça depois que você ouvir essa faixa
algumas vezes.
Muito boa. O Green Day devia seguir esse exemplo e levar a
qualidade da faixa do game pros seus álbuns também.
LOWER THEN
ATLANTIS: LOVE SOMEONE ELSE
Mais fundo que a Atlântida… foi só eu que me lembrei de
Rapture com o título dessa faixa? Acho que sim. Eu sou meio louco e faço umas
associações nada a ver de vez em
quando. Bem, essa música soa meio popzinha e genérica mas a
trilha desse game é tão boa que até as faixas mais ou menos apresentam uma
qualidade altíssima. Ótima pra ouvir durante aquelas corridas que você domina a
posição de primeiro lugar com tranqüilidade e está sem sangue nos olhos...
THE VACCINES: BAD MOOD
Pueril e lúdica. Esses são os melhores adjetivos que eu
achei pra descrever essa faixa. Muito boa de se ouvir e perfeita pra eventos de
Jump, no multiplayer. Ver os carros se jogando de penhascos enquanto essa
música toca é galhofa do mais alto nível.
NERO: WON’T BE THERE
Você assistiu à MTV durante alguma fase da sua vida? Tinha
um programa (que não me lembro o nome) que passava o Clipe Tortura. Eles
pegavam um trecho de uma música e repetiam até encher o seu saquinho. Infelizmente
não achei um vídeo pra ilustrar.
Bem, o caso é que essa faixa começa parecendo um clipe
tortura. A cantora tasca a frase “Won’t You Be
The-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-re”
até estourar seus tímpanos. Eu ficava torcendo pra essa música não tocar ou
acabar logo, mas depois aprendi a gostar até desse trecho tosco. E o resto da
música é bom demais: pura vibração de caixa de som de carro. Alta qualidade de
som eletrônico ribombando no seus ouvidos. Fones de ouvido Phillips mais que
obrigatórios pra apreciar essa música.
E aqui se encerra o post sobre a trilha desse magnífico jogo
de corrida. Analisar um jogo de carro, ao menos pra mim, é difícil pra caramba.
Muitas das idéias e opiniões que temos durante a jogatina morrem depois que
giramos a chave na ignição e estacionamos o bólido na garagem... ou desligamos
o console e retiramos o disco, pra se ater mais à realidade.
Mas, se escrever textos avulsos é a melhor forma que
encontrei para homenagear esse jogo espetacular, que seja.
Fico por aqui e até a próxima postagem ou assim que o
universo dos games conseguir me surpreender com mais um inesperado game de boa
qualidade.
Eu sou um fã absoluto da franquia The Elder Scrolls. Mas não
digo isso porque tenha jogado todos os jogos desde o lançamento ou porque tenha
de cor detalhes do rico universo do game na minha cabeça. Me considero um fã
absoluto da série porque gosto dos jogos absolutamente. Simples assim.
Meu ingresso na série se deu, só pra variar, com o PS3 e
apenas no quarto episódio da saga, The Elder Scrolls IV: Oblivion.
Oblivion é, de longe, um dos melhores e um dos piores jogos
que eu já joguei durante minha trajetória gamer.
As qualidades desse jogo são bem significativas para mim:
quests ultra especiais (no sentido de serem únicas); atmosfera charmosa e
magnetizante, mesmo com gráficos “de ponta” do ano de 2003 (aproximadamente);
muita dificuldade e burocracias pra tudo, assim como todo bom RPG deveria ser e
uma das naturezas mais bem feitas e impressionantes já retratadas em um game.
É lindo demais! Pode acreditar...
Os defeitos deste jogo são tão gritantes (entre outros,
péssimo combate e layout repetitivo e demasiadamente aleatório de calabouços)
que teriam que constar de um post à parte. Para recordar todos eles eu teria
que jogar o game de novo, exercício de tolerância e paciência esse que se
tornou praticamente impossível depois do lançamento de Skyrim.
Um dos eventos randômicos do game: Pitboy levando seu bambi pra passear!
E, falando em Skyrim, depois do sucesso absurdo deste game
muito falado os detentores dos direitos da série resolveram atacar de The Elder
Scrolls Online, uma iniciativa outrora vista por mim como um belo “caça-níqueis
descarado feito para surfar na onda do êxito do quinto episódio da série.
Uma coisa que sempre me afasta de MMORPGs é o total desleixo
dos criadores com os detalhes “offline” do game, como história e evolução que
não dependa de interação jogador a jogador.
De fato, mesmo depois de várias notícias meu interesse por
esse novo projeto da Bethesda beirava o inexistente. Até que foi revelado um
trailer sobre o Reino de Molag Bal.
Se você jogou Skyrim o suficiente esse nome lhe deve ser
familiar: Molag Bal é o príncipe dédrico da dominação e da escravidão humana.
Aonde quero chegar? Simples, que já está mais que na hora da
Bethesda fazer um The Elder Scrolls inteiramente dedicado ao reino de Oblivion
(o quarto jogo não conta pois aborda a crise no reino de Tamriel). Mas isso já é uma outra história.
Eu adoro os príncipes dédricos da série The Elder. Eles são
divindades sobrenaturais e geralmente maléficas que adoram “interagir” com os
habitantes da Terra da forma que mais lhes parece interessante. Não é exagero
afirmar que as quests mais interessantes nos jogos dessa série, seja em que
episódio for, terão alguma participação direta ou indireta de um Daedric Prince
do Oblivion. Quem duvida é porque ainda não foi apresentado a um dos
personagens mais interessantes da saga: Sheogorath, uma mistura de Mxyzptlk com
governante esquizofrênico que adora... nos deixar sem a mínima idéia do que se
passa em sua cabeça no momento.
Pelas Barbas de Netuno: essa quest é clássica no Skyrim
Bem, a enrolação é pra dizer que o enredo em torno de Molag
Bal despertou o meu interesse nesse que, até agora, vinha se mostrando um
projeto totalmente estéril e sem personalidade, defeitos de alguns dos MMORPGs
com os quais pude ter contato.
Não sei se é uma impressão mas, ao se alimentar da (vasta)
mitologia já existente na série, a Bethesda parece andar na trilha certa para
tornar este jogo tão pitoresco e marcante como foi Oblivion e seu mais novo representante,
o Skyrim.
E é isso: estou com zero de expectativa para esse (e outros
games, no momento) mas espero que The Elder Scrolls Online se revele como uma
experiência significativa aos fãs que esperam por um material com a já
conhecida qualidade da série. O resto são fingers crossed...
A promoção do Mais Um Blog de Games foi um total fracasso.
Depois de uma semana apenas dois participantes, de fato, concorreram ao jogo Bioshock Infinite.
Mas, do ponto de vista pessoal, a promoção foi um sucesso. Isso porque o vencedor não só é uma pessoa que merece muito ganhar o jogo como é um dos meus amigos de horas difíceis na PSN.
Para não me prolongar sem necessidade, entrarei em contato com o vencedor para pegar os dados do envio do game. Mais uma vez, o envio será feito por carta registrada assim que a minha rotina me permitir. Espero contar com a paciência e compreensão do ganhador.
Eu perdi a minha. Dá essa cópia pra eu, Shadow......
Bioshock Infinite é um jogo excelente. É grande na medida
certa (apesar de que todos os jogos desta série são acusados de serem curtos,
coisa da qual eu discordo totalmente). Gira 100% em torno do próprio enredo e
da relação de Booker e Elizabeth. É lindo de morrer (mesmo que as versões para
consoles sejam inferiores ao PC, como dizem, isso não torna esse jogo menos
bonito) e tem um daqueles finais impactantes que conseguem me deixar com aquela
sensação de “o que raios vai acontecer agora?”.
Esse efeito, o de deixar o jogador/telespectador/leitor sem
a mínima noção ou idéia do que virá depois é uma das coisas que mais gosto em
uma obra de entretenimento. E o Bioshock Infinite consegue alcançar esse feito.
Mas o post não é para dar spoilers sobre o final de um dos
melhores FPSs desta geração. A idéia do post é a de compartilhar. Aliás, a
idéia inicial deste blog sempre foi a de compartilhar: as minhas opiniões
toscas e extremamente pessoais e parciais sobre os jogos eletrônicos. Mas a
questão é que eu quero compartilhar algo mais físico e palpável desta vez.
OBJETIVO DO CONCURSO
CULTURAL (JÁ QUE A MARTA NÃO ACHA QUE GAMES SÃO CULTURA EU DECIDI CHAMAR A
PROMOÇÃO DE CONCURSO CULTURAL. E EU SEMPRE QUIS USAR ESSA EXPRESSÃO “CONCURSO
CULTURAL’) SOBRE O BIOSHOCK INFINITE
Óbvio, o objetivo da promoção é premiar um dos leitores do
blog com uma cópia original do jogo Bioshock Infinite. O game é novo e está
lacrado. O mesmo será enviado via carta registrada, assim que eu descobrir como
se faz isso na prática.
Além deste primeiro objetivo, a razão de ser da brincadeira
é dar a oportunidade a um dos leitores do blog de conhecer um jogo muito bom e
apreciado por este que vos escreve.
REGRAS DA PROMOÇÃO
CULTURAL DO CONCURSO PROMOCIONAL DO BIO INFINITE
1- para participar é necessário postar um comentário (neste
mesmo post) relatando QUAL A COISA QUE
VOCÊ ACHA MAIS LEGAL NA SÉRIE DE JOGOS BIOSHOCK. E como série Bioshock
entenda-se: Bioshock 1, Bioshock 2 e o próprio Bioshock Infinite (a série
System Shock fica de fora pelo simples fato de que não joguei nenhum dos dois
jogos, então não teria a menor graça). Sim, eu sei que soa meio paradoxal falar
algo sobre um jogo que ainda não conhece para poder concorrer a este mesmo
jogo. Aí eu explico: “COISA MAIS LEGAL”
PODE SER QUALQUER COISA. Um cartaz que você acha interessante por algum
motivo particular. Uma frase que ficou marcada na sua cabeça. O visual de algum
item, personagem ou design de cenário. Um momento do enredo. Uma música. Qualquer coisa.
Vale lembrar que a descrição não terá peso na escolha do
vencedor (explico mais adiante), mas gostaria de pedir aos participantes que:
A - não inventem algo que realmente não significou uma boa
experiência para vocês;
B - não falem qualquer coisa apenas para participar e
concorrer ao prêmio. Comentários sem noção ou que não levem a sério o espírito
da brincadeira serão sumariamente removidos do post (ou, pra ser mais exato,
nem chegarão a ser publicados);
C - se você não possui um PS3 ou já possui o game, peço
encarecidamente que deixe a oportunidade para quem ainda não conhece o jogo.
Infelizmente só possuo a cópia para o console citado acima, então gostaria que
o espírito de compartilhamento descrito no começo do texto fosse levado em
consideração durante toda a brincadeira. ATUALIZADO POR CAUSA DA REBECA: se você já possui o jogo e não quer participar para não diminuir as chances de outra pessoa ganhar, ao menos deixe a sua opinião sobre o que você mais curte na série.
2- além do comentário é necessário deixar um endereço válido
de email para legitimar a sua participação e identidade. Adianto que o
endereço de email é sim necessário, mesmo antes de sabermos quem é o vencedor,
para que eu possa atribuir identidade ao participante e, dessa forma, realizar
o sorteio (reze aos deuses da aleatoriedade. Quem sabe eles deixam de ser uns
sacanas e te dão uma mãozinha dessa vez...).
Vale lembrar, ainda, que POSTAR COMO ANÔNIMO E AINDA QUERER PARTICIPAR É TIRAR SARRO DA MINHA
CARA E PEDIR DEMAIS. Ao menos tenha o bom senso de se identificar;
3- falando em sorteio, adianto informando que não será
utilizado nenhum método mais elaborado para a realização do mesmo. Eu mesmo serei o responsável pela forma de sorteio (que será a que eu achar menos tosca possível). Nada de
loteria federal dessa vez. Mas dando uma de Roberto Carlos e falando sério: PARA PARTICIPAR, TEM QUE CONFIAR. Eu
sei, eu roubei mais uma frase de um querido blog que frequento diariamente. Mas
é que ela expressa de forma exata o que eu quero dizer: a promoção é uma
brincadeira e não deve ser levada tão a sério. Isso não significa que
permitirei qualquer tipo de fraude ou vantagem por parte de qualquer
participante (acredite, eu saberei). E quando falo qualquer incluo pessoas que conhecem o mantenedor
do blog na vida real e colegas da PSN. As regras de participação são claras e
estão aí para serem lidas. Então vamos participar descontraidamente!
4- o resultado sai no próximo sábado, dia 27 de abril, se tudo correr como o planejado.
Bem, é isso. Espero que o contemplado seja um jogador e
apreciador da série, dotado de toda a sensibilidade necessária para aproveitar
o ótimo game que é Bioshock Infinite. Caso isso não aconteça a culpa é dos
desocupados deuses da aleatoriedade e seus malditos dados de trezentas faces.
Para começar a brincadeira, gostaria eu mesmo de ser o
primeiro a descrever uma das coisas que mais acho legal na série Bioshock com a
frase:
“Por gentileza, você
gostaria de clicar agora mesmo no botão ‘comentário’ e participar da promoção
do Bioshock Infinite”?
P.S: se você não entendeu a referência, rezo para que os
deuses da aleatoriedade não sejam nem um pouco favoráveis a sua pessoa...