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sábado, 27 de abril de 2013

RESULTADO DA PROMOÇÃO

A promoção do Mais Um Blog de Games foi um total fracasso.
Depois de uma semana apenas dois participantes, de fato, concorreram ao jogo Bioshock Infinite.
Mas, do ponto de vista pessoal, a promoção foi um sucesso. Isso porque o vencedor não só é uma pessoa que merece muito ganhar o jogo como é um dos meus amigos de horas difíceis na PSN.

Para não me prolongar sem necessidade, entrarei em contato com o vencedor para pegar os dados do envio do game. Mais uma vez, o envio será feito por carta registrada assim que a minha rotina me permitir. Espero contar com a paciência e compreensão do ganhador.



Au Revoir!

sábado, 20 de abril de 2013

PRIMEIRA (E PROVAVELMENTE ÚNICA) PROMOÇÃO DO MAIS UM BLOG DE GAMES

Eu perdi a minha. Dá essa cópia pra eu, Shadow......













Bioshock Infinite é um jogo excelente. É grande na medida certa (apesar de que todos os jogos desta série são acusados de serem curtos, coisa da qual eu discordo totalmente). Gira 100% em torno do próprio enredo e da relação de Booker e Elizabeth. É lindo de morrer (mesmo que as versões para consoles sejam inferiores ao PC, como dizem, isso não torna esse jogo menos bonito) e tem um daqueles finais impactantes que conseguem me deixar com aquela sensação de “o que raios vai acontecer agora?”.
Esse efeito, o de deixar o jogador/telespectador/leitor sem a mínima noção ou idéia do que virá depois é uma das coisas que mais gosto em uma obra de entretenimento. E o Bioshock Infinite consegue alcançar esse feito.
Mas o post não é para dar spoilers sobre o final de um dos melhores FPSs desta geração. A idéia do post é a de compartilhar. Aliás, a idéia inicial deste blog sempre foi a de compartilhar: as minhas opiniões toscas e extremamente pessoais e parciais sobre os jogos eletrônicos. Mas a questão é que eu quero compartilhar algo mais físico e palpável desta vez.

OBJETIVO DO CONCURSO CULTURAL (JÁ QUE A MARTA NÃO ACHA QUE GAMES SÃO CULTURA EU DECIDI CHAMAR A PROMOÇÃO DE CONCURSO CULTURAL. E EU SEMPRE QUIS USAR ESSA EXPRESSÃO “CONCURSO CULTURAL’) SOBRE O BIOSHOCK INFINITE

Óbvio, o objetivo da promoção é premiar um dos leitores do blog com uma cópia original do jogo Bioshock Infinite. O game é novo e está lacrado. O mesmo será enviado via carta registrada, assim que eu descobrir como se faz isso na prática.
Além deste primeiro objetivo, a razão de ser da brincadeira é dar a oportunidade a um dos leitores do blog de conhecer um jogo muito bom e apreciado por este que vos escreve.


REGRAS DA PROMOÇÃO CULTURAL DO CONCURSO PROMOCIONAL DO BIO INFINITE

1- para participar é necessário postar um comentário (neste mesmo post) relatando QUAL A COISA QUE VOCÊ ACHA MAIS LEGAL NA SÉRIE DE JOGOS BIOSHOCK. E como série Bioshock entenda-se: Bioshock 1, Bioshock 2 e o próprio Bioshock Infinite (a série System Shock fica de fora pelo simples fato de que não joguei nenhum dos dois jogos, então não teria a menor graça). Sim, eu sei que soa meio paradoxal falar algo sobre um jogo que ainda não conhece para poder concorrer a este mesmo jogo. Aí eu explico: “COISA MAIS LEGAL” PODE SER QUALQUER COISA. Um cartaz que você acha interessante por algum motivo particular. Uma frase que ficou marcada na sua cabeça. O visual de algum item, personagem ou design de cenário. Um momento do enredo. Uma música. Qualquer coisa.
Vale lembrar que a descrição não terá peso na escolha do vencedor (explico mais adiante), mas gostaria de pedir aos participantes que:

A - não inventem algo que realmente não significou uma boa experiência para vocês;

B - não falem qualquer coisa apenas para participar e concorrer ao prêmio. Comentários sem noção ou que não levem a sério o espírito da brincadeira serão sumariamente removidos do post (ou, pra ser mais exato, nem chegarão a ser publicados);

C - se você não possui um PS3 ou já possui o game, peço encarecidamente que deixe a oportunidade para quem ainda não conhece o jogo. Infelizmente só possuo a cópia para o console citado acima, então gostaria que o espírito de compartilhamento descrito no começo do texto fosse levado em consideração durante toda a brincadeira.
ATUALIZADO POR CAUSA DA REBECA: se você já possui o jogo e não quer participar para não diminuir as chances de outra pessoa ganhar, ao menos deixe a sua opinião sobre o que você mais curte na série.


2- além do comentário é necessário deixar um endereço válido de email para legitimar a sua participação e identidade. Adianto que o endereço de email é sim necessário, mesmo antes de sabermos quem é o vencedor, para que eu possa atribuir identidade ao participante e, dessa forma, realizar o sorteio (reze aos deuses da aleatoriedade. Quem sabe eles deixam de ser uns sacanas e te dão uma mãozinha dessa vez...).
Vale lembrar, ainda, que POSTAR COMO ANÔNIMO E AINDA QUERER PARTICIPAR É TIRAR SARRO DA MINHA CARA E PEDIR DEMAIS. Ao menos tenha o bom senso de se identificar;

3- falando em sorteio, adianto informando que não será utilizado nenhum método mais elaborado para a realização do mesmo. Eu mesmo serei o responsável pela forma de sorteio (que será a que eu achar menos tosca possível). Nada de loteria federal dessa vez. Mas dando uma de Roberto Carlos e falando sério: PARA PARTICIPAR, TEM QUE CONFIAR. Eu sei, eu roubei mais uma frase de um querido blog que frequento diariamente. Mas é que ela expressa de forma exata o que eu quero dizer: a promoção é uma brincadeira e não deve ser levada tão a sério. Isso não significa que permitirei qualquer tipo de fraude ou vantagem por parte de qualquer participante (acredite, eu saberei). E quando falo qualquer incluo pessoas que conhecem o mantenedor do blog na vida real e colegas da PSN. As regras de participação são claras e estão aí para serem lidas. Então vamos participar descontraidamente!

4- o resultado sai no próximo sábado, dia 27 de abril, se tudo correr como o planejado.

Bem, é isso. Espero que o contemplado seja um jogador e apreciador da série, dotado de toda a sensibilidade necessária para aproveitar o ótimo game que é Bioshock Infinite. Caso isso não aconteça a culpa é dos desocupados deuses da aleatoriedade e seus malditos dados de trezentas faces.

Para começar a brincadeira, gostaria eu mesmo de ser o primeiro a descrever uma das coisas que mais acho legal na série Bioshock com a frase:

Por gentileza, você gostaria de clicar agora mesmo no botão ‘comentário’ e participar da promoção do Bioshock Infinite”?

P.S: se você não entendeu a referência, rezo para que os deuses da aleatoriedade não sejam nem um pouco favoráveis a sua pessoa...

Trinta sucessos, dificuldade 20


Au Revoir!

quarta-feira, 20 de março de 2013

OVOS DE PÁSCOA DA IRA

Rage foi um dos jogos mais controversos que eu joguei nesta geração.

Partindo das mentes criativas da empresa que praticamente criou o gênero FPS, Rage prometeu mundos e fundos mas não cumpriu nem metade disso. As minhas impressões sobre o game podem ser conferidas aqui.

O fato é que, independente de todos os seus problemas e de todos os contras apontados pela imprensa de games, Rage é um jogo muito bom. E quem está dizendo isso? Eu, oras, e se a minha opinião não conta o que diabos você está fazendo aqui no Mais Um Blog de Games?
De fato, Rage passou umas boas semanas no cálido interior do meu PS3 e até protagonizou uma triste novela envolvendo a falta de uma maldita carta de baralho e a perda de dois troféus difíceis de destravar.

Diliça!

Mas como sou uma pessoa muito sentimental e bondosa, gostaria de falar sobre ovos de páscoa (?!?).
Sim, eu sou um ranzinza incorrigível e detesto (resolvi abolir o verbo “odiar” do meu vocabulário, exceto quanto certos jogos ruins com os numerais romanos XIII estiverem em discussão) ovos de páscoa. Por que raios uma pessoa vai pagar mais de R$20,00 por 120g de chocolate, quando pode comprar barras de chocolate ou caixas de chocolate sortidos em uma proporção bem mais justa? E eles nem são tão gostosos assim. São mais gordura que chocolate. E é por isso que eu gosto de chocolate amargo ou meio amargo (não tem nada a ver com a minha personalidade não. Eu disse que sou ranzinza, o que é bem diferente de amargo): eles têm menos gordura e mais cacau e... é, me empolguei um pouco. Esse é o problema de se usar um blog para fazer desabafos sobre males seculares que estavam guardados há... séculos dentro de você.

Olha a safada ali, comendo miojo
Retomando o assunto games: Rage é um jogo com muitos problemas. Mas a quantidade de problemas desse jogo é diretamente proporcional à enorme quantidade de referências a outros jogos e tantas outras fontes de cultura e entretenimento inútil que podemos encontrar por aí.
Enquanto sofria procurava conteúdo que me ajudasse na árdua tarefa de conquistar todos os troféus da (irracional e intransigente) lista de Rage me deparei com um interessantíssimo artigo que revela todos os ovos de páscoa contidos em Rage. Ou melhor, o artigo fala dos Easter Eggs, aquelas referências (geralmente sobre o mesmo universo em questão) encontradas em um game que não tratam, necessariamente, do mesmo jogo que você está jogando.
Raios! Acabei complicando uma coisa que é muito fácil de exemplificar: lembra no Final Fight 2, quando você lutava naquele cenário que dava pra ver a Chun Li comendo um yakisoba em um restaurante de rua? Aquilo era um easter egg. E sim, foi o meu primeiro easter. E sabe como é: o primeiro easter egg com a Chun Li a gente nunca esquece...


AVISOS SOBRE O POST

O primeiro aviso é: SE VOCÊ GOSTA DE JOGOS DE TIRO E AINDA NÃO JOGOU RAGE, VÁ CORRER ATRÁS DO LUCRO E TERMINAR O JOGO O QUANTO ANTES. Ah, antes que eu esqueça: procure não nutrir muita expectativa com o final do jogo. Jogue e seja feliz com o estiver entre o começo e o final de Rage.

O segundo aviso é: meu texto não contém spoilers. Se você ainda não jogou o jogo pode e deve ler o texto. Isso vai garantir que você não perderá momentos legais durante o jogo apenas por causa da mania idiota do criadores de easter egg de achar que os jogadores de games têm o dom da adivinhação.



EASTER EGGS, REFERÊNCIAS E TANTAS OUTRAS COISAS MAIS QUE EU CONSEGUI ROUBAR DE UM ARTIGO DA RAGE WIKIA

Bem, o termo mais apropriado seria “traduzir”. Como eu não tenho paciência de esperar meses até que alguém do Neogamer tenha a coragem de traduzir esse artigo, decidi eu mesmo fazer isso por achar os easter eggs de Rage deveras interessantes.

Só pra parar de enrolar: mantive os nomes originais (de alguns) para facilitar a vida daqueles que quiserem pesquisar na net. E eles são tantos que estão separados por categorias. Por esse motivo decidi (neste exato momento, enquanto escrevo) que só citarei os de maior relevância, pois alguns deles são muito específicos da cultura americana e outros não parecem fazer o menor sentido.
E, ainda, caso as fotos não saiam com uma qualidade muito boa, fiquem sabendo desde já que é porque eu as “traduzi” do mesmo artigo citado acima, se é que deu pra entender...



EASTER EGGS (putz, anda logo com isso, Shadow!)


 BLAKE BOBBLE HEAD - um bobble head é um daqueles bonequinhos de pára-brisa de carro que ficam balançando a cabeça. Geralmente eles vêm mais na forma de havaianas dançando hula-hula.
Bem, o caso é que Blake Griffin é um jogador de NBA dos EUA. O que esse cara fez aos criadores do jogo para que tal homenagem fosse feita eu posso apenas especular...



CHARON THE FERRY MAN – essa aqui é tão óbvia que até eu (que sou meio tapado pra essas coisas de achar coisas escondidas) consegui sacar de primeira: Charon é um personagem que te leva de uma cidade à outra no jogo. Seu nome é traduzido como Caronte. Se ainda se faz necessário explicar de onde vem essa referência, sinto informar duas coisas: você precisa ler mais e você precisa assistir mais Cavaleiros do Zodíaco.


CONCEPT ART GRAFFITI - são pinturas de grafiti espalhadas por todo o game. Fazem referência a diversos jogos da ID. Não tem foto específica dessa. Serve mais para você prestar mais atenção da próxima vez que jogar.




DEATH RACE REFERENCE – Death Race é um filme dos anos setenta. Conheci ele através de um artigo do Retina Desgastada .
Ao filme eu nunca assisti, mas o game diz que o carro Monarch (o melhor de todos) fica parecido com um dos carros do filme (a refilmagem de 2008) depois de dados todos os upgrades.




DEV GRAFFITI ROOM – esse Dev é de developers. É uma sala toda grafitada com um logo da Id no centro. Ela garante um troféu, que eu perdi por não ser obsessivo o suficiente para vasculhar cada milímetro quadrado do game (eu só vasculhei em cm2 ) atrás da bendita sala.
O mais relevante sobre a sala é que dá pra ver um autógrafo do Cacodemom, o famoso Observador dos jogos de Doom.


REFERÊNCIAS A DOOM


ACHIEVEMENTS/TROPHIES – os troféus e conquistas do game relativos a níveis de dificuldade são uma referência aos níveis de dificuldade da série Doom. Hurt me Plenty (traduzido por mim como: “Bate que eu gosto, safado!”; Ultra-Violence (violento da porra!) e Hey, not too rough! (mamão com açúcar).
Tem também o Rage Nightmare, referente ao nível de dificuldade Nightmare dos mesmos jogos.

ROCKET LAUNCHER – se você equipar o lança-mísseis e ficar totalmente parado por CINCO MINUTOS começa a rodar o Doom clássico na tela de LCD (?!?) da arma. Bem legal, não? Essa eu vou tentar da próxima vez que jogar.




DOOM COMIC – um carinha chamado Dallas, no Second Chance Bar, pode ser flagrado lendo um gibi de Doom (páginas 6 e 2 pra ser mais preciso).





BLACK COFFE MUG – se você pegar um item com esse nome (uma caneca de café), no seu inventário, ele se chamará DOOM BLACK COFFE MUG. Esse não testei e nem sei se eu traduzi corretamente. Fica o mistério no ar.

DOOM SECRET ROOM – sim, caro leitor do blog: dá pra jogar um pouco do Doom clássico em Rage. O procedimento para se conseguir isso é muito sacana, sendo que o game não dá nenhuma dica de como se fazer. Por isso deixo o vídeo para que você (assim como eu) não perca essa chance na primeira jogada:



E1M1 – o texto diz que esta inscrição está no canto esquerdo da “porta de Doom”, então só posso concluir que ele se refere ao easter egg acima. Essa inscrição é o nome do primeiro cenário de Doom.

DOOM SPACE MARINE BOBBLE HEAD – é o bobble head do marine de Doom. Encontrado na sala secreta do Doom.





MIXOM: A-2515 – inscrição encontrada em caixas espalhadas no game. Mixom é uma companhia do Doom 3.

DOOM T-SHIRT – o NPC Crazy Joe usa uma camiseta de Doom. Sim, por incrível que pareça eu não percebi isso...







BFG ROUNDS – essa é a munição alternativa da arma Authority Pulse Cannon. Essa eu matei de cara: essa arma faz as vezes de BFG de Doom. A munição BFG Rounds causa o mesmo efeito da arma original.

DOOM 5 E RAGE 2em Dead City Central há um pôster com os dizeres “50% less on Rage 2, Doom 5”. Ficam as especulações no ar. E sim, eu confesso que não entendi muito bem a ideia desse easter. 

Esse foi o final da referências... de Doom!




-DOPEFISH – Dopefish, Dopefish! Como eu amo um Dopefish! Dopefish... aí vem o Dopefish!
Aham... bem, se você ainda não ama o Dopefish vou logo avisando que isso vai acontecer cedo ou tarde. Explico: no game existe uma arena chamada Bash TV.
É um tipo de reality show de matar mutantes e outras criaturas asquerosas. Ou seja, algo muito parecido com o BBB, mas sem toda aquela putaria e rinocerontes anabolizados de sunga.
Um dos troféus do game exige que você consiga marcar 700 pontos em uma partida de Bash TV. Eu consegui 648 e alguns cabelos brancos de raiva na minha primeira jogada.
Mas... tudo tica mais fácil graças ao Dopefish.

Esse peixinho aparece se você atirar em determinadas luzes num cenário que tem um polvo. Não vou colocar o vídeo. Se você tem interesse corra atrás, mas o fato é que quando ele aparece nadando entre as águas de papel do cenário você pode atirar nele três vezes para marcar pontos... E CADA ACERTO VALE 200 PONTOS NA MAIOR MOLEZA!
E é por essas e outras que eu sigo cantando... “Dopefish, Dopefish! Como eu amo um Dopefish! Dopefish... aí vem o Dopefish”!

Ah, vale lembrar que o Dopefish não fez sua estréia em Rage (apesar de que, neste game, sua presença é a mais comemorada). De fato, o Dopefish já é figurinha carimbada em outros jogos da ID, como Wolfstein, Quake, Anachronox, Max Paine e Hitman.


-REFERÊNCIA A DUKE NUKEN – na Dead City, no meio de uma montanha de catarro, tem uma mulher “mumificada” que se parece muito com uma mulher seqüestrada no Duke Nuken 3D. Como joguei quase nada de Duke Nuken, deixo essa menção apenas àqueles que curtem a série.




REFERÊNCIAS A FALLOUT – a essa altura você já deve saber: Rage foi produzido pela Bethesda. A Bethesda é pau-mandado da Zenimax (desculpe, camarada você-sabe-quem, pois não consigo falar do assunto “indústria de games” com tanto profissionalismo e riqueza de informações quanto você. Isso não me abala demais, pois não é o foco do meu blog, mas deixa minha pessoa deveras Desgastada às vezes...), detentora dos direitos da série Fallout.
Então, nada mais natural que algumas referências ao game sejam feitas durante o jogo:

-DIETRICH’S MAGAZINEem Subway Town, a terceira e última cidade do game, Dietrich está lendo uma revista que diz “Fallout: A post-nuclear role playing game”.
Na mesma revista a frase “War, war never changes” pode ser lida. Há também uma imagem da explosão e um eyebot do Enclave (a pronúncia é ãnkleiv. Aposto que dessa você não sabia...) na cena, que está meio apagada.

-VAULT BOY BOBBLE HEAD – há um Vault Boy em forma de bobble head em Wellspring, a segunda cidade do game. Ele se encontra no escritório do prefeito. De fato, até na demo do game dá pra pegar esse item raro. E confesso que ele foi um dos motivos que me fizeram sentir mais vontade de comprar Rage. E confesso, também, que eu sou um panaca de marca maior quando se trata de videogame, às vezes.

Um detalhe interessante é que o esse bobble head se parece com o de Carisma do Fallout 3. O texto original tenta usar isso como justificativa para o “magnetismo pessoal” do prefeito Clayton, de Wellsprings.

-HOME ON THE WASTES – tá, essa aqui passou mais batida que a bunda da Gisele Bundchen. Se eu escrevi esse nome errado, sinto muito, sou do planeta Terra e não de Marte.
Veja o que o texto diz: “Na sala de troféus (que sala de troféus? Seria a mesma do prefeito?) toca uma versão instrumental de ‘Home on the Wastes’, música interpretada pelo Lonesome Drifter no teatro Ases do cassino The Tops, no Fallout New Vegas”.
Mesmo que eu tivesse permanecido tempo o bastante no The Tops, dificilmente eu associaria as duas músicas em contextos tão diferentes.

-REFERÊNCIA A HALF-LIFE 2em Subway Town um guarda da Authority pode ser encontrado perto de uma lata de lixo. Se você se aproximar dele ele dará uma ordem: “Pick up that can”! Depois que Raine apanha a latinha o guarda diz: “That’s a good boy”! É uma referência ao Half-Life 2, no qual um Oficial de Proteção a Civis faz o mesmo com o protagonista.
Essa cena aconteceu comigo. Mas como eu não joguei nenhum Half-Life ela também foi uma bunda de Gisele Bundchen na minha experiência com Rage.

-REFERÊNCIA A HEROES – o ícone da aba de estatísticas do inventário lembra claramente uma imagem invertida da hélice de DNA do seriado Heroes.
Outra bunda da Gisele na minha cara e eu não vi. Mea Culpa...


-LOGOMARCA DA ID – o logotipo da Id software pode ser encontrado no salão principal, onde J.K. Stiles fica sentado em uma poltrona. Ok, agora eu tenho que admitir: eu sou um cego do kr@lho e jogo sem prestar atenção a shit nenhuma no jogo...

No cenário Ghost Hideout há algumas esculturas feitas de lixo que formam o logo da Id. Bunda, bunda... bunda da Gisele...

Mais um logo pode ser encontrado na lateral de um buggy em Wellsprings(mais precisamente no Rusty Auto Parts). Mais uma bunda. Estou começando a cansar delas.


-REFERÊNCIA A LEFT FOR DEAD – a caminhonete de reboque na placa da Mick’s Garage lembra muito o caminhão no boné de Elli, do Left for Dead 2.
A regra não mudou: nunca joguei, nunca percebi...




REFERÊNCIAS A LOST – na Wasted Garage’s, segundo andar, há uma placa de rua com os números “4 8 15 23 16 42”. Esses são os números místicos que estão associados a gordinhos que ganharam na loteria. Sim, como deu pra perceber, eu assisti a pelo menos a primeira temporada de Lost. Mas isso não me livrou da bunda da Gisele neste caso...


Na Secret Dev Graffiti Room há uma inscrição em uma parede que diz “Not Penny’s boat”! Essa é uma referência óbvia à série. Pena que nem sempre eu consigo captar o óbvio. Mais glúteos que estavam na minha cara e eu não vi.





REFERÊNCIAS A MAD MAX – além dos óbvios roupagem de cenário apocalíptico e corridas violentas de carros, vários itens do game prestam uma homenagem à série de filmes:

-a escopeta de cano duplo cerrado, da Anarchy Edition, lembra muito a arma que Mel Gibson usa nos dois primeiros filmes;





-os Wingsticks (I Love them!) lembram muito uma arma de bumerangue que aparece em Mad Max 2: O Guerreiro das Estradas;










-bestas aparecem constantemente em vários momentos da série Mad Max;

-o Dune Buster e sua versão dos oponentes têm um estilo muito parecido com os buggies customizados que aparecem em Mad Max 1 e 2;

-da mesma forma que o item anterior, a indumentária de vários NPCs e personagens são claramente inspirados no universo dos filmes.

A posição do Shadow sobre as referências a Mad Max: eu assisti ao primeiro filme, incompleto, quando tinhas uns nove ou dez anos. Então, o que você acha? Isso! É por essa razão que eu amo os leitores do Mais Um... sempre muito sagazes e perspicazes.


-PINKIES – se você gosta de FPSs e não jogou Doom, a meu ver você devia ir para o inferno. Literalmente.
Arrume uma cópia de Doom e jogue. Não importa se é de celular, SNES, PSone, PC ou Pense Bem. Jogue esse jogo e verá um demônio cor-de-rosa que se parece com um cachorro. Por isso eu sempre chamei ele de “o cachorro”.
Bem, o fato é que em Rage o Pinky não aparece, ainda bem. Mas podemos ouvir o rugido gutural da fera sem pescoço ao coletarmos uma caixa de chiclete (eu acho) chamada “Pinkies”.
Nada de bunda agora: essa eu achei e reconheci a bela e sensual voz de Pinky na primeira vez que achei um desses itens. O nome do chiclete é uma piada com a cor do demônio, que se parece muito com chiclete mesmo. Aqui vai um vídeo com o Pinky pois quem nasceu pra ser estrela jamais deixará de brilhar:




REFERÊNCIAS A QUAKE – se você levou uma pancada muito forte na cabeça nesses dias não deve se lembrar que Quake é um dos sucessos da Id. Então, lã vai:

-SALA DE QUAKE – no mesmo esquema da sala de Quake. Sim, eu perdi essa também. Abaixo o vídeo:








-RETÍCULA - a ridícula, quer dizer, retícula da arma Combat’s Shotgun lembra muito o símbolo de Quake, se você deixar a arma parada.

-há uma inscrição em uma parede da Wasted Garage que diz “Quaker junction eight”.

-BANDEIRA – a bandeira da Authority é parecida com a bandeira Strogg. Eu sei quem são os Stroggs mas não joguei Quake também. Então, posso afirmar com certa precisão que esse é um dos artigos que mais digitei a palavra “bunda” em toda a história do blog.
Antes que eu me esqueça: aprendi como me tornar um Strogg em um vídeo deveras "educativo" indicado por um leitor do Retina Desgastada. Infelizmente não lembro o nome da pessoa e não dá para procurar de post em post. Abaixo o vídeo:




-QUAYOLA QUAYONS – primeiro uma rápida aula de inglês: crayons são aqueles lápis de giz de cera que seu filho adora testar na parede recém-pintada da casa. E sabe onde eu aprendi isso? Naquele episódio dos Simpsons no qual o Hommer fica com um desses cravado no cérebro e fica mais inteligente. Aliás, existe alguém na face da Terra que não goste desse desenho? Continuando...

No Rage existe uma caixa de lápis com o nome acima. Isso é uma piada com o fato dos críticos terem reclamado que Quake possuía “muitos tons de marrom” em seus gráficos. Nossa, quando foi que o Clodovil Hernandes decidiu fazer reviews de jogo mesmo? Gostaria de saber.

Bem, esse acontecido gerou a seguinte alfinetada por parte de um tal de Ben Yahtzee: “Eu tenho certeza que, com o benefício da dúvida, todos nós concordamos que Quake não é o que podemos chamar de ‘agradável aos olhos’. Qual a sua fase favorita no game? O castelo marrom? O templo marrom esverdeado ou o outro castelo marrom?”

O nome do item é referente a uma marca de lápis de cera chamada “Crayola”. O engraçado neste item é o sarcasmo dos criadores do easter egg: note na embalagem os dizeres: “64 tons diferentes de marrom”.
Pelo menos os caras da Id tiveram as bolas de manter os tons do jogo, diferente de uma tal de Blizzard e seu Diablo 3...


-REFERÊNCIA A UM DLC DE RAGEem Subway Town, depois de concluir a missão The Price of Power, é possível ler um anúncio com os dizeres: “Subway Town – Phase II Expansion – Openning Soon”.



-REFERÊNCIA A “O EXTERMINADOR DO FUTURO” – a imagem do troféu/conquista “RAGE Nightmare” tem uma caveira com apenas um dos olhos acesos em vermelho.



TOMMY TU-TONEem Wasted Garage há um banheiro com um grafite que diz “Tommy + Jenny”. Jenny é uma garota da música “867-5309”, na qual Tommy acha o número da garota em um banheiro.
Essa também pode ser uma referência ao jogo Prey, cujo protagonista é um índio chamado Tommy e tem uma namorada chamada Princess Peach? Raios, claro que o nome da namorada dele é Jenny. Só estava checando se os leitores não dormiram durante o post.


-WOLFSTEIN ROOM – além de Doom é possível jogar um pouco do avô dos FPSs.
A sala do Wolfstein se encontra no Ghost Hideout. Preciso dizer que passei batido por mais esse? Antes de colocar o link do vídeo ensinando a chegar lá queria ressaltar que existe um item colecionável nesta fase, o Wolf Goblet.






-REFERÊNCIAS A ZOBIELAND – gostei muito desse filme. É um filme sobre zumbis que, por algum motivo que não me interessa, acaba ficando na sua cabeça.
A referência no jogo é com relação aos Pinkies de novo, pois o personagem Tallahassee tem uma obsessão em encontrar um doce chamado Twinkie.
Eu, particularmente, acho que os caras que foram puxar essa viajaram na maionese.

A outra é sobre o tema de pintura Patrulha do veículo Cuprino. Ele tem um numeral 3 pintado na lateral. Mais uma vez, Tallahassee tem o hábito de pintar o mesmo numeral nos veículos que achava durante o filme.
Certo, essa eu concordo que tem mais chances de ser uma referência concreta.

-COGUMELOS MÁGICOS – nas Hagar Caves há alguns cogumelos que, quando coletados pelo jogador, causam um flashs na tela. Essa é uma referência a alucinógenos e cultura de drogas.
Ou talvez seja um indício do tipo de substância que os programadores faziam uso durante o desenvolvimento do game. Deve ser por isso que deixaram passar aquela terrível falha de texturas no jogo.



E aqui se encerra a minha aventura nas referências pós-apocalípticas de Rage e também meu estágio como tradutor de artigos roubados da Wikipedia.
Caso tenham gostado do meu trabalho é só enviar propostas para o meu e-mail: maisumblogdegames@bol.com.br

NOTA: quem enviar qualquer coisa que seja remotamente parecida com uma proposta de emprego será sumariamente ignorado. Eu aprendi que a palavra “sumariamente” é um repelente bastante eficaz quando queremos induzir a fazer o exato oposto do que pedimos, então espero que dê certo.

Au Revoir!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

A ÁRDUA TAREFA DE VIVER: UMA LUZ A MENOS NO MUNDO















Há quinze dias chovia e fazia frio em minha cidade.
No começo da semana, um pequeno filhote de siamês albino apareceu do nada na porta de minha casa, provavelmente abandonada por alguém ou pela própria mãe. Meu irmão mais velho e de coração mais mole a acolheu.
O estado da pequena criatura era deplorável, depois de uma visita à veterinária ficou constatado não apenas o sexo dela como a sua situação de saúde: infecção nos olhos, desnutrição e infecção respiratória. E toda essa carga em cima de um filhote de poucos dias de vida.

Começamos, então, o tratamento: pomada para os olhos; vitamina C em gotas e um antibacteriano.
A animação da pequena era notória, e se traduzia em pequenas perseguições a qualquer pessoa da casa aonde quer que ela fosse. A carência por ter sido abandonada na chuva e com poucos dias de vida chegou ao seu ápice, quando a filhote se recusava a dormir em qualquer outro lugar da casa que não fosse na cama comigo ou com meu outro irmão, abraçada em volta do pescoço.

Outra semana começava, e um novo problema surgiu: a pobrezinha não estava se alimentando por conta própria. Depois de um dia conseguimos administrar, por meio de um conta-gotas, uma daquelas papinhas para recém-nascidos que vende no supermercado. Só deus sabe como é difícil, mesmo que se trate de um filhote, forçar um gato a fazer algo que ele não quer. Mesmo assim, estávamos conseguindo dar comida três vezes ao dia.
Outra visita à veterinária e ficamos sabendo da necessidade de alimentá-la de duas em duas horas, e a culpa de estar fazendo a coisa errada, mesmo sem saber, começava a se apoderar de mim. Outra semana acabava, e o tratamento era seguido à risca. Mas algo não estava certo.
A pequena que antes corria e miava a plenos pulmões, agora se mostrava abatida e dormia quase o dia todo.
Os dias não eram fáceis. Precisávamos nos acordar com frequência para dar comida forçada, remédios e um pouco de aconchego. A única coisa que acalmava a pobrezinha era o calor de nosso peito, enquanto ela dormia enrolada em uma toalha de rosto.
Depois de ter trabalhado por quase quinze dias sem um dia de descanso, minha mente e corpo estavam chegando ao seu limite.

Alguns dias se passaram e, mesmo tomando água e comendo de duas em duas horas, seu estado só piorava. Mesmo com o rostinho mais limpo; com seu nariz tendo parado de soltar secreção e com os lindos olhinhos azuis finalmente aparecendo, a pequenina não dava sinais de melhora.
No domingo que passou, dia 2, pude perceber uma terrível piora em seu estado. Sua boca quase não se abria, ficando muito difícil para dar comida. A água, quando descia, fazia a pobrezinha sentir muita dor e incômodo. Seu estado piorava, e a necessidade de levá-la à veterinária para aplicar outra injeção de complexo B (para estimular a alimentação e sua vontade de comer) se fazia urgente.

Meu irmão mais velho voltava de uma rápida viagem, já pela noite. Fui dormir, de nove horas pois precisava acordar cedo para trabalhar, enquanto ele se encarregou de dar os remédios e alimentação.
Levantei da cama devido a um pedido de ajuda dele ao meu outro irmão, por meio de uma frase que vai ficar gravada em minha mente por toda a vida: “levanta! Eu acho que ela está morrendo!”
O desespero se abateu sobre mim e meus irmãos. As lágrimas escorriam como escorrem agora, enquanto escrevo estas palavras.
A respiração da pobrezinha alternava entre acelerada e quase que imperceptível. Só nos restava esperar e acariciar a sua cabecinha para tentar lhe trazer algum conforto.
Fui para a cama, tentar dormir, sem conseguir me livrar da terrível visão de um animalzinho sofrendo em sua morte e não poder fazer nada. Pedi ao meu irmão que a acomodasse no sofá e deixasse a luz acesa. Ele insistiu em ficar ao lado dela, pois não conseguiria dormir de qualquer forma. Depois da meia-noite ele não aguentou e foi dormir.
Ao acordar, fiquei sabendo pelos comentários dos meus irmãos que ela havia, finalmente, falecido.
Dominado por um misto de vergonha, culpa e alívio, levantei e fui trabalhar. A desculpa de que tinha “gente” doente em casa não ia funcionar mais uma vez, como havia funcionado no sábado.

No trabalho, ontem, não conseguia me concentrar. Tive que sair do salão de meu trabalho várias vezes, pois não conseguia parar de chorar. A tristeza, o medo e a insegurança que só as situações de morte trazem dominavam o meu espírito.
Um colega de trabalho, tendo me flagrado em lágrimas, tentava me consolar e entender o que estava acontecendo. Chorando muito, expliquei da melhor forma que o meu estado de nervos me permitiu. Ele apenas pediu pra eu não chorar, e que eu tomasse um copo de água. Mesmo quase podendo sentir o olhar de “tudo isso por causa de um gato”, me acalmei um pouco e tentei continuar minhas tarefas.
Mais dois colegas meus ficaram sabendo o que acontecia, e aos três eu fiz a mesma pergunta: “como um deus pode trazer um animalzinho ao mundo apenas para que ele conheça o abandono, a dor e o sofrimento?”
A melhor resposta que obtive, nos três casos, foi o mais completo silêncio.

O mais triste de tudo isso, além do sofrimento do animal (e de tantos outros seres vivos dia após dia), é a arrogância das pessoas em ditar a quem pode ser direcionado o amor. Na pior das hipóteses, confundem o sentimento citado acima com coito. Na melhor, acreditam que animais não têm alma e não têm tanta capacidade de demonstrar amor quanto um ser humano.

Não é de hoje que não sinto a menor simpatia pelo personagem descrito na bíblia, o Deus católico, evangélico ou que quer que seja. Essa minha antipatia se já se dava muito antes do falecimento de minha mãe, no ano de 2004. Então, não vejo sentido em meu discurso ser acusado de ressentimento pós perda traumática, ou falácia pró-ateísta. Até porque não sou ateu.
Se fosse questionado sobre isso há alguns anos por algum livre pensador movido pela mais sincera curiosidade, certamente minha resposta seria: sim, que era um ateu.
Mas não penso assim. Ateu, por definição, é aquele indivíduo que não crê em nenhuma forma de divindade. Eu não acho que não exista um deus. Só acho que ele está bem longe de ser aquela criatura benigna formada apenas por bondade que a bíblia descreve.
Mas eu tenho a certeza de que, se eu fosse um deus benigno capaz de criar vida, não permitiria que tais coisas acontecessem. Sou um simples humano e, ainda assim, faço o possível para evitar que elas aconteçam àqueles que estão ao meu redor.
Existe uma força maior, mas ela deve sofrer uma espécie de surdez e autismo crônicos, pois se mostra incapaz de dar ouvidos aos gritos de dor e desespero de uma criaturazinha inocente que Ele mesmo trouxe ao mundo.
Dói. Dói tanto que nem dá pra colocar em palavras. Apenas queria pedir desculpas aos leitores do blog por fugir completamente da proposta do mesmo. Queria pedir desculpas também à pequenina, por não conseguir colocar em palavras todos os sentimentos que senti ao longo desses quinze dias.
Com mais esse golpe fica a lição, à qual provavelmente eu não dar ouvidos: a de não me apegar tão facilmente às pessoas e aos outros seres; a de não achar que posso esperar sempre bondade por parte dos outros; a de não me envolver demais.

A minha pequena luz, que me fazia sentir mais compaixão e querer ser um ser humano melhor se foi. Se foi sozinha, sem entender nada do que acontecia e sem poder mensurar o sofrimento que lhe foi jogado nos pequenos ombros.
Fica a saudade de seu pequeno corpo fazendo peso sobre mim enquanto dormia. Fica este post, como forma de homenagem e de não deixar que a sua passagem em minha vida seja esquecida, sem nenhum registro.
A chuva e o frio, ao menos lá fora, finalmente cessaram.

Au Revoir...


sábado, 19 de maio de 2012

TRÊS VEZES MALDITO
















Certa noite, eu tive um sonho.
Sonhei que alguma coisa me sufocava. Desmaiei, então. Acordei suado, com um gosto estranho na boca e sentindo muita náusea. Muito enjoo.
Ainda com a visão turva, deitei a cabeça no travesseiro e voltei a dormir, com uma sensação de mal-estar que seria um presságio do mal que estava para me acontecer.
Acordo, novamente, molhado de suor e com a mesma sensação e gosto ruins que precederam meu inesperado sono. Uma queimação terrível na garganta e estômago podem ter sido o motivo do meu despertar. Tento ficar de pé, mas já é tarde.
Uma dor excruciante se espalha pela minha barriga sem ter sido convidada. Mais uma vez, tento ficar de pé. Novamente, descubro que é impossível, e tarde demais. A certeza da morte domina todos os sentidos do meu corpo. Quase posso premeditar a sensação da carne sendo dilacerada, do sangue jorrando.
Eu sei o que está por vir. Sei que não tenho muito tempo. Em que estarei pensando quando a hora chegar?

Dessa vez, acordo de verdade. Não estou banhado pelo suor, mas me encontro totalmente dominado pela certeza de que já tive esse mesmo pesadelo, ao menos, outras duas vezes. E que essa, apesar de ter sido a mais realista e aterrorizante, não foi a última vez...
Talvez as próximas horas me deem alguma pista do que vai acontecer...

Au Revoir!