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sábado, 1 de setembro de 2012

OSSOS DO OFÍCIO

Não, não é que eu tenha ficado totalmente sem ideias para posts do blog. Mesmo sendo um post curto (espero), este aqui vem à luz do dia movido por um rompante quase incontrolável de criatividade e vontade de escrever sobre algo de que eu gosto.

Eu sei, ainda não deixei muito claro o tema do artigo, mas pelo título já deu pra ter uma noção do que vem pela frente.

Os jogos de videogame sempre nos colocam diante de um conflito sedento por resolução. E conflitos não existem sem antagonistas. E que melhores antagonistas da raça humana do que seres que, um dia, também já foram humanos?
Quem acompanha o blog sabe do meu fascínio por criaturas sobrenaturais, tais como vampiros (S2. Obrigado Anne Rice); múmias; lobisomens (S2. S2. Obrigado, Lobisomem: O Apocalipse); robôs e toda espécie de autômatos (S2S2S2S2. Obrigado, Sir. Isaac Asimov). Mas as caveiras... Meu deus do céu!
Se existisse um Fã Clube Oficial dos Esqueletos, minha foto estaria pendurada em uma das paredes do edifício-sede com os dizeres “Presidente e Fundador” logo abaixo da minha imagem.

Sei que o post soará como total falta de opções de assunto, como já disse. Sei também que ele lembrará muito o estilo de escrever de um querido blogueiro que estava afastado há oito meses e voltou à ativa com um ótimo post sobre Grandes Garotas dos Animes (se isso acontecer ficarei mais que feliz com a homenagem). Mas pouco me importa. O blog é meu e preciso obedecer às ordens das minhas amadas carcaças de ossos, sob a terrível pena de ser transformado em uma delas (mais à frente explicarei melhor esse tipo de trágico destino).
Antes de começar a minha lista, preciso definir algumas características comuns aos eternamente de regime:

1-caveiras, esqueletos e afins são criaturas extremamente sacanas. Procurarei evidenciar isso da melhor forma possível ao longo do texto;

2-caveiras estão eternamente de mau humor. Isso fica claro nas suas expressões de “me acordou no meio da noite pra quê, seu filho da pátria”?;

3-elas não costumam demonstrar qualquer faculdade de raciocínio ou bom-senso. Pra quê raios um esqueleto (geralmente munido de escudo e maça/espada) precisa dialogar com sua vítima?

4-caveiras são pilares de filmes de terror trash e são legais pra caramba. Duvida? Dá uma olhada nesse vídeo aqui:



E neste blog, minha palavra é lei. Não gostou? Me processa. Que venha a lista, então.



DEKION (Caverna do Dragão)

De trás de ti, Dekion!
 Quem não conhece Caverna do Dragão? Essa série de desenhos lançada (e descontinuada) pela Marvel Comics é o maior exemplo de “entra-logo-nessa-porra-de-portal-e-para-de-tagarelar-antes-que-essa-droga-se-feche” que já se viu. Ah, vale lembrar que ela era baseada no universo dos livros de RPG Dungeos & Dragons. É uma boa lição que nos foi ensinada quando criança, a de que se você precisa fazer algo, que faça logo ao invés de ficar divagando ou reclamando. Caso contrário um velhote cabeçudo e uma dragqueen de um chifre só vão passar a eternidade maquinando para que você não consiga escapar do inferno (sem que você nem se dê conta disso).
Tá bom, eu sei que essas teorias a respeito da verdade por trás do enredo do desenho eram a maior forçação de barra nada a ver do mundo, mas exercícios de imaginação são sempre bem-vindos. Onde quero chegar?

Dekion foi um membro da ordem dos Cavaleiros Celestiais que traiu seus companheiros. E o que ele ganhou em troca? Ser transformado em caveira pelo Vingador, que sabe que a melhor maneira de punir traição que existe em todo o universo é fazendo uma pessoa virar caveira.
Dekion é muito legal, pois ele usa um daqueles conjuntos de armadura de RPG basicões que se acha no começo de jogos do tipo Diablo. Ele tem umas magias de laser com a sua espada e... é um esqueleto. Um esqueleto que consegue ficar de pé, falar e andar sem um único grama de carne em todo o corpo. Ainda bem que existem as histórias de fantasia para nos dar uma folga dessas funções biológicas pouco interessantes sobre a anatomia humana.
Esse guerreiro faz um acordo com o Vingador (palavra que vem do aramaico antigo da Pérsia Meridional e que pode ser traduzida como “Advogado”, daí você calcula as chances de Dekion se dar bem fazendo um trato com a figura) para sacanear as crianças da luz escolhidas a dedo pelo Pássaro Dourado em pessoa, em troca de se ver livre de sua maldição. E o resto é uma história que provavelmente você já conhece.

Nota: o fato mais relevante desse personagem é sobre a sua voz: enquanto ser-caveira que era, Dekion tinha um vozeirão de deixar qualquer fumante de 60 anos com inveja. Depois que se livrou da maldição, sua voz continuou a mesma (mas deixo claro aqui que, ao abandonar o seu status de caveira, Dekion perdeu todos os Perks relativos a sua condição. Só pra colocar os pingos nos is). WTF? Como ele fazia pra pegar mulher com uma voz daquelas? Abstrai...


BLOOD SKELETON (série Castlevania)



Essas caveiras fazem parte de um dos grupos mais insistentes e agressivos de caveira que se pode ver em um jogo. Tá bom, exagerei um pouco no agressivo, mas elas são bem chatinhas.
A versão normal de caveira em Castlevania simplesmente morre quando leva umas chicotadas (ou golpes de espada de vampiros emo). A Blood Skeleton, além de ser feita de sangue (????), se desmonta todinha ao invés de morrer. Elas são um tormento, pois se configuram como um obstáculo irremovível colocado nos momentos mais inconvenientes do cenário para ferrar com o jogador.
Nem me lembro se aquele crucifixo que solta um flash e mata todos os inimigos da tela afeta essa espécie de esqueleto, mas não me recordo de ter visto uma caveira dessas morrer em toda a série. Exceto, claro, no Castlevania Rondo of Blood, no qual Richter ganha um acessório de uma das donzelas (pra quê servem mulheres em jogo afinal das contas, se não for para ficarem esperando sentadas para serem salvas por heróis de penteados duvidosos e lhes presentear com itens secundários? Heim, japoneses?), é possível mandar elas dessa pra melhor definitivamente, mas é uma rara exceção mesmo dentro da série.

Foto errada, mas muito bonita
Como não quero exceder o limite de caveiras estipulado pela OMS (Organização Mundial de Skeletons), gostaria de fazer uma menção honrosa à Storm Skeleton, um dos tipos mais legais de esqueleto que já foram feitos em um jogo, o Lamment of Inocence para ser mais exato. Cara, olha a descrição desse inimigo no jogo e tenha a coragem de discordar de mim: “The bones of a person Who died in a storm. Comes apart and attacks in pieces.”
Outra menção honrosa, ainda dentro da série Castlevania, fica para a “Wereskeleton”. Aí eu te pergunto: o que é um Werewolf? É um homem que foi mordido por um lobisomem e, nas fases de lua cheia, se transforma em lobo, oras! E o que raios seria um Wereskeleton? É um homem que... foi... eh, mordido por uma caveira... cara, já deu pra sentir o que eu quero dizer, não é? Então, sem mais comentários.


SKELETON WARRIOR (Castlevania Lords of Shadow)

Olha pra trás, Gabe

Se você está diante de uma dessas ossudas, você está com problemas. Se você se vê diante de um “Esqueleto Guerreiro”, você pode tomar a liberdade de multiplicar seus problemas por dois.
No Lords of Shadow a vida não é nada fácil. Mesmo que você jogue no nível fácil. Sério: esse jogo fica na lista de jogos mais difíceis que eu joguei esse ano.
Quando chegamos a um castelo (que não é o do Drácula, desculpe por ser um estraga-prazeres), somos apresentados ao inimigo acima. E o que eu disse que caveiras têm o velho hábito de portar espada e escudo?
Um Skeleton Warrior não é apenas um esqueleto, é um esqueleto versado nas artes da guerra. E o que isso muda para o jogador? Simples: essa caveira FDP tem a habilidade de... defender com seu escudo. Parece bem óbvio? Diga isso à quantidade de vezes que tive que selecionar o comando “continue from the last checkpoint” até conseguir passar da primeira parte em que eles aparecem. E agora, a cereja do bolo: nesse jogo, elas só morrem se você executar um critical hit no final do combo. Nada tão difícil, mas terminar o combo com um critical leva um certo tempo, e Esqueletos Guerreiros não têm paciência para esperar... ou atacam sozinhos. Lembre-se disso.


CURSED REMAINS (God of War II)

É um Kratos no meio com duas caveiras fazendo sanduíche...

O nome desse inimigo pode ser traduzido como “Maldição que Perdura”...
Háááááááá!!! Pegadinha do Malandro! Eu sei, agora, que Cursed Remains quer dizer “Restos Amaldiçoados” (obrigado, você-sabe-quem!).
Elas aparecem no GOW 2. E o que eu mais gosto nessa raça de caveiras, além de sua virulência típica de todos os inimigos da série, é o seu tipo de ataque: elas se fingem de mortas, se montam diante de seus olhos na maior cara de pau e já partem pra cima rodopiando e atacando com seus braços molengas. E o pior: elas têm uma cara de mau e soltam uma risada digna do Fred Krueger. Sinistro!


RAVENANT (Doom 2)

É tapa na caveira!
Como deixar um inimigo que é um resto de ser humano ainda mais legal? Simples: coloque um topzinho branco e ombreiras que disparam mísseis teleguiados que tudo se ajeita.
Ravenant é um dos inimigos de que mais gosto na série Doom. Por quê? Você conhece alguma outra caveira em jogos (e espero que você, definitivamente, não conheça caveiras FORA dos jogos) que solta mísseis teleguiados no herói do game?
Ah, tolinho. Inimigos que atacam de longe devem ter uma óbvia deficiência em ataques à curta distância, você pensa com seus botões (do joystick, não da camisa). Ledo engano!
Os Ravenants, além de tiros de longe, possuem a forma de atacar mais legal de todos os monstros do jogo: bofetadas! Isso mesmo: um inimigo que não tem carne no corpo te ataca com bofetadas. Perceba que não se trata de socos, e sim bofetadas. Como eu tenho tanta certeza? É só prestar atenção ao barulho que elas fazem quando batem, tolinho.

Outra coisa. Olha a descrição desses inimigos, de acordo com o manual do jogo (engrish e interrogações de ironia por minha conta):

“aparentemente quando um demônio morre (????), eles (quem?) o levantam, sacodem a poeira (nada de dar voltas aqui não), amarram alguns acessórios de combate e o manda de volta ao campo de batalha. Sem descanso para os amaldiçoados, heim? Você só espera que seus (de quem? Ravenant ou jogador?) mísseis cumpram com seu papel.”

Se existir uma Associação de Defesa dos Direitos das Caveirinhas, ela deve estar em polvorosa diante de tamanho abuso. Se não existir, eu mesmo trato de fundar uma.

UMA MENÇÃO HONROSA QUE NÃO PODE DEIXAR DE SER FEITA: LOST SOUL

Um verdadeiro enxame!
Não posso falar de caveiras em Doom e deixar de lado as Lost Souls, uma cabeça de caveira que pega fogo e dá... cabeçadas em você. Com certeza elas estarão presentes em Meu Review Supremo de Doom.


SPINAL (Killer Instinct)

Diga: AAAAAHHHHHH

Voltando ao tema “nomes legais”, gostaria de dizer que o nome desse jogo é ultra vezes mais legal que “Street Fighter” ou “The King of Fighters”. Pronto, mais um pouco de justiça nerd sendo entregue direto em suas casas.
Sobre Spinal, só posso usar como argumento a própria biografia do personagem, tipo aquelas que rolavam em jogos de luta para te distrair enquanto você não saqueava algumas moedinhas da sua vó para jogar Street Fighter (sim, não era culpa sua não. É que a Capcom costuma gerar esse tipo de transtorno compulsivo nas pessoas). Descrição abaixo (mais ou menos na íntegra):

Spinal é um guerreiro revivido pela Ultratech (que nomezinho mais genérico de corporação do MAL. Sim, é esse mesmo MAL que você está pensando). Desprovido (ou desprovida. Não fica claro o sexo dessa trepeça, ainda bem!) de suas memórias, Spinal só sabe lutar. Até aí, os lutadores de Street Fighter também, e sem a desculpa de serem caveiras alteradas geneticamente.
Spinal tem mais ou menos 2000 anos, fato esse que só vem a acrescentar ao seu sex appeal. Mas o mais absurdo sobre esse personagem é o que se revela no seu final: cansado de “viver” sempre rodeado por destruição e morte, Spinal resolve dar uma pausa em sua carreira (que carreira?) e, mesmo com sua nomeação ao Oscar (WTF???????!!!!!), ele ainda encontra sérias dificuldades em “encarnar” papeis que façam jus ao seu talento.” Eu não disse que Spinal tinha Sex Appeal? Sem comentários...


KING LEORIC (Diablo)

Nem se anime: esse aí é do 3
Diablo é um RPG de ação. Mas, diferente da maioria dos RPGs, nesse jogo os inimigos vinham em quantidade limitada. Ou seja: nada de passar horas upando seu guerreiro bárbaro genérico (achou que Diablo, um dos pináculos do RPGs ocidentais, estaria livre desse inquebrantável clichê? Então preciso avisar que você nasceu no dia 31 de agosto de 2012).
Aí vinha a quest randômica do Rei Leoric para nos presentear com centenas de caveirinhas minions que nunca paravam de aparecer. Eu sei, isso tá longe de ser uma opção de upagem. Mas fazer o quê?
Isso dá início ao quiz relâmpago do Mais Um Blog de Games: o que é melhor que uma caveira? Gabarito do quiz relâmpago: uma caveira gigante e de coroa na cabeça!
Com isso, gostaria de esclarecer uma coisa à Blizzard: nós, nerds, amamos caveiras. Então, sua tolinha, não precisa adornar caveiras com coroas como isca para gostarmos ainda mais dessas adoráveis criaturas.

P.S.: algo muito engraçado sobre as caveiras de Diablo eu descobri graças à mais pura aleatoriedade: se você for de encontro ao King Leoric depois de ter aceitado a missão de coletar o cérebro de um demônio, será possível completar essa quest ao matar qualquer um dos súditos do Rei Leoric. Caveiras podem não ter coração, mas cérebro elas têm.


DRAGON TOOTH WARRIOR (Valkyrie Profile)

Debaixo dos  caracóis, dos seus cabelos...
Esse inimigo parece ser um esqueleto de um dragão de proporções humanoides.
Ele é forte. Seu golpe Crossswords (não sei o nome ao certo. É aquele golpe em que ele faz um X e dá duas pancadas em você) arranca uma boa tacada do seu life. Ele tem uma boa quantidade de HP e o pior: seu golpe post mortem Possess possui o inimigo mais próximo e dá um boost em seus atributos, além de recuperar seu HP. Ou seja: um inimigo que causa problemas até depois de derrotado. Estou começando a enxergar um padrão aqui.

O Guerreiro Dente-de-Dragão possui uma juba de leão e geralmente ataca em duplas, sendo que a sua participação mais significativa (além de toda essa fase como um todo) se dá no cenário Tower of Lizard Valeth.
Durante a batalha contra o chefe, dois desses guerreiros tomarão a frente do combate, enquanto Lizard Valeth FICA NA RETAGUARDA FEITO UM FILHO DA PUTA SOLTANDO MAGIAS EM CG UMA ATRÁS DA OUTRA NO SEU TRASEIRO SEM DÓ NEM PIEDADE.
Um Dragon morre e possui o segundo. Grande! Quando você mata o segundo, que foi possuído, quem sobra para este possuir? Iiiiiiiiiiisso mesmo que você está pensando: o mago supremo com TODO o maldito HP regenerado, com mais defesa e maior ataque.
Ah, como eram bons os RPGs de antigamente...

 E para finalizar, a caveira mais escrota e FDP de todos os jogos de videogame que foram criados e dos que ainda vão ser:


SKELETONS (Golden Axe-o do Mega Drive, não aquela bosta do PS3/360)

Alguém vai levar uma cabeçada...
Que melhor representante do gênero do que um esqueleto que se chama... Esqueleto?
As caveiras do Golden Axe foram o meu primeiro contato com esse tipo de inimigo em um jogo de videogame. E, cara, como esses bichos eram uns escrotos sem noção.
A vida dos protagonistas desse jogo era representada por uma barra subdividida de cor azul. Um ataque normal de qualquer inimigo normal removia um quadradinho dessa barra. As caveiras não eram lá um exemplo de força entre os inimigos do jogo, e sim um exemplo de resistência e pé no saco propriamente ditos.

Elas vinham em duas cores: branca (mais fraca e “menos resistente”) e a vermelha (mais forte, mais rápida, mais descolada, mais resistente...).
Ambas vinham portando (adivinhe só) espada e escudo. Atacavam com espadadas e com encontrão. Raios! Não sabe o que é um encontrão? É uma corrida seguida de uma ombrada. Parece que nunca jogou Lobisomem: O Apocalipse...
Esse encontrão não causava muito dano e, com o timming correto, podia ser cancelado se você realizasse um encontrão antes do inimigo. O problema eram os abismos.
Caveira que se preze gosta de empurrar amazonas destemidas, anões vikings senis e cavaleiros cosplay do Fábio abismo abaixo.

O melhor jeito de derrotá-las, além de muita paciência, era usando os livros de magia. As caveiras vermelhas (ou rosas, não me recordo bem) tinham uma resistência à mágica que beirava a ficha de atributos do Lorde Sauron em pessoa. Então, era bom você ter estocado uma boa quantidade de livros se quisesse derrotá-las por meio deste recurso. Mas aí você ficava sem livros para os chefes, o que já se configurava um outro problema.

Para finalizar, se você acha que as caveiras de Golden Axe não tinham muita relevância no jogo como um todo, repare quem é o figura que sustenta os personagens selecionáveis na tela de início do primeiro jogo. Pois é...

Eu jurava que tava na outra mão!

Depois de toda essa torrente de besteirol destilado, “vou ficando por aqui” antes que a falta de criatividade total se abata sobre mim. Acho que vou dar uma volta para espairecer. A noite está chegando. Talvez eu vá a uma boate... balançar um pouco o esqueleto... Ok, eu sei que essa foi terrível, mas não podia deixar uma oportunidade dessas passar em branco.


Au Revoir!

12 comentários:

  1. Adorei esse post! =D

    Valkyrie Profile é meu RPG japonês favorito. Ô joguim bom, né?

    (PS: Apóio totalmente esses surtos de "falta de criatividade". Faz sobre vampiros, um dia!)

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    1. eu sabia que você ia gostar desse post Rebeca, por isso fiz uma menção indireta a você nele (tá ficando importante, heim guria? rsrsrsrsrs).

      sobre Valkyrie, vc está falando de um dos três melhores JRPGs de PSone (em minha opinião). Final Fantasy 8 e Breath of Fire 4 (S2 para Ryu, Nina, Cray, Scias -S2S2S2S2. Scias, vc merece todos os S2 do mundo-, e Fou Sephiroth Lou) são os outros dois colocados do ranking.
      pena que a Capcom ferrou com Breath of Fire e a Square-Enix enterrou FF e Valkyrie (com o fraquíssimo Silmeria). e assim caminha a humanidade...

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    2. Ebaaa!

      Final Fantasy 8 é meu segundo JRPG favorito. =D

      Aproveitando o gancho, concordo com o que você falou do Tom Cruise ali embaixo. Tom é daqueles que geralmente interpretam a si mesmos, né? A gente não consegue dissociar o ator do personagem. Mas como Lestat estava inspirado, acho que foi a melhor atuação da carreira dele. E sou fã da Anne Rice! Ela traz uma visão menos superficial/caricata, explorando a psiquê dos vampiros.

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  2. Comentário de começo, cara, neste trecho "..sobrenaturais, tais como vampiros (S2. Obrigado Anne Rice).." por um momento achei que estava "sobrenaturais, tais como vampiros (S2. Obrigado Stephenie Meyer).." ainda bem que apens meus olhos me enganaram!!....continuando a ler este livro de 10 páginas que se diz post heheehhe.

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    1. Shadow Geisel elogiando Stephenie Meyer? tá me estranhando, Rodrigo? aqui na minha terra de cabra macho, Pernambuco, esse tipo de coisa é caso de morte viu? rsrsrsrsrsrsr
      deixando os esterótipos étnicos de lado, o primeiro filme de Crepúsculo me surpreendeu completamente... por ser minimamente assistível. e eu gosto daquela música que toca quando eles estão jogando baseball. só isso...

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    2. Pô Shadow kkkkkkkkk, não queria lhe ofender rapaz.

      Cara, já achei o filme tosco do começo, mas rapaz, depois que eu vi os vampiros ao sol virar brilhante de loja de bijuteria ao invés de ter seu sangue fervendo foi o fim, mas por forças maiores (mulher claro) eu assisti a todos....no cinema....claro, eu dormi na sala.

      Filme mesmo, acho entrevista com o vampiro muito bom, gosto muito mesmo, pode ser meio clichê falar isso mas de vampiros acredito ser o melhor (Lestat cantando Korn foi muito mal feito, mas o filme era legal....livro excelente), de game sem sombra de dúvidas o Vampire Bloodlines e o Soul River (ok, não é bem vampiro tradicional mas o jogo é muito bom).

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    3. não ofendeu não Rodrigo. eu estava brincando (quando coloco os rsrsrsrs é pq estou brincando, entendeu?).

      falar ma da saga Crepúsculo é chutar cachorro morto. a própria má qualidade dos filmes já serve de crítica suficiente. mas se vc quiser ver alguém esculachando de forma quase profissional e com muito humor, procura no Blog do Hammer (tem o link na minha lista de blogs, caso vc ainda n conheça).
      o engraçado é que o Hammer não gosta da Anne Rice, por alguns comentários que eu li em seus posts. eu gosto muito. infelizmente só li um livro dela, O Vampiro Lestat, e é um dos melhores livros que eu já li. essa escritora (junto com o autor do livro de RPGs de mesa Vampire the Masquerade) foi um dos poucos autores que conseguiu acrescentar algo de bom ao (já saturado) mito do vampiro. mesmo que vc n goste de vampiros, o livro tem muitas ideias interessantes no geral. as descrições que ela faz são muito bem feitas.
      Entrevista com o Vampiro eu só assisti ao filme, um dos melhores do gênero. Tom Cruise é um ator bem medíocre, mas naquele filme eu tiro o chapeu pro cara. provou que n era só um rostinho bonito e deu um show de interpretação. parece que ele nasceu pra fazer aquele papel (mesmo caso de Hugh jackman com Wolverine).

      A Rainha dos condenados eu assisti ao filme (não é muito bom não, mesmo mantendo um certo nível de qualidade) que passa por cima de muitos eventos que aconteceram nos livros e tenta resumir as coisas de forma que o público leigo possa entender.
      o livro eu comecei a ler quando trabalhava em um callcenter, no ano passado (nos domingos não tinha P&%*@ nenhuma pra fazer lá). e quando eu ia copiar os livros pro pendrive um dos supervisores apagou tudo. fiquei muito puto. tinha cada livro bom.
      vou criar vergonha na cara pra variar e tentar achar os livros em papel depois.

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  3. Ótimo POST, mas poderia ter colocado o famoso Dragão de ossos do Skyrim....queria lembrar o nome mas não consigo.



    ......balançar o esqueleto......podre, esta foi podre.

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  4. não esqueci do dragão de ossos não. o problema é que eu só me lembrei dele no fim do post, e não dava mais tempo de inserir. eu sei que ficou faltando uma tonelada de caveiras de outros jogos, como aquela tartaruga caveira do super mario world; a caveira gigante do Castlevania Aria of sorrow; e lá vai o trem...
    se eu fosse fazer uma pesquisa profunda sobre o tema, o post acabaria virando um Meu Review Supremo das Caveiras. eu gosto muito delas, mas nem tanto rsrsrs.
    esse post saiu "de uma vez só", no fim de tarde enquanto eu relia um dos posts aqui do blog (acho que foi sobre a BFG edition, de Doom) e conversava com meu irmão sobre como eu gosto desse tipo de inimigo em jogos.

    "......balançar o esqueleto......podre, esta foi podre."

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    1. Lembrei de um clássico, o Esqueleto do He man hehehe.

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    2. também lembrei do Esqueleto enquanto escrevia o post, mas além de eu não gostar desse personagem n dava pra incluir tudo. lembra do começo do post quando eu disse que achava que o texto ia ser curto? as ideias foram aparecendo e perdi o controle (rsrsrs). o engraçado é que os textos que eu planejo demoram muito mais pra sair e nem sempre o resultado me agrada tanto quanto os improvisados.

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    3. Improviso cara, está no "sangue".

      Sou assim também, como eu mestrava RPG 2D&D depois D&D 3.5 (a uns 5anos atras mas agora com a tecnologia possivelmente vou voltar com o pessoal das antigas....quem sabe, só os "velhos") era a mesma coisa, ia começar a escrever e quando ia ver fazia um livro hehehe.

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