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sábado, 8 de março de 2014

A QUÍMICA DO MAL...














Volta e meia eu dou uma pausa no conteúdo de games do blog para indicar um filme ou série de que eu gosto, pois a razão de ser do Mais Um Blog de Games é esta (além de falar mal de tudo que me vier à cabeça): indicar (ou não) entretenimentos que eu ache que valham à pena ser vistos pelos leitores. E, além de gostar muito de ler livros (sei que estou devendo um post sobre ótimos livros que li, mas sabe como funciona a arte de escrever sobre o que dá na telha...) e ver filmes, eu adoro assistir séries de TV.

O biquinho de Danna Scully deu muito o que falar...


Uma das melhores a que já assisti foi Arquivo X, que conta a história de dois agentes especiais do FBI (bureau federal de investigação. Sou maníaco por siglas, se ainda não deu pra notar) encarregados de tocar um departamento especializado em fatos sobrenaturais ou acontecimentos inexplicados.
Os mais “experientes” podem me lembrar de que Além da Imaginação já fazia o que X-Files fez há muitas décadas atrás. Mas aí eu terei de lembrá-los quem é que manda na Shadowlândia e de que o post é sobre as séries que EU conheço e gostaria de indicar. Sim, infelizmente não pude pegar essa fase de Além da Imaginação. Um detalhe chato, o de eu ainda não ser vivo na época que o seriado passava (ou de ser novo demais pra me lembrar), acabou impedindo a experiência.

NOTA: se você não presta atenção aos créditos no início dos episódios, preciso fazer a terrific revelação de que o criador de Arquivo X e BB têm algo em comum (tipo: mesmo nome e serem a mesma pessoa...).

"Ei, Peixe, tá fazendo o que pelo corredor"?


Outra série que gostei muito nesses tempos foi Prison Break, que fala sobre um carinha que vai pra prisão de propósito em uma tentativa de salvar seu irmão do corredor da morte. Essa eu ainda nem terminei de ver. Parei na segunda temporada. Mas o que eu vi até lá valeu muito a pena. Principalmente se você levar em consideração a minha dificuldade de não me interessar muito por histórias sem nenhum elemento de sobrenatural ou tecno-científico. Mas fica a dica.

Pare de me usar pra postar coisinhas irônicas no Facebook!


E uma das minhas favoritas, como não podia deixar de ser, é a vencedora do Globo de Ouro (merecidamente) House. Pra resumir àqueles que estavam de férias em Marte: Gregory House é um tipo de super clínico geral que resolve casos da medicina que ninguém consegue ver solução. Mas não sem algumas tentativas frustradas anteriores que arriscam a vida do paciente. O nível de ironias, humor negro e pouca fé na figura humana aqui alcançam camadas estratosféricas, então fique longe se você for dos mais sensíveis ou se simplesmente não gosta deste tipo de humor. Mas saiba que estará dispensando uma grande chance de engrandecer a sua pessoa e parecer que entende de medicina quando surgir a oportunidade de conversar com alguém da área. House é um tipo de Plantão Médico, mas sem os dramas baratos (os dramas vistos em House são bem mais elaborados e interessantes) e o queixo de bunda do George Clooney.


Quimicamente mal BALANCEADO...



Mas o motivo do post é uma outra série que ganhou diversos prêmios também (merecidamente também) Breaking Bad. E sim, o título do post foi o subtítulo que a série ganhou em sua tradução brasileira, acredite você ou não. É rir pra não chorar.

Rápido resumo, sem spoilers: Breaking Bad (que, ao meu entender, significa algo como “dando um tempo pra valer”) conta a história de um professor de química que descobre em seu quinquagésimo aniversário que tem câncer de pulmão. Então ele decide fabricar drogas usando seus conhecimentos em química para angariar fundos para sua família antes de ganhar de presente um saco preto como cobertor. E isso é tudo que eu posso falar para não estragar as surpresas e o interesse de quem ainda não viu. Aqui eu devo confessar que não senti muito interesse nessa sinopse, quando li o verso da caixa da primeira temporada nas Lojas Americanas (sempre ela...). Mas se ganhou um post no meu blog, significa que minha opinião deve ter mudado pra melhor.
No resto do texto eu não colocarei spoiler também, mas farei comentários sobre os personagens principais e sobre alguns detalhes que acho interessante. Então, se ainda não assistiu pode continuar a ler tranquilo. Se já viu, ficará sabendo o que eu penso sobre os elementos já citados e se concorda comigo ou não. Aliás, já que toquei no assunto spoiler, deixo a dica para que você NÃO OLHE NO VERSO DAS CAIXAS DOS DVDS E NEM LEIA A DESCRIÇÃO DOS EPISÓDIOS.
Eles contêm spoilers visuais que podem estragar a experiência dos bons entendedores que sacam coisas através de meias palavras, ou imagens inteiras mesmo.


WALTER WHITE- um dos melhores e mais interessantes personagens, claro. Mr. White é bem enigmático, sempre deixando uma dúvida sobre as suas reais intenções.
Não dá pra falar muito sem prejudicar o propósito do post, que é o de indicar uma coisa boa sem estragar a surpresa. E se você não é um bom fisionomista, preciso te avisar que o ator que interpreta este personagem é ninguém mais ninguém menos que o PAI DO MALCON, aquele mesmo menino gênio com uma genitora que justificaria o matricídio em qualquer corte do planeta.




JESSE- o segundo protagonista da série. A burrice de Jessé Pinkman consegue ser realmente engraçada e não tenha dúvida de que em 99% das vezes que Walter e Jesse arrumam confusão, a culpa é desse último. Foi um personagem que comecei odiando, depois passei a amar e depois voltei a odiar pelo seu “excesso de humanidade”. Assista e tire suas próprias conclusões a respeita dessa figura.





WALTER JUNIOR (AKA FLYNN)- o filho aleijado de Walter. Muito divertido este personagem. Passa longe do estereótipo de adolescente (mesmo que contra sua vontade) e fico com pena dele pela sua situação de eterna mulher traída na série (sempre o último a saber de algo).







SKYLER WHITE- a Marilyn Monroe de Albuquerque. Ela é bem engraçada e tem uma dentição que conseguiu me deixar intrigado durante as cinco temporadas que a série durou. Com certeza algumas das melhores cenas envolvem essa personagem.








HANK- é o cunhado de Walter. Mais conhecido pela alcunha de Cabeça de Minicraque, esse cara é chato pra caramba, lembrando aquele seu tio xarope que enche a cara nas festas, adora fazer piadas (sem graça) com tudo e não sabe quando parar. Nunca... Hank, definitivamente não sabe quando parar de brincar.







MARIE- é a irmã de Skyler (eita nomezinho esquisito) e esposa de Hank. Ela tem uma eterna cara de assustada e me lembra uma ótima professora de matemática que tive no ensino fundamental. Chega a ser irritante na maioria das cenas que participa, mas rende boas tiradas também.







SAUL GOODMAN- um dos meus preferidos. Parece ser irritante a primeira vista, mas é um dos personagens mais ajuizados na história.

Sim, quem assistiu até o fim vai ficar achando que eu comi cocô ao fazer uma lista tão pequena de personagens. Mas lembre da ideia de “zero spoiler” do post antes de me condenar. Seria impossível falar de um certo dono de uma cadeia de lanchonetes sem estragar a surpresa, por exemplo. Até porque o post não é um review. É apenas uma indicação de uma obra que eu acho que quem curte boas séries não deveria deixar de assistir. Ou melhor, deveria dar uma pausa em qualquer outra coisa que esteja vendo pra dar total atenção a Breaking Bad.



DRUGS ARE BAD... (PORQUE BREAKING BAD É TÃO BOM)



BB (mais uma letra B nessas iniciais e o tema do post mudaria de ótimas séries de TV para programas sobre vigilância 24 de pessoas irrelevantes para a sociedade, traseiros gigantescos e rinocerontes passeando de cuecas por uma casa) é um sopro de criatividade em uma época de lixos como Trueblood, CSI Casa da Mãe Joana, Grimm ou Sobrenatural (isso porque não baixei o nível em falar de Smallville...).

Breaking Bad aborda cenas corriqueiras do cotidiano de uma forma muito interessante, muitas vezes nos mostrando (antecipadamente) os fins para, só muito depois, nos presentear com os meios. Usa certos elementos de flashbacks e postbacks (um termo idiota que eu criei para aquelas cenas futuras que só serão explicadas mais pra frente. Eu sei que deve ter um termo melhor pra isso, mas o nome ficou na mente) para fazer com que o espectador chegue a algumas conclusões óbvias por si mesmo, mas sempre um pouco tarde demais para poder prever as consequências no enredo.



Pode não parecer, mas BB passa uma mensagem antidrogas que será captada por poucos. Um destes foi o Clarion, em um de seus vídeos. Tentarei colocar o link aqui, no esquema de “seja o que deus (ou o Youtube) quiser”. ALERTA: o vídeo a seguir faz um resumo de algumas coisas do seriado. Não chegam a ser um spoiler (eu mesmo assisti ao vídeo antes da série e ele não influenciou em nada), mas se você gosta de acompanhar as coisas do zero, pule para a próxima parte do post.



Se a ficha ainda não caiu e você não consegue imaginar o que acontece com uma pessoa que se envolve com drogas e tráfico (uma associação quase inevitável), deixarei as imagens dos efeitos de uma droga chamada Krocodil. De acordo com o site E-farsas.com, esses efeitos são reais e dão uma ideia do estrago absurdo que algumas substâncias podem fazer no nosso corpo. Isso sem falar na nossa mente e convívio social. As imagens são chocantes e, como eu sei que você já olhou pra elas antes mesmo de ler isso, só posso pedir desculpas aos mais fracos de estômago. Sim, é um caso bem extremista mas não deixa de retratar o impacto que substâncias ilícitas têm na vida das pessoas.

A ficção invadindo a realidade. Left 4 Dead não chegou nem perto dos zumbis de verdade



Sem palavras...



COMPOSTO PRECIPITADO



Breaking Bad me deixou muito preocupado até o antepenúltimo episódio. Simplesmente não parecia que daria tempo de encaixar todos os elementos pendentes no composto caótico que borbulhava no enredo da série. Mas fiquei aliviado, pois o final foi bastante conciso e não deixou pontas soltas. O que eu achei do final de BB? Gostei muito, pois relata os eventos de forma bem realista, mesmo que longe de um final feliz para quem assiste. Só achei que em determinado momento o autor perdeu o ritmo. A terceira temporada foi muito intensa. A quarta temporada, arrastada demais (o episódio Fly nos deixa perguntando o porquê de estarmos assistindo, mesmo que não seja necessariamente ruim). A parte final nos deixa com aquela impressão de que muita coisa bem mais interessante poderia ter sido desenvolvida se tanto tempo não tivesse sido gasto com alguns trechos da temporada anterior.



Mas não posso finalizar o texto sem tocar no assunto que motivou a fabricação deste post, além da ótima qualidade da série. Breaking Bad é divido em cinco temporadas, com uma quantidade variável e bem inconsistente de episódios por disco (só pra ter uma noção, a primeira temporada conta com apenas sete episódios, se não me engano, e custou R$19,00). Cada episódio tem uma duração média de 45 minutos.
O problema é que, ciente do sucesso de críticas que a série vinha alcançando, a Sony resolveu dar um golpe de baixíssimo nível no consumidor e dividir a última temporada em duas parcelas, de apenas R$79,00 cada. Sim, a segunda, terceira e quarta temporadas possuem uma média de quatro discos com três episódios cada, meio que um padrão em seriados. Mas a quinta, a final, foi dividida em duas partes de oito episódios cada.

A Sony vicia o espectador com doses homeopáticas (e caras) das temporadas e depois apronta uma dessas? Bela forma de mostrar como as drogas podem ser viciantes e prejudiciais ao ser humano. Depois reclamam dos altos índices de pirataria. De forma alguma isso justifica a prática, mas este tipo de péssimo exemplo serve para mostrar que os estúdios de cinema também carregam uma boa parte da culpa, devido a sua ganância sem rédeas.


AINDA BEM QUE ACABOU...



Essas foram as palavras do sábio Clarion sobre a temporada final de Breaking Bad. Colocarei o vídeo, mas o esquema vocês já sabem. De qualquer forma, fica a referência.



 E quer saber do que mais? Eu concordo plenamente com ele. É muito triste quando algo que gostamos vai sendo sugado até a última gota de potencial comercial até não sobrar mais nada que nos mantenha interessados (coff, coff, Resident Evil, cof , coff...), com foi o caso de Lost ou Heroes. É melhor acabar com qualidade do que ficar se arrastando como um cadáver, um moribundo, passando aquela impressão de que não tem mais ideia pra desenvolver nem nada mais de interessante pra contar.

Foram exatamente 62 dias (quase) consecutivos, um episódio a cada dia na companhia do trapalhão Walter White e seu parceiro choraminguento, começando em dezembro do ano passado. E admito que o ritual de preparação dos cristais azuis de metanfetamina vai deixar saudade.



Au79 Revoir!

segunda-feira, 3 de março de 2014

MIM COPIA, TU PROÍBE













Eu escrevo postagens para o Mais Um Blog de Games faz um bom tempo. O que poucos sabem é que eu adoro revisar meus textos. Quando estou sem muita coisa interessante pra ler no computador, ou simplesmente entediado, gosto de visitar meu blog para reler alguns textos que me deram prazer de escrever ou aqueles em que achei que consegui fazer um bom trabalho. E, durante uma dessas visitas a artigos antigos, percebi que TODAS as janelas de vídeo do post  (ATUALIZADO: nem todas) haviam sido substituídas por um quadrado em branco. Sim, eu sei. A notícia é velha, mas é que a ficha só caiu agora. Ou melhor, o bônus diário só foi descontado agora (para usar uma expressão mais atualizada).




Adorava esse ícone. Sinal de ótima qualidade na imagem dos vídeos.


Toda essa coisa de censura do Youtube deve ter começado, eu acho (e quero deixar bem claro que não estou dando nenhuma opinião baseada em fatos ou material pesquisado), por causa do sistema utilizado pelo Machinima. Pelo pouco que sei sobre isso (me corrija quem tiver tido a coragem de pesquisar mais afundo. Shame on me, eu sei...), o Machinima é um serviço do Youtube que remunera vlogers pelo seu trabalho de acordo com quantidade de likes e inscritos. Maiores detalhes são irrelevantes ao desenrolar do texto, pois não é sobre o sistema do Machinima que eu quero falar. A minha crítica será, como não podia deixar de ser, à indústria do entretenimento em si, com mais ênfase à indústria de games (tanto pelo meu conhecimento sobre esse ramo ser maior que nos outros quanto pela questão das cifras também. Ficará mais claro com o escrever de linhas...).


Essa é a forma como vejo a indústria de games atualmente


O fato: blogueiros, vlogueiros ou criadores de conteúdo de entretenimento não podem mais colocar links de vídeos de jogos, filmes ou quaisquer coisa protegida por direitos autorais em seus blogs e vídeos do Youtube. O que acontece na realidade é que muita gente consegue fazer dinheiro com seus vídeos de gameplay ou de reviews. Mas será que isso é algo tão ruim assim? Pare pra pensar em jogos mais lado B, como Mirror’s Edge por exemplo: será que houve uma propaganda digna e pesada em torno desse ótimo jogo? E será que é um mal tão grande que fãs e afins DIVULGUEM O TRABALHO DAS EMPRESAS DE FORMA GRATUITA, MUITAS VEZES GUIADOS APENAS PELO SEU AMOR PESSOAL A DETERMINADA OBRA?

Mas aí uma empresa pode argumentar que nem todos os vídeos são declarações de amor a uma obra. Existem pessoas, como no caso do Nostalgia Critics, que fazem fama (quiçá dinheiro também) criticando negativamente e detonando da melhor forma possível pérolas do cinema de qualidade mais do que questionável. Mas aí eu pergunto de novo: SERÁ QUE NÃO DEVERIA SER UMA MAIOR PREOCUPAÇÃO DAS EMPRESAS LANÇAREM PRODUTOS DE QUALIDADE AO INVÉS DE SE INCOMODAREM SE ALGUÉM FALA MAL DE SUAS CRIAÇÕES?

A Rockstar está preocupada com vídeos falando mal de seus jogos ou em trabalhar para garantir a qualidade deles? O que você acha?


Se eles estão descontentes com sistemas como o do Machinima deviam arrumar outra forma de resolver o problema. Eu sei que criadores têm o direito à propriedade intelectual. De forma alguma estou querendo defender a ideia de que um criador não pode ter controle sobre sua criação, mas proibir (e marginalizar) os fãs de seus produtos não é jeito mais cortês e eficiente de resolver uma questão delicada como essa.

Não se preocupem, nada de Meu Review Supremo Sobre a Filhadaputagem das Empresas de Games. Queria apenas oficializar a minha indignação com empresas que ficam agoniadas por saber que alguém mais além delas está tendo lucros exorbitantes com seus produtos. Acho esse tipo de atitude um verdadeiro retrocesso no boom criativo que o entretenimento sofreu com o advento da internet, no qual até um Zé Ninguém que mora nos confins da região-problema de seu país pode opinar e publicar seus textos para que o mundo todo possa ler (estou pensando grande neste momento em particular).
Isso me lembrou o caso de lojas como a Gamestop, famosa pela venda e aquecimento do mercado de games usados. Durante anos as criadoras de games fizeram de tudo (desde lobby em congresso a se utilizar de táticas como códigos de autorização) para desestimular e coibir o ganho de dinheiro indireto com seus produtos. Aí fica a pergunta: será que o faturamento com jogos é tão pequeno a ponto da venda de usados abalar as fundações dessa indústria? Ou seria mais um caso de ganância e egoísmo canibais?

Esqueci de checar o registro de patentes antes usar imagem das marcas "telefone" e "tubo de papel".


Do jeito que as coisas andam, daqui a pouco nem poderemos mais utilizar imagens de jogos na edição de postagens. Então a caça às bruxas se prontificará a punir os incautos que fizerem menções escritas a jogos, filmes e quaisquer produtos protegidos por direitos autorais. Eu sei que é exagero, mas esse tipo de vitória do lado negro da força me lembra muito algumas tentativas frustradas de censurar o conteúdo da rede mundial. Depois de não poder emprestar o seu jogo, vendê-lo ou comprá-lo de terceiros, precisar de conexão com internet pra jogar até mesmo campanhas off-line e não poder mais falar sobre o entretenimento que mais gosta, o que virá depois disso? Sinceramente, eu prefiro nem saber...


Au Revoir!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

CONSOLE DE BANANAS...













A Sony do Brasil resolveu finalmente revelar a sua estratégia de aumento de vendas do console da empresa concorrente, o Xbox One. Nesta quinta-feira, 17, a Sony do Brasil apresentou uma ferrenha campanha de marketing para alavancar as vendas do novo aparelho de nova geração da Microsoft, das quais podemos citar a sua principal carta na manga: ANUNCIAR O PREÇO DE R$4000,00 PARA O CONSOLE EM SEU LANÇAMENTO NO BRASIL.

Enquanto isso na internet, centenas de sites de notícias queimam exemplares e mais exemplares de seus melhores aparelhos de calcular, a fim de entender como um console que custa U$100,00 a menos pode chegar ao nosso país custando o dobro do seu concorrente, o Xbox One (te amo, Microsoft! PS2).



A melhor arma contra um idiota é sua própria língua...

Au Revoir...