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sábado, 27 de outubro de 2012

JOGANDO SEM HONRA










Depois de uma instalação brutal que bateu todos os recordes de espera (até a do Bioshock e a do Metal Gear 4), finalmente pude conferir por conta própria se estava diante de mais um furioso filhote do hype exagerado ou de algo que realmente valia um pouco do meu precioso tempo livre. Começava a minha jornada em busca da honra!


ASPECTOS GERAIS

Esquerda... Direita... Subo no teto... Quê que eu faço?!











Eu sou maníaco por detalhes. Disso, todo mundo já sabe. E, quando estou diante de um novo universo introduzido pelos jogos eletrônicos, pode ter certeza que a minha costumeira ansiedade e impaciência se esvaem como fumaça.
De fato, eu presto tanta atenção a detalhes em um novo jogo que jogar novos títulos (depois da criação do blog) acabam virando uma tarefa mais trabalhosa que divertida: olho vivo em falhas de toda natureza; olhar crítico, apesar de todas as emoções com o novo brinquedo; infinitas paradas para anotar observações no meu Caderno de Primeiras Impressões. Tudo isso para que nada escape do meu farol de crítica, que procura por qualidades (boas ou más) com uma virulência digna do Olho de Sauron em busca do seu Um Anel. Nossa! Espero que essa frase não seja mal interpretada.

Mais uma vez, fugi do assunto: o que eu quero dizer é que os primeiros detalhes do Dishonored me chamaram muito a atenção, e de uma forma agradavelmente positiva. Aqui vão alguns detalhes pequenos, mas que para mim são de suma importância, pois revelam um pouco do esmero (ou falta de) que a equipe teve com sua criação:

Fala com a minha mão, mano!











-no jogo podemos falar com quem quisermos, através do botão quadrado. Isso pode parecer bobagem, e certamente a frase acima seria lida com a maior das estranhezas se estivéssemos a uma geração atrás, mas com representantes dos games como Final Fantasy 13 (sim, eu odeio esse jogo, caso ainda não tenha ficado claro) esse detalhe acaba sendo bastante relevante;

Caiu da mudança, foi Corvo?











-onde raios foi parar aquela (maravilhosa) CGI na qual Corvo ganha a sua marca de vacina de um visitante misterioso? Por que os desenvolvedores fazem esse tipo de coisa? Deve ser uma conspiração feita só pra me irritar;

Não era desses pés que eu falava. E tome fogo na caveira!











-mesmo que as TVs de hoje em dia reproduzissem cheiros, isso não seria um problema com Corvo, pois não podemos ver os seus pés enquanto ele anda, ou em momento algum. E eu DETESTO FPS QUE NÃO DÁ PRA VER OS PÉS DO PROTAGONISTA. Isso dá a impressão de que estamos controlando um fantasma invisível, que interage com as coisas por meio de telecinese.
Dead Island, Mirror’s Edge e outros jogos que não me recordo agora: EU GOSTO UM POUCO MAIS DE VOCÊS PELO FATO DE PODERMOS ENXERGAR OS JOANETES DA FAITH E DO LOGAN. Pronto. Falei;

Infelizmente, essas não são as legendas...











-as legendas de Dishonored são minúsculas, assim como os jogos da série no qual ele se inspira (se você não conseguiu perceber a que série me refiro posso dar uma dica: DISHONORED CHUPA MUITA COISA DE BIOSHOCK. Ops! Isso acabou não sendo uma dica...).
Raios! Isso não teria muita importância em jogos como Binary Domain, Call of Duty ou... Final Fantasy 13, nos quais não precisamos saber uma linha de roteiro para avançar na história (e tampouco ela faz diferença como um todo, exceto pelo FF13, tenho que admitir). Mas em um jogo em que PRECISAMOS saber o que fazer e COMO fazer, essa pequena falha (perdão do trocadalho) acaba enchendo bastante o meu saco. Ah, você não se importa? Parabéns, Pernalonga.

Comer no OUTRO sentido!











-podemos comer. Como eu já disse, este game chupa muita coisa de Bioshock. E o qual o lado bom de chupar elementos de um jogo bom? É que você acaba, mesmo que sem querer, tendo uma boa fonte de inspiração e mantém um certo padrão de qualidade. Isso, se um mínimo de competência estiver em questão, claro.
Bem, eu adoro comer. Sou magro, mas como que nem um desesperado. Isso se a comida for ruim. Se for boa, eu como que nem um zumbi mendigo que passou uma semana caminhando sem rumo antes de virar zumbi.
Eu adoro comer em jogos também, e é por isso que eu adoro Bioshock, Fallout e outros jogos em que comemos ou colecionamos itens comestíveis;

É Potion que não acaba mais!












-nada de vida regenerativa. Se você se machucar e ficar com o pé na cova (como eu, pois teimo em jogar no nível Hard) pode tomar um elixir para recuperar HP. Ou comer coisas. Aliás, porque diabos água regenera HP em certos jogos de videogame? Deixa pra lá.
Se você é um daqueles jogadores Hardcore cansados de soldados Johnson metidos a Wolverine, Dishonored oferece o ombro para você descansar desse clichê estabelecido dos games;

...











-Corvo é mudo! E isso NÃO é uma coisa boa, caso não tenha dado pra perceber.
Jogar um jogo de RPG em que controlamos um ruivinho de cabelo espetado que não diz uma palavra mesmo depois de ter dado uma topada federal é uma coisa. Agora (toma essa, minha professora de português: um advérbio de tempo exercendo função sintática de conjunção adversativa! Videogame não leva a lugar nenhum? Engole essa, então!), presenciar um personagem que não abre a boca nem pra se defender da acusação do assassinato de uma imperatriz? Isso já soa meio irreal e passa um pouco da conta. E sim, Isaac Clarke, eu ainda acho que você devia ter entrado mudo e saído calado do Dead Space 2. O relato acima não muda nada


GRÁFICOS

Quanto estilo











Tá aí um ponto muito, mas muito decepcionante em Dishonored. Não sei se é uma questão de versão. Não sei se os produtores maquiaram os vídeos de gameplay (procure no Youtube ou confira o post Pouca Honra deste mesmo blog, no qual eu disponibilizei dois trailers de jogabilidade. Por “disponibilizei”, entenda-se: copiei do Youtube na cara de pau). O que eu sei é que o visual de Dishonored é muito pobrezinho.

Este jogo segue um estilo de animação e visual semi-cartunescos. E isso funciona muito bem para esse tipo de ambientação. Mas fica aquela pulguinha atrás da orelha, a de ter sido ludibriado por desenvolvedores que não confiam no próprio taco e ficam lançando trailers maquiados para enganar o jogador.
A incompetência no visual de Dishonored fica mais que evidente nas moedas que representam o dinheiro do jogo: a sua forma hexagonal, para mim, não passa da mais clara admissão de culpa por parte dos criadores, que não conseguiram porque nem se quer tentaram.



Felizmente, esse aspecto do game não atrapalhou nem um pouco a experiência que tive, até então, com o jogo. Por se tratar de um problema que não compromete a diversão, abordarei o próximo tema sem dar muita importância a este. E, se isso é um defeito grave pra você, o titio Shadow te aconselha a jogar Final Fantasy 13 (eu te odeio!) até babar verde por andar em linha reta.


SOM

Depois da memória flash? Cartões perfurados, claro!












Música e efeitos sonoros.
A parte da música eu ainda não prestei tanta atenção quanto devia (acredite: é difícil se concentrar com esse jogo, de tanta coisa que tem pra fazer ao mesmo tempo!).
Ainda não encontrei nenhuma faixa que justificasse uma vaguinha no concorrido mp3 do meu celular, mas posso adiantar que eu gostei do que vi. Ou melhor, do que ouvi.

Os efeitos sonoros são muito bons. Espere até a parte em que encontramos... como posso dizer isso sem causar spoilers (sim, causar, pois spoiler é uma doença grave na Shadowlândia, que leva à morte em questão de segundos)... Bem, não tem como falar disso sem dar spoilers mas eu sinto que, do fundo do meu coração, esse vem sendo um dos elementos mais legais do jogo até agora. E os efeitos sonoros tem um pouco a ver com isso.


JOGABILIDADE

Sacou? Jogabilidade... jogando ratos...











É nessa parte que eu começo a ficar com preguiça de escrever (e louco para ir correndo acertar uns headshots no multiplayer de Bioshock 2) e resumo tudo neste tópico. E não, não falarei sobre a história. Pode dizer que é preguiça, se quiser. Mas eu acho que o enredo de um jogo deve ser julgado por quem joga, e não por terceiros.
Começando...

Dishonored, pra quem não sabe, é um jogo de tiro com elementos de stealth. Você não entende lhufas de inglês e não sabe o que é stealth? Explico: lembra, nas brincadeiras de infância, quando você e seus amigos brincavam de esconde-esconde e você tinha que chegar de mansinho por trás do carinha que ia procurar para poder bater na parede antes que ele te visse? AQUILO ERA STEALTH, E DOS BRABOS!
Bem, não acho que esse exemplo seja o melhor para definir o que seja a jogabilidade deste jogo em questão, mas já dá uma ideia. E, antes que algum troll FDP venha me dizer que já existia isso há mil anos em jogos como Thief ou Metal Gear, eu pergunto: o fato de stealth não ser uma coisa nova ou original impede que um jogo se utilize de tal artifício? Não. Não, impede. Então, prosseguindo...

Silêncio! Não vê que eu tô no modo Stealth?











Um problema que eu tenho com jogos desse tipo é que eu sou impaciente pra caramba.
Sabe aquele tipo de gente que fica desesperado em uma fila de banco, pela total falta do que fazer ou lugar para olhar que não seja a cara amarrada de pessoas tão entediadas quanto ela? Esse sou eu.
E isso atrapalha muito na hora de jogar esse tipo de jogo.

Quando eu jogava Metal Gear Solid 3: Snake Eater (um dos melhores jogos de todos os tempos, em minha modesta opinião) eu não imaginava como seria possível passar por todos aqueles soldados sem dar um tirozinho se quer.
Nesse tipo de jogo, que nos dá as duas opções de jogabilidade (passar despercebido ou bancar o Rambo), eu cravo as esporas no traseiro do Rambo e saio metralhando tudo a mil quilômetros por hora. Ou seja, eu NÃO SEI JOGAR EM STEALTH. Acho que meu cérebro nasceu sem a parte que me possibilitaria utilizar este tipo de estratégia em jogos. Assim como eu não tenho a parte do cérebro que me permite saber pra que lado estou, quando saio de lugares com duas entradas/saídas como Lojas Americanas e... Lojas Americanas. Maldita Lojas Americanas.
Por sinal, tem um troféu no Dishonored que só ganhamos depois de completar todas as missões sem ser detectado e sem matar ninguém. Ok... pausa para oxigenação...
EU NUNCA VOU CONSEGUIR PLATINAR ESSE JOGO, RAIOS! Mas tudo bem. Prometo que vou chegar bem perto.

Agora já sabe: adaga pra trás é sinal de Stealth











Sabe aquele joguinho tosco (mas que eu amava) da Eidos, Commandos? Sim, aquele mesmo em que nós passávamos horas para tocaiar um soldado inimigo só pra vir um desocupado por trás e gritar Halt! Pois bem, o gameplay de Dishonored lembra muito o de Commandos.
De fato, o próprio jogo aconselha ao jogador a prática saudável de salvar a cada cinco minutos como um viciado, por causa da relação de tentativa e erro que você enfrentará se aceitar o desafio (stealth) proposto pelo jogo.
Também tem uma habilidade que nos permite enxergar o campo de visão dos inimigos. Só falta o cachorro e o espião...

O que me conquistou foi o brilho dos seus olhos...











Corvo faz jus ao nome, conseguindo alcançar quase todos os lugares que podemos visualizar em primeira pessoa. E olha que não estou me referindo à habilidade Blink, na qual Corvo realiza um pequeno teleporte para um local determinado. Tá vendo, Bioshock? Jogadores de videogame são promíscuos por natureza. Você não realizou o meu sonho molhado de usar o plasmid de teleporte, então eu corri atrás de quem o fizesse...
E, por esse aspecto dos cenários, fica mais do que evidente que exploração não é uma doença contagiosa aqui, e sim um elemento da experiência muito incentivado pelo jogo.

Como eu já havia dito antes: tem tanta coisa pra se ver, ler, fazer e procurar nesse jogo que seguir com o objetivo principal se torna uma tarefa quase impossível. E isso é muito bom, diga-se de passagem.
Os cenários são recheados por portas trancadas (pelas quais podemos alimentar o nosso lado voyer de dar uma espiadinha pelo buraco da fechadura...) e múltiplos lugares e formas de se realizar a mesma missão.
Podemos pegar itens, como chaves e etc.. e, nesse quesito, Dishonored é tão old school que faz meu coraçãozinho nerd palpitar de emoção.

Mas, justamente por causa de tanta liberdade, chega a hora de falar de algo que me incomoda muito neste jogo: A FALTA DE UM MAPA.
Sim, em uma grande cidade do século XVIII (é isso mesmo?) aberta a muitas possibilidades, não temos um simples recurso de mapa para nos guiar.
Os cursores indicadores de objetivos (principais e secundários) cumprem muito bem com o seu papel, mas ainda sinto falta de um mapa. Seria um recurso a mais, além de algo bem estiloso para o design do game.


CONCLUSÕES SOBRE AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES DE DISHONORED



Steampunk. Magias arkanas. Mundo aberto. Tem como ficar melhor?
Tem sim, e eu espero que fique, pois essas foram apenas as impressões das minhas primeiras três horas com o jogo. E fica a pergunta no ar: apenas três horas? “Mas titio Shadow, pelo que eu li acima imaginei que o senhor estava jogando Dishonored como se não houvesse amanhã.”
De fato, em uma geração que pode ser resumida pela palavra LINEARIDADE, jogos como Dishonored são verdadeiras joias raras. Eu devia estar jogando bem mais. Mas explicar algo assim é tarefa das mais simples: sabe quando você descobre um jogo tão bom que fica com medo que ele seja curto e acabe logo? Pois é... É assim que eu me sinto, no exato momento, com esse jogo. E espero que essa impressão fique. E perdure.

Como é bom poder jogar um jogo que te deixa ir para onde você quiser e fazer o que te der na telha.
Dishonored não é um RPG, ou se quer abusa dos elementos deste estilo e se aproveita disso para vender uma mercadoria que não possui. E quer saber de uma coisa? Sendo desse jeito, um jogo de ação com liberdade na execução de missões e no combate, ele se sai muito bem.

Com esse jogo, eu espero que volte a ser o padrão a liberdade de escolhas regada a enredos elaborados que te dão possibilidades durante o jogo.
Profundidade não é uma falha (ouviu, Blizzard?). Não afasta os jogadores ou diminui o potencial de vendas de um título. E parece que a Arkane, em parceria com a Bethesda, realmente entenderam o recado dos fãs e fizeram, muito bem, as suas lições de casa.

ESTÁ VALENDO A COMPRA?

Sim, Dishonored é empolgante em todos os seus aspectos, exceto pelos gráficos.
Nesse jogo tudo está no lugar: o combate funciona bem; os ataques (espada ou armas de fogo) têm impacto e são divertidos de utilizar. Das habilidades (coff...plasmids ...coff) nem falo. O enredo não é dos mais originais, mas é conduzido de forma natural e interessante. Ele tem autosave, mas permite ao jogador escolher o ponto em que quer salvar (e parar) o jogo. Isso conta muito, para mim.

Você gosta de jogos de tiro em primeira pessoa? Gosta de jogos com bom combate e liberdade de ações? Gosta de perder horas explorando num jogo e dando banana para a setinha do objetivo principal?Dishonored cumpre a sua promessa, e entrega tudo isso com um nível bastante satisfatório de qualidade.

Isso, vai! Agora mais pra esquerda...


Au Revoir!!!

4 comentários:

  1. Estou adorando Dishonored, Shadow. =D

    O que mais me empolga é como o jogo incentiva a pensar estrategicamente, a analisar cada situação pra descobrir a "sua" melhor maneira de avançar.

    Por enquanto (também estou no começo), gostei muito de como os diversos elementos se mesclam à narrativa. Até o primeiro tutorial eu achei interessante e inusitado (nunca esperaria brincar de pique-esconde com uma garotinha pra me acostumar com as mecânicas de um jogo desses). É bacana que estabelece, logo de cara, a relação do Corvo com a imperatriz e a Emily, né? Vê-se que é de extrema confiança e tem bastante intimidade com elas, senão não teria liberdade pra pegar a menina no colo, abraçar, brincar. Quanto aos clichês, eles também não me incomodam quando a trama é bem conduzida. =)

    O acabamento gráfico realmente ficou tosquinho no PS3. Um amigo me disse que no Xbox também, mas ouvi dizer que a versão de PC ficou bem melhor.

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    1. também gostei muito do tutorial desse jogo, Rebeca. aliás, um bom tutorial é meio caminho andado para um jogo me conquistar. lembra do primeiro Kingdom Hearts, em que nós aprendíamos as coisas num sonho de Sora? eu nunca me esqueço do começo daquele jogo... e eu amor Sora de coração rsrsrsrs. eta jogo bom! tomara que só saia um quando fizer jus à qualidade dos antigos, pois mexer em KH pra mim é como mexer com alguém da minha família rsrsrsrs.

      vc foi pega pela Emily ou ela desistiu de te procurar (curiosidade)?
      esse jogo dá muita liberdade mesmo. eu fico perdidinho, sem saber se vou atrás dos bone charms, das runas ou dos objetivos secundários. e tem muito material de referência (livros e notas) para ler. na segunda missão, tinha dois guarda-costas mantendo um cara (dono de uma loja) como refém.
      ele te dá um soco ou um chute e não te deixa avançar à porta. quase que eu perdi a cabeça e matei os dois, mas me lembrei que podia usar os dardos de sono pra fazer os dois nanarem rsrsrs.
      aí libertei o cara e catei umas moedas dos brucutus. muito legal.

      e o coração? você usa muito? eu não consigo dar dois passos sem consultar ela (é uma bela voz feminina), e é incrível como tem detalhes sobre tudo e todos. tô com medo que esse jogo acabe rápido rsrsrsrsrs.

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    2. Cara de começo não gostei do jogo, joguei apenas o começo, dei todo crédito pois é um hype absurdo da mídia, porém cito alguns pontos negativos:

      - Gráficos: Gráficos ruins, opinião pessoal mesmo na parte de estilo, como o corpo dos personagens, pouco polimento no game. Deixo claro que não sou do tipo "aquela arvore tem todos galhos iguais" coisas bestas, mas digo polimento nos ambientes, ambientes sem vida, os cenários são vazios.
      - Clichê: Cara, a não ser que o jogo me supere mais para frente, mas o vilão tem cara de vilão se é que me entende rsrsrs, olhos profundos, cara de mal, logo que cheguei naquela parte eu já matei todo o início do game, mas claro, joguei só o início, veremos mais para frente.

      Não vou citar mais coisas, realmente importantes em um jogo para não delongar e estou aqui para comentar seu post né rs.

      Cara, pés, sempre que jogo um jogo em primeira pessoa eu olho para baixo para ver meus pés! Como adoro um FPS (de qualidade) como o Battlefield 3 (sou viciado nisso, parei Dishonored para joga-lo) eu fiquei muito feliz em ver as mãos sendo usadas para apoiar e os pés e pernas aparecendo ao andar e deslizar por superfícies. Do modo Stealth eu também sou parecido contigo, prefiro pegar o rifle e arrebentar geral, fazia isso no Snake Eater MG3 mas como você sabe, era TERRÍVEL jogar desta maneira devido aos 500 comandos do controle, lembro até hoje, se apertar quadrado ele ja atira, se pressionar mais o quadrado ele mira e quando apertar até o final finalmente ele atira, cara, era um desafio!!! No MG4 as coisas mudaram e isso ficou bem mais fácil.

      Voltarei a jogar depois de algum tempo, mas BF3 está consumindo minha alma, joguei pouco na época do PS3 logo que lançou, no PC peguei no domingo uma promoção da versão premium do jogo e todas DLC's (5) por 50 reais na própria Origin, ou joguinho mais antigo que estou brincando um pouco é o Killing Floor e claro, Skyrim.

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  2. Rodrigo, percebeu que as suas principais queixas sobre esse jogo são relativas aos gráficos? e isso é algo muito bom. gráficos fracos ele tem, isso é indiscutível. discordo quando você diz que os cenários são vazios, sem vida. até que parte do começo você jogou? deve ter sido o começo MESMO, pois naqueles esgotos não tem nada pra ver de interessante. nos cenários de casas ou mansões tem todo tipo de objeto e detalhe, então não entendi o porquê do vazio em seu comentário.
    quanto a não ter vida, em quê sentido? os inimigos tossem; urinam; conversam (por horas) entre si; patrulham; os ratos vagam pelas ruas; comem cadáveres; te atacam se estiverem em bando; há peixes na água; isso eu discordo de você.

    algo que eu achei meio estranho pra um jogo de stealth (que não comentei no post pois ainda não tinha visto) foi a inteligência artificial dos inimigos. uma hora eles te enxergam a 100 metros de distância (acho que é por causa do nível difícil que eu escolhi). na outra são o cúmulo da demência: em um beco, já na segunda missão, eu matei um guarda e deixei seu cadáver em uma parte onde eles vinham pra urinar. outros soldados vieram urinar e nem ligaram para o cadáver que estavam levando xixi aos seus pés. foi hilário!!!

    quanto ao vilão clichê, eu nem reparei muito nele mas concordo. mas, se for por clichê, você nem começaria a jogar esse jogo, pois "correr contra o tempo para provar a sua inocência enquanto apanha o verdadeiro culpado" deixou de ser original desde que a Globo inventou a Sessão da Tarde.

    esse jogo pode ter sido hypeado em muita coisa (aqueles trailers, eram, definitivamente falsos quanto aos gráficos), mas em uma não: a liberdade de jogo e de realizar as missões é muito animadora. Dishonored é um jogo que te incentiva a explorar, diferente dos milhares de jogos de tiro que temos na atual geração. você chegou a pegar a habilidade Blink? nota dez para os caras só por tê-la colocado no jogo.

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