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sábado, 18 de agosto de 2012

O QUE ESPERAR DA MORTE



Adiar o lançamento de jogos parece ser uma ferramente de marketing que virou moda nessa geração. 
Seja por motivos totalmente desconhecidos e misteriosos, como no caso do jogo Metro Last Night; para dar aquela polida de última hora em alguns aspectos do jogo (como conserto de bugs ou melhora no visual) ou devido a entraves com a equipe de desenvolvedores (The Last Guardian ou Bioshock Infinite), o fato é que os principais jogos que estavam programados para 2012 ou terão seus lançamentos atrasados em alguns meses ou, na pior das hipóteses, nem serão lançados mais neste ano. Felizmente, não é o caso de Darksiders 2, da Vigil Games.

Darksiders 2 foi lançado dia 15 último, para PS3 e Xbox 360. Acho que pra PC também.
Logo de cara, uma coisa que me agrada muito no jogo é o mote da trama: Death (não adianta, não vou chamá-lo pelo nome em português, pois a pronúncia do original é muito mais charmosa e interessante para um nome próprio), o irmão mais velho de Guerra (não adianta, não vou chamá-lo pelo nome original em inglês pelo mesmo motivo já citado) precisa restaurar o Reino do Homens (tipo: a humanidade; pessoas; gente) que foi destruído prematuramente por causa da abertura do Selo que chamava pela vinda de Guerra para dar início ao Apocalipse. Sem querer acabei fazendo um resumo relâmpago da história do primeiro Darksiders, que é bem legal (a história e o jogo também) diga-se de passagem.

E o que justamente me agrada nesse contexto é o fato de Death ter uma razão mais do que justificada para a sua cruzada de salvador da humanidade. Não consegue adivinhar qual é? Então é só parar para pensar um pouco: anjos não morrem, apenas perdem a sua forma física ou viram Caídos. O mesmo vale para demônios (mas sem nenhuma chance de ascensão social, claro). Não sobraria muito espaço para a morte “trabalhar” sem a existência de humanos mortais.
Pode se dizer, então, que a cruzada de Death é só mais um exemplo do velho egoísmo de “garantir o próprio ganha-pão”. Continuando...
 A razão de ser de Death já está mais que explicada, segundo o meu ponto de vista bizarro. Agora vem a razão de ser deste post: uma breve lista de coisas que eu, inocentemente, espero que tenham sido incluídas na continuação de Darksiders.


1-NÃO SIGA O CHEFE

Ah, se o gráfico fosse assim...














O primeiro Darksiders, de 2010, teve uma patcha sorte mercadológica. Mas o que diabos é isso? Simples: mesmo sendo um clone descarado de God of War; Zelda e tantos outros, o jogo citado ainda conseguiu se sobressair e conquistar uma legião considerável de fãs grande o bastante para impulsionar uma continuação. Uma aceitação tão imediata assim hoje em dia é coisa rara de se ver em franquias novas.

Não sei dizer se esse fenômeno se deu pela sua inegável qualidade (a do jogo) ou se foi mais uma questão de “ocupação de nicho abandonado”, como vem acontecendo com alguns gêneros de franquias tais quais Dead Space e os famosos jogos de “RPG” (quase excedendo o limite do uso de aspas determinado pela OMS) da Bethesda.
O fato é que Darksiders conquistou o seu espaço (mesmo sendo um clone inferior de God of War 3) e a Vigil Games deveria aproveitar essa sorte de principiante para dar um pouco de personalidade própria à série. É só parar pra pensar: existem, de acordo com o Apocalipse bíblico, quatro cavaleiros. Apenas dois foram usados. Isso deixa muito pano pra manga para mais dois jogos, no mínimo, com Famine (nossa, que nomezinho horrendo. Fome é mil vezes melhor!) e Pestilence (muito similar ao português Peste).

Esse rumo para a série é mais do que óbvio, e muitas pessoas se perguntavam como inserir no contexto de um jogo de ação em terceira pessoal o cavaleiro da Fome ou o da Peste. Criar tal conceito é mais fácil que empurrar bêbado ladeira abaixo: Peste teria habilidades de depreciação do inimigo (como baixar defesa; velocidade e etc.) e Fome teria habilidades que influenciariam a saúde e vigor do inimigo (assim como a absorção de HP). Pronto: mais uma ideia de graça para essas empresas preguiçosas que não abrem mão de um bom clichê.
Claro, com os cavaleiros reunidos, os roteiristas não poderiam se esquecer da função deles no enredo como um todo, para que a coisa não caísse no puro fã service de colocar os outros cavaleiros na dança apenas porque sim. E outra: sem nenhum God of War novo para a Vigil Games copiar, Darksiders 2 deveria se sentir na total obrigação de trilhar seu próprio caminho.


2-QUEM AMA O FEIO... TEM MAU GOSTO!

Chão lisinho lisinho...














Joguei Darksiders pela primeira vez através de uma demo da PSN. Uma demo “pesada”, de mais de 4GB, baixada em uma tarde na casa de meu amigo que contava com uma conexão de “apenas” 10MB naquela época. O Mais Um Blog de Games era só uma ideia salva em um rascunho (de papel mesmo), sem a mínima previsão de quando faria a sua estreia. Acabei me perdendo de novo...

Através da extensa demo na Twilight Cathedral eu pude ter um gostinho de toda a virulência de Guerra e seus kratastróficos golpes de espada (que trocadalho...).
Enquanto jogava, não pude perceber a principal falha técnica que o jogo possuía: a tremenda queda de frame rate. De posse da versão final, o defeito ficou mais aparente.
Faça o teste: posicione a câmera de forma que esta filme a cabeça de Guerra. Lindos e detalhados cenários, não? Agora, na mesma posição, posicione a câmera de uma forma que ela focalize o que se encontra à frente do cavaleiro. Parece que passaram uma camada de massa corrida em todo o cenário, mesmo nas texturas mais próximas ao personagem.

Não joguei a versão de PC. Tampouco posso constatar se Darksiders é apenas um “port porco dos PCs nos consoles”. Mas espero, do fundo do meu coração gamer, que o problema tenha sido corrigido no Darksiders 2.


3-HENSHIN!!!

Será que ele solta o Raven Tempest?











Death, assim como Guerra, possui uma transformação. Uma forma mais avacalhada e anabolizada. Até aí, tudo bem. Eu achava a forma ígnea de Guerra uma das coisas mais legais no primeiro jogo. Até agora não perdoo os criadores por não terem dado um jeito do jogador poder permanecer naquele status o quanto desejasse (respeitando as dimensões do lugar em questão, claro). Mas aí eu me lembro da repetição e do Button masher pelos quais eram constituídos esses momentos e fica apenas o desejo de que coloquem um pouco mais de profundidade na jogabilidade dessas partes do jogo. Pressionar L1+R2 e depois ficar esmagando o botão quadrado não é nada divertido. Ficava apenas no quesito “espetáculo visual” mesmo.


4-FUGA DO ESCAPISMO

Achou que eu me esqueceria de citar um dos personagens mais legais do game?











Death parece um daqueles estereótipos de roqueiro da década de oitenta.  E ele pula; escala; bate em inimigos com o dobro do seu tamanho; e morre!? Como assim? A morte, entidade onipresente em todas as esferas de existência, pode morrer como uma reles criatura mortal? Eu sei que isso é um jogo, e jogos de videogame têm seus escapismos e imediatismos, mas nem por isso a coisa deixa de não ter o menor sentido.

Onde eu quero chegar com isso? É óbvio: não estou dizendo que deveríamos jogar com um personagem imortal ou invencível, pois dessa forma Darksiders 2 correria o risco de ser um total fracasso de vendas tal qual o sofrível Never Dead (bem contraditório esse título). O que estou querendo dizer é que os desenvolvedores do game deveriam se esforçar um pouco para criar situações mais desafiadoras e criativas, onde o status do protagonista não fizesse tanta diferença (existem várias formas de causar sensação de impotência e inevitabilidade além das alcançadas com a inexorabilidade da morte). Por exemplo: por que Death necessita de um robô (armadura ou coisa que o valha) para atravessar um rio de lava? Por que não quebrar um dos maiores clichês de todos os tempos dos games (o de que lava é morte instantânea) e fazer o personagem ser capaz de caminhar sobre a lava? Ele poderia, por exemplo, precisar resgatar um artefato, ou mecanismo, ou chave antes que o mesmo fosse consumido pelo fogo.


5-UM, DOIS, FEIJÃO COM ARROZ

Garras de Wolverine? Por essa eu não esperava...











Como se dava a jogabilidade de armas no primeiro Darksiders? Da mesma forma que em todos os outros jogos de ação em terceira pessoa dos quais ele chupa sem dó nem piedade: Guerra usava espadas; armas de fogo (inclusive deixadas pelo inimigo); foices e bombas. Raios! Estou jogando um jogo no qual controlo um cavaleiro do apocalipse totalmente distinto do outro game. Então, Death deveria ter um arsenal completamente distinto e original do que vimos no jogo anterior.
Pra não falar na personalidade dele, que deveria puxar mais para o lado da sagacidade e do autocontrole do que para impulsividade e raiva guiada por vingança (motivo de Guerra).
Sabe o personagem Destino, da série Sandman? Era mais ou menos isso que eu teria em mente ao desenvolver a personalidade de Death.
Só para terminar e a tempo de evitar que o post se torne demasiadamente prolixo, gostaria de sentir que os problemas do primeiro jogo foram consertados. Muitas promessas de um mundo mais imersivo e com mais coisas para se fazer, regadas a alguns clássicos elementos de RPG ( equipar armaduras) foram feitas. Veremos se foram cumpridas ou não.


Darksiders 2 já foi lançado, mas ficará de molho na minha wish list enquanto não baixar de preço. E pelo pouco que a minha alergia a spoilers me permitiu conferir em vídeos, já fiquei bastante curioso para descobrir o que me reserva os novos rumos que a série vai tomar com este segundo episódio.
Enquanto espero o monstro voraz chamado "hype pós-lançamento" esfriar seus ânimos, fico na torcida para que Death não seja mais um “wanna be Kratos” da vida que, sinceramente, já deram na paciência.
E é isso. Ah, também espero que a excelente dublagem do primeiro se repita no segundo (e que a cavala de Death seja tão carismática quanto a Ruin, de Guerra). 
Que Darksiders 2 não seja mais um na minha lista pessoal de decepções da atual geração, que já ameaça entrar na sua segunda página de extensão. Fingers crossed.


Au Revoir!

21 comentários:

  1. http://www.gamehits01.blogspot.com.br/

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  2. Curiosidade, qual é a sua lista de decepção desta geração? é maior que as gerações passadas?

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    1. sim, ela é bem grande, maior que nas gerações passadas, até pq, com mais experiência em jogos vc fica mais chato e exigente. mas a minha lista se resume a jogos que "deveriam" ser apostas certas e caíram como um balde de água fria em minha cabeça. vou fazer um post sobre isso futuramente, quando anunciarem a nova geração (até pq eu acho que ainda tem muita bomba pra sair nessa geração). quer uma palhinha? que tal Rage, um jogo feito pela empresa que "criou" o gênero e parece que está totalmente desprovida de alma para criar.

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    2. Nem me fale de Rage Shadow, como disse, era para ser um exemplo do gênero, no fim foi um jogo que fez muito barulhos e cometeu inúmeros erros, tanto que em tão pouco tempo já tem suas promoções por R$10,00. Jogo foi um fiasco.

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    3. Rage é a maior cagada da ID! Decepcionante!

      http://www.youtube.com/watch?v=cg7__CLI-7c

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    4. Mas uma coisa, o maior fiasco que já vi até o momento foi do Diablo 3, o jogo é péssimo, o jogo perdeu toda sua essência por causa da fome por dinheiro da Blizzard, a AH foi o que causou o maior problema, novamente, a AH FOI QUEM CAUSOU, não que ela seja o maior erro, foi o que causou. Inúmeros problemas e sabe o que acontece? Os caras me lançam hoje, depois de 3 meses um patch que muda 80% do jogo, simplesmente reformularam praticamente tudo do jogo, alguns vêem isso como bom, eu vejo como sacanagem. Bugs e alguns probleminhas nós esperamos, mas um jogo não terminado é o fim.

      Isso me da saudade da época das gerações passadas, onde os jogos eram lançados perfeitos, hoje cada jogo traz um problema diferente e inumeros patch's corrigindo os mesmos. Absurdo.

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  3. Comprei a versão do PC do primeiro game pela Fullgames e já joguei umas 5 horas, mas ainda não senti o jogo me fisgando. Eu ainda não entendi se o jogo é dividido em fases ou de mundo semi-aberto. Me satisfaria com qualquer um dos dois estilos, mas parece que o game usa um terceiro que odeio: o mundo linear.

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    1. ele é semiaberto mesmo Fernando. você pode ir a todos, ou quase todos, os locais pelos quais passou durante a aventura. não tenha muita coisa pra fazer, mas linear ele não é.

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    2. pra acrescentar: sabe aqueles jogos que vc não sabe o porquê de ter gostado? é caso de Darksiders. ele é uma cópia descarada de GOW3. tem falhas gráficas terríveis (no frame rate). pouquíssima originalidade. MAS funciona bem em tudo (ou quase tudo) que se propõe a apresentar ao jogador. boa duração. ÓTIMA dublagem. história muito interessante (eu, particularmente, acho o enredo desse jogo melhor que o de GOW 3). sei lá... às vezes algo te cativa mesmo sem merecer. vai entender...

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  4. Estou jogando ele, LVL 6, e logo tenho algumas coisas para falar, em relação ao Port para PC: O jogo é feio, feio não, muito feio para um jogo de PC, mas é bom para jogo de console. Onde já se viu um jogo não ter opção de filtros e o V-sync não funcionar? O FPS do meu está estável, porém nas alturas, forço a sincronização por driver de placa de vídeo e detalhe, forçar pelo CCC (Catalyst Control Center) da própria AMD não funciona, tem que usar o radeonpro (melhor que o CCC). Algo absurdo foi o jogo não ter modo Janela (prefiro por jogar em TV), o Death do inventário é muito serrilhado e mal feito, não tem opção de trocar os comandos de teclado E NÃO USAR OS NUMÉRICOS PARA OS PODERES, algo que fico louco! Comprei um maldito Razer para nos jogos ter atalho de números no mouse (15 atalhos) e nele não da, tem que apertar tab e para o jogo! Sistema de mira péssimo no PC, pois a sensibilidade em mouse é bem maior que analógico, se você muda a sensibilidade no jogo ela aplica á câmera e ao sistema de mira, fora que tem que atirar usando o Roll. Vale os R$ 80,00 - 100,00 pedidos para PC? Jamais. A empresa já emitiu um comunicado de desculpas aos jogadores de PC e falou de um patch, ai falo, não é á toa que o jogo veio 5 dias antes para os pirateros, já é o jogo mais pirateado, peguei o jogo pirata para ver sua qualidade (não teve demo do jogo) e logo me arrependi, irei aguardar se vão arrumar, caso arrumem compro original por meu dever sobre o produto, caso não, sinto muito, desinstalo e parto para outro jogo, ou compro versão console, mas R$150,00 é dose e nem sei se no console está melhor....graficamente não, bom para os parâmetros de console.

    Do Game: Gostei do estilo RPG, me relembrou muiiiito o Soul Reaver, não vi comparação de combate com GOW pois o combate do GOW vem de jogos muito mais antigos, acho que o combate deveria ser mais devagar pois os golpes são tão rápidos que mal posso ver seus movimentos. Achei muito legal o conteúdo RPG mas achei a campanha meio largada, você começa em um mundo "imenso" e fica perdido se perguntando "o jogo é aberto ou se eu ir em alguma outra direção me ferro?", não deu outra, no começo me desviei do caminho, entrei em um castelo pequeno e pronto, havia um monstro que com 1 tapa me matava, após 5 vezes derrubei ele sem um arranhão, fiquei feliz, continuei, 2 minutos depois achei outro, sem chance, um tapa e matava, ele era mais rápido e com golpes pouco previsíveis. O jogo está bacana, história muito legal e o personagem principal com carisma. Como disse acima, caso o descaso com os "PCistas" seja corrigido eu voltarei a justificar a inocência do War.

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  5. Shadow, off de leve: Fallout 4 aparentemente já está em produção e sendo criado com pareceria do MIT. Claro, apenas vazamento de informação.

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  6. Breno, é Massachusetts Institute of Technology, aquele famoso instituto que se fala em todo o mundo e filmes, onde dizem que as maiores tecnologias e protótipos são estudados, uma boa fonte de tecnologia para o próximo Fallout, detalhe que vagando pelos sites especializados dizem que o jogo passará na região do MIT mesmo, sendo Boston e Cambridge.

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    1. Que pena que o próximo Fallout se passará novamente em nos EUA, e num lugar não tão "turístico".

      Gostaria muito de ver um Fallout Londres, Fallout Rio, Fallout NY. Quem sabe um spin-off pós-F4?

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    2. Verdade Fernando, penso eu que desta vez poderíamos viajar no Fallout, ir para outro país no jogo seria muito interessante, claro, sabemos que a guerra nuclear foi nos EUA isso conforme o Fallout 3, porém poderia ser algo mundial, em proporções maiores e podermos viajar, vai saber como iria viajar, talvez igual aos Ghols do New Vegas.

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    3. Se quiserem jogar um Fallout tipo 3 ou NV em outro lugar fora os EUA então eu sugiro STALKER!

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  7. o local em que se passará o jogo é a menor das minhas preocupações, pois em ambientação a Obisidia/Bethesda é muito competente. o que me incomoda é o fantasma de Skyrim que possa assombrar esse futuro jogo. não que o Skyrim seja um jogo ruim. muito longe disso. todo final de semana eu reservo um tempinho pra continuar a minha (infindável) exploração no reino gelado. o problema dele é abafar a complexidade e os elementos de RPG (cada vez menos intensos a cada episódio) em prol de mais ação. não que ação seja algo ruim, principalmente em um jogo ótimo com um combate terrívelmente chato como Oblivion, mas se a série fez sua fama em cima do gênero RPG, devia cagar e sair da moita e manter o ritmo (ouviu Capcom/Konami/Square-Enix?).
    o New Vegas é um dos jogos dessa geração pelo qual mais nutro carinho, pois ele nada contra a maré de uma época em que a homeopatização é a regra.

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    1. Bem que vc poderia tentar Alpha Protocol da Obsidian Shadow! O jogo é praticamente bem melhor que Mass Effect!

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    2. Alpha protocol é um bom jogo, comparar e falar que é melhor que o ME, ai fica difícil hein.

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    3. Pelo menos pra mim é! História elaborada! Narrativa com mais branchos! O gameplay é no nivel de ME1(que foi considerado o rei da cocada preta)! ME2 e 3 são shotters puros!

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    4. quando der vou dar uma olhada nesse jogo. já vi uns reviews e ele não foi muito bem aceito, mas sabe como é a imprensa. sempre uso como exemplo o jogo Yu Gi Oh the Rose Duelists. na EGM Brasil esse jogo levou notas baixíssimas (acho que 5,0). quando fui jogar adorei (apesar da demora infernal pra finalizar os combates). depois veio o GX (só o primeiro, pois é o mais complexo. os outros só são homeopatização dos elementos do primeiro e acúmulo de novas cartas), o melhor jogo da série na minha opinião. todas aquelas coisas que os personagens fazem no desenho (pra mim um lixo. prefira os jogos) é possível ao jogador fazer nos jogos.
      bem, acho que não consigo disfarçar que sou fã da série, não é? aliás, alguém sabe qual o rumo a Konami vai dar a Yu Gi Oh? ou ela vai jogar a toalha do mesmo jeito que fez com Castlevania?

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