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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

ALÉM DA DEMO













videogame
(vídeo guêim) (ingl video game) sm Diversão eletrônica com base em imagens de fita cassete.

Dicionário Michaelis.

A gentileza de um camarada da PSN me permitiu estar entre um dos privilegiados a testar a demo de Beyond: Two Souls, antes da grande maioria dos mortais que anseiam pelo mais novo lançamento da Quantic Dream, que ganhará as prateleiras agora no início do mês de outubro.
Sobre a Quantic Dream você pode até desconhecer o fato de que, além de desenvolver jogos de videogame, ela é bem famosa pelo trabalho de captura de movimentos para filmes e animações. Mas com certeza você já ouviu falar em dois jogos muito conhecidos dessa empresa: Indigo Profecy (chamado de Farenheit, na Europa) e o mais recente, Heavy Rain, lançado em 2010 com exclusividade para Playstation 3.

Acredite: no PS2 essa expressão facial era incrível


As características desses dois jogos são bastante conhecidas no mundo dos games (e muitas vezes pelos motivos errados): roteiros complexos; clima de suspense; expertise gráfica que supera os limites de hardware do console (havia até comentários de que Heavy Rain seria o primeiro a utilizar mais de 75% da capacidade total do PS3, dados totalmente questionáveis depois de jogos como God of War 3 e o mais novo GTA, da desconhecida Rockstar); presença de QTEs para interação com o meio ambiente e a principal: múltiplos finais e desenrolares da trama.

Limpo a cena do crime ou ponho a culpa no cachorro?


Infelizmente eu estava muito ocupado com outros jogos, na época do PS2, para reservar um tempinho para conhecer Indigo Profecy. O motivo do “infelizmente” se dá pelo meu completo amor por histórias de ficção científica que envolvam robôs e inteligências artificiais determinadas à tão manjada dominação mundial.
Já Heavy Rain eu joguei do início ao fim, podendo provar um pouco do que “umas das mentes mais brilhantes do mundo” tem a oferecer aos jogadores de videogame no quesito enredo. Um breve resumo do jogo e da minha experiência geral com ele.

Um dos momentos "queixo caído" do game. A primeira vez em Marte ninguém esquece...


Heavy Rain conta a história do Origami Killer, um assassino serial que obriga pais a participarem de um tipo de “Jogos Mortais” que decidirá se eles estão dispostos a fazer de tudo por suas amadas crias. A vítima da vez é Ethan Mars, um arquiteto bem sucedido que vive os dramas de uma tragédia familiar ocorrida nos minutos iniciais do jogo.
O fato mais relevante (num primeiro momento) de HR são seus gráficos: o game apresenta modelos de personagens assustadoramente realistas e uma animação que só não consegue ser perfeita por causa do inevitável “olhar de peixe morto zumbificado” que personagens nesse nível de realismo gráfico estão fadados a ter.

Não quero nem saber o que esse QTE faz com a cueca de Ethan...


Pra piorar a situação, os controles do jogo não são lá um exemplo de precisão: mesmo em um jogo em que praticamente só fazemos andar e examinar coisas, por meio de QTEs, tarefas como “andar e examinar coisas” não são nada fáceis, tudo por causa de personagens que mais parecem carros desalinhados que serem humanos. É difícil conter o riso (ou a frustração, dependendo do desafio proposto no momento) quando o corpo do personagem vai pra uma direção e sua cabeça luta, teimosamente, para olhar para o lado completamente oposto. O Exorcista explica...

De fato, o excesso de QTEs (muitas vezes irrelevantes) e os controles ruins são dois dos três principais defeitos que encontrei no game. O terceiro diz respeito à fórmula adotada pela Quantic Dream em seus jogos: HEAVY RAIN, ASSIM COMO SEU ANTECESSOR, USA UM SISTEMA DE NOVELA INTERATIVA PARA DESENVOLVER A TRAMA DOS PERSONAGENS.
O resultado disso é que, depois de terminar HR e desvendar a identidade do assassino do Origami, fica difícil sentir vontade de jogar novamente. E esse é um relato pessoal que faço sobre o fator replay desse jogo: joguei pela primeira vez em 2010, com o disco emprestado de um amigo (se contorçam de raiva, Sony e Microsoft) e, mesmo tendo adquirido o game posteriormente, não me senti compelido a tentar assistir a novela novamente fingindo que desconhecia o segredo principal da trama. Seria como assistir ao filme Sexto Sentido novamente e conseguir se surpreender, genuinamente, com seu final. Não dá. Ao menos eu não consigo.

"Célebrooooooo..."


Para resumir, Heavy Rain é um título que dificilmente ganhará um post de Melhor Jogo que Ninguém Jogou aqui no meu blog, mas aconselho aos proprietários de PS3 que joguem o game ao menos uma vez, nem que seja para ficar por dentro das experiências propostas pela Quantic Dream. Se você pretende adquirir Beyond, ouso dizer que uma análise inicial de HR se faz mais que necessária para que suas expectativas não sejam totalmente frustradas. Mesmo porque Heavy Rain é um lindo game, com muitos momentos de tensão e drama que te farão refletir um pouco sobre algumas coisas da vida.


VOLTANDO AO TEMA...

Não esquenta, Helen: dessa vez você vai receber pela sua imagem













O tema do post é a demonstração de Beyond: Two Souls, então vamos ao que interessa.

-GRÁFICOS: acredite, ou melhor, desacredite quando David Cage afirma que Heavy Rain utiliza quase toda a capacidade de hardware do PS3. O trabalho mais recente da própria Quantic Dream serve como prova da “falsidade” da afirmação de Cage: Beyond é um dos jogos mais impressionantes, graficamente, que já foram feitos para consoles.
Os visuais são impressionantes. Logo no menu principal fica clara a intenção dos produtores em chocar o jogador com o que há de mais moderno e realista na confecção de modelos faciais digitais. Quando meu pai (que entende tanto de videogames quanto Stephen Hawkins entende de participar de maratonas) solta o comentário “esses bichos de videogame parecem gente de verdade, né”? é um indício de que o dever foi mais que cumprido pela desenvolvedora do jogo. Sem mais nada a declarar.

Se isso não é um QTE eu não me chamo Shadow














-SISTEMA E JOGABILIDADE: a boa notícia é que os desenvolvedores deram uma “humanizada” nos controles de Beyond. Agora não mais fica a impressão de que estamos controlando um enviado do cifrudinho prestes a vomitar uma torrente de líquido verde na nossa cara. Os comandos, ao menos na demo, respondem de forma satisfatória e menos problemática. Mudar de direção repentinamente com a personagem ainda causa gargalhadas aqui em casa, mas de uma forma bem mais controlada que jogando HR.

Um dos trailers do game mostrava a fatídica frase “No more QTEs” pululando na tela, ao mesmo tempo em que nos dava uma sensação de alívio. Bem, se por “nada de QTEs” a Quantic Dream entende "pressionar para cima ou para baixo nos momentos em que nos é indicado na tela”, sinto avisá-la de que ela precisa rever o conceito de QTEs nos games. O que eu quero dizer é: esqueça essa conversa ohariana de “nunca mais sofrerei com QTEs outra vez...” Beyond usa O MESMÍSSIMO SISTEMA APRESENTADO EM SEUS ANTECESSORES ESPIRITUAIS, SEM TIRAR NEM PÔR. Ele apenas nos apresenta aos comandos de uma forma UM POUCO diferente. Se você detesta games com esse tipo de interação, não se engane e passe bem longe da pequena notável e seu amigo invisível, Aiden.

Eu vejo gente morta a todo momento, e daí?


Pra você que voltou de marte agora, a mecânica de jogo funciona da seguinte forma: controlamos Jodie com a alavanca esquerda e a câmera com a alavanca direita. Cima, baixo, esquerda e direita servem para fazer a garota interagir com objetos e realizar ações, desde pular um tronco de árvore a dar um chute no saco de um infeliz que resolver ficar em seu caminho. Uma pequena bola de golfe (não consigo pensar em outra analogia) indica os objetos com os quais a menina pode interagir, o que pra mim já representa um balde de água fria na experiência não linear que esse tipo de narrativa deveria ter. Não há muitas opções de rota ou diálogos. Tentei não obedecer à ordem de meu tutor de “entre na sala para começarmos o teste” e o melhor que consegui com minha rebeldia foi a repetição ad nauseum da mensagem “venha por aqui Jodie, esse não é o caminho”.

Fora esse detalhe os QTEs de Beyond funcionam de forma mais agradável que nos outros games, nos presenteando com uma sensação um pouco mais palpável de que somos nós quem estamos no comando das ações, e não as mensagens que aparecem na tela.

Mas, já que abordei o quesito linearidade, gostaria de discorrer um pouco mais sobre esse assunto. Sim, os jogos da Quantic Dream são famosos por seus múltiplos finais e desenrolares de enredo. O problema é que parece que levaram muito ao pé da letra o dito popular “os fins justiçam os meios”.
Joguei a demo de Beyond duas vezes: uma pra tocar o terror durante o tutorial do game (a melhor parte da demo, sem sombra de dúvidas), no qual somos apresentados aos poderes sobrenaturais de Jodie (que os manifesta através da criatura conhecida por Aiden) e uma segunda vez com o intuito de fazer o exato oposto do que tinha feito na jogada anterior. Testar os limites de interação e variáveis presentes no sistema do jogo?  Claro!

Pronto, acertei. Posso assustar a gorducha agora?


Para a minha tristeza, o terror tocado por mim na sala de experiências foi completamente artificial: desejando fustigar a gordinha na outra sala ou não, a infeliz entra em total desespero diante dos poderes sobrenaturais de Jodie independente das minhas escolhas, bem debaixo da minha completa expressão de incredulidade e decepção com a linearidade dos eventos no enredo. Fica difícil chamar essa novela de jogo se nesse palco não há espaço para improvisação.

Antes de encerrar este tópico, gostaria de dar os parabéns aos produtores do game. No menu principal é possível mudar as preferências de idioma e legendas da forma mais prática e fácil possível. Se você curtiu ouvir a voz do Ray (Caça-Fantasmas, recomendo) no tutor da pequena Jodie, vá em frente e aproveite mais um ótimo trabalho de localização de game no país (só não se assuste com a quantidade de palavrões que vai ouvir durante a aventura). Esse é um ótimo indício de que os games no Brasil, assim como a indústria brasileira de games, caminham para um ponto no qual finalmente teremos em mãos produtos brasileiros com a mesma qualidade de acabamento comparável a seus originais estrangeiros.
Uma salva de palmas à Microsoft e sua iniciativa de acreditar no potencial de mercado brasileiro, quando lançou o Xbox 360 oficialmente no país. Vivi aquele momento e tenho certeza que foi decisivo para que outras empresas (Blizzard, Ubisoft) se dessem conta de que índios que convivem com gangues de chimpanzés no meio das ruas também sabem apreciar um bom pedaço de software de última geração.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Vai ter que voltar pra caixa. Ainda não foi dessa vez, minha Kara.













A impressão que fica com esta demo é a de que os elementos de jogabilidade de Beyond: Two Souls ficariam melhor representados em um jogo nos moldes tradicionais. E isso até já aconteceu, no game para PS2 Psi Ops, da Midway, em que esse tema de poderes psíquicos foi muito bem retratado. Para os moldes de um game de ação em terceira pessoa, claro (com certeza Psi Ops merece a alcunha de “ótimo game que ninguém jogou”).

O trailer de Beyond, por exemplo, é bastante ambicioso mas deixa a sensação amarga de que estão nos oferecendo uma possibilidade narrativa que na verdade não são capazes de nos entregar no gameplay de fato. Não tenho a menor dúvida que a Quantic Dream tem guardado para os jogadores uma excelente história a ser contada (como em seus games anteriores). O que eu tenho dúvida é se seria justo enquadrar Beyond na definição de game encontrada nos dicionários (a real, não aquela hilariante do começo do texto):

“É um jogo eletrônico no qual o jogador interage com imagens enviadas a um dispositivo que as exibe, geralmente uma televisão ou um monitor. O Playstation é um tipo de videogame muito moderno”. (dic. Informal).


Cenas do próximo capítulo...



Au Revoir!

28 comentários:

  1. Olá... meu nome Fabio, tenho um blog comunitário onde juntos escrevemos sobre vários assuntos,e queria convidar você a fazer parte da nossa equipe de editores deste nosso blog-comunitário e escrever sobre games, se estiver interessado, me escreve um E-mail para postandoeblogando@yahoo.com.br. e eu te dou mais detalhes do que se trata.
    Quem sabe juntando talentos podemos fazer mais que sozinhos...

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    1. Fabio, você esqueceu de colocar o link do blog. preciso avaliar os artigos pra saber se combinam com meu estilo de texto.

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  2. Se inspirou em algum lugar amigão?

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    1. Amigo, não faço ideia de quem você seja. Não acompanho seu blog ou site e não faço ideia do que você está falando. Educado seria perguntar antes de acusar, pois o Sr. deve perceber que no meu blog existem centenas de outros textos que não fazem referência a nenhum texto de ninguém. Não preciso copiar ou plagiar nada. Se vc conhecesse o meu blog saberia que eu sempre cito as fontes quando utilizo material de terceiros. aguardo o seu contato para esclarecer o mau entendido.

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  3. Verdade, a matéria do David tem a mesma proposta data 1 dia antes. Você escreveu diferente mas podia citar o cara como ponto de partida. Além de legal é educado.

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    1. Sr. anônimo, não faço ideia de qual seja este texto do Sr. David. escrevi o texto baseado na experiência que tive com a demo do game, que joguei um dia antes por meio de um código de PSN enviado por um amigo. não preciso plagiar ninguém. leia os textos do meu blog antes de criticar. você verá que, quando utilizo texto de outros sites (como Omelete, Game Trailers) eu cito a fonte e geralmente faço isso com o propósito de comentar notícias. não é nenhuma surpresa que uma demo de um jogo muito esperado seja alvo de muitos textos ao mesmo tempo. se o sr. puder me enviar o link do texto do Sr. David, ficaria muito grato, pois agora fiquei curioso e gostaria de avaliar as "semelhanças" entre este texto e o meu. Obrigado e aguardo seu contato.

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    2. Deixa ver se eu entendi: os cinco parágrafos do blog do David que foi criado não tem nem um mês foram a fonte de inspiração para os 22 parágrafos do texto do blog do Shadow, criado em 2011. Sendo que o verborrágico Shadow Geisel é um dos poucos textos com estilo próprio existentes na dita blogosfera gamer.

      Prezado David e seu alter-ego Anônimo, não sei se vocês entendem como a internet funciona, mas um blog criado em 18 de setembro é extremamente difícil de ser encontrado através de uma busca do Google! Nem se o Shadow Geisel precisasse "colar" o texto de alguém, ele iria chegar até lá.

      A proposta do Arena Décima Arte é válida: um site com textos próprios e até bem-articulados sobre o mundo dos jogos. Mas não vai conquistar simpatia com paranóia e arrogância.

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    3. Veja,
      A situação (que partiu da denuncia de um leitor) já foi conversada e encerrada com o proprietário deste Blog.
      Minha proposta quantidade de visitas. Muito menos o google é a única fonte de entrada. Não tenho fins lucrativos.
      Sobre a denúncia de comentários genéricos: Só me lembro de comentários neste e em mais um. Ademas ser uma prática muito natural, eu não faço uso.
      De qualquer forma aprecio sua opinião e levo um aprendizado

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    4. Errata: Minha proposta quantidade de visitas - lei-se Minha proposta não é quantidade de vistas

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    5. Errata: Minha proposta quantidade de visitas - lei-se Minha proposta não é quantidade de vistas

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    6. Bom saber que o mal-estar já foi consertado. Só esclarecendo que meu comentário sobre visitações, Google e "comentários genéricos" está relacionado ao comentário abaixo do "Clube de Jogos Online" e não em relação ao Arena Décima Arte! Abraço a todos, paz e muitos jogos.

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    7. é que ficou meio vago, Aquino. mas tudo bem. paz e jogos pra todos, então!

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  4. valeu pelo apoio, Aquino. peço desculpas a todos os envolvidos, mas fiquei meio assustado com uma acusação de plágio, até pq sempre evito criar textos em cima de outros já existentes. fiquei me policiando sem entender qual a possibilidade de alguém ter escrito um texto com experiências de games semelhantes as minhas, que julgo únicas e irreproduzíveis em laboratório rsrsrs. Agora vou dar uma pesquisada no Arena Décima Arte (sem intenções de control c, control v, eu juro rsrsrs). quem sabe não ganha um leitor, mesmo que de uma forma bastante inusitada?

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  5. Respostas
    1. tá demais por causa dos textos ou porque tá parecendo o programa da Márcia? kkkkkkk. espero que seja a primeira opção.

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    2. Ele está publicando comentários genéricos em vários blogs de jogos. O objetivo é propagar o link no nome e pegar um pouco de ranking no Google...

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    3. de qualquer forma, Aquino, se o blog dele não tiver qualidade não é uma primeira visita que vai garantir acessos.

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  6. Oi, Shadow!

    Joguei a demo do Beyond esses dias, fiquei com a mesma impressão que você. Gosto muito da visão do David Cage e as narrativas dos jogos dele sempre me conquistam, mas certos aspectos da jogabilidade que ele propõe são cansativos, né? Atrapalham um pouco a fluidez e concordo contigo que ficariam melhor representados nos moldes tradicionais. Um exemplo: os controles de luta da Jodie. Este é um ponto em que eu preferia jogabilidade tradicional, com botões de soco e chute, em vez daquele QTE. Por mais que a gente domine os reflexos e não erre as sequências, depois de um tempo fica enfadonho. A parte da perseguição em cima do trem, por exemplo, teria ficado mais dinâmica e empolgante sem a câmera entrando em slow-motion toda hora pra gente puxar a alavanca na direção certa do movimento. Mas com o QTE, o ritmo fica prejudicado. Ah, também reparei na linearidade! Pelo menos na demo, não senti que as opções/escolhas (em termos de gameplay e exploração) serão abrangentes.

    Mas estou bem ansiosa pra jogar, a trama parece que será incrível. =D

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    1. Nossa, Rebeca, fazia tanto tempo que vc n dava as caras que eu cheguei a pensar que vc tinha ido morar em uma caverna longe da civilização e da venda casada de internet+telefone rsrsrs. Sério, senti a sua falta aqui no blog.
      Quanto aos seus comentários, concordo com cada coisa que vc comentou. mas acho que tem algumas coisas que só com om gameplay vai dar pra chegar a um veredito. essa coisa dos QTEs de luta que vc falou, de ficar enfadonho, eu concordo pela parte da possível repetição mas até que eu gostei deles. e é como eu disse no fim do texto: muito embora que haja muitas dúvidas com relação ao gameplay, a certeza que eu tenho é que uma ótima história vai ser contada. o que mais me desagradou mesmo foi a linearidade. abraços e vê se n some.

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  7. David, n se preocupe com isso. Se vc diz que n foi essa a sua intenção eu acredito. n gosto de acusar as pessoas e isso foi apenas um mal entendido. Se o camarada Aquino acha que vc fez isso ele tem os motivos dele e pode muito bem estar errado. ninguém é dono da razão. Aliás, dá uma olhada no blog dele, o Retina Desgastada. Sem querer rasgar seda, os textos desse blog são muito profissionais e eu recomendo vc a acompanhar. lá o nível do pessoal que comenta é alto e eu aprendi muita coisa sobre games com o pessoal, todos muito educados e gente boa.

    seu blog tem potencial, é só vc levar a sério e aprender a lidar com essas coisas que a internet nos impõe. eu gostaria de te indicar um post que eu escrevi, com algumas dicas para blogueiros de games iniciantes. modéstia à parte, eu gostei muito de escrever este texto e acho que pode te ajudar de alguma forma. http://maisumblogdegame.blogspot.com.br/2012/09/ensinando-pescar.html
    n esquenta com esse mal entendido e vamos colocar uma pedra nesse assunto, ok? abraços

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  8. Shadow, como não tenho PS3, decidi assistir um walkthrough de Beyond Two Souls (que peguei no twitter do Aquino =P ) e cara, para alguém que preza narrativa em jogos como eu, só tenho uma coisa a dizer: o jogo está fantástico.

    O enredo está muito bem construído e a ligação emocional com os personagens é certa (o desenvolvimento da relação Jodie-Aiden só melhora com o caminhar da estória). Supera e muito Fahrenheit - Indigo Prophecy. Pena não ter PS3, seria uma aquisição na certa!

    Obs-não-muito-importante: Não gosto muito de levar gráficos em consideração, como bem sabe, mas em muitos cenários (principalmente o do deserto de Navajo e uma conversa com Cole perto do final do jogo) me deixaram com a impressão de estar assistindo ao um filme e não a um walkthrough. Em compensação, alguns cenários deixavam claro o "graficão" de jogo.

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    1. Que bom Gledson. hoje em dia os haters de internet ganharam tanto espaço na mídia que fico feliz quando vejo alguém como você animado e dando valor a um jogo. sério, hoje em dia todo mundo tá tão crítico que a gente acaba se esquecendo de parar um pouco e enxergar as coisas pela ótica de uma criança, por exemplo, que se empolga e fica feliz com coisas bobas em filmes e jogos. não estou dizendo que não é bom ter senso crítico, se não eu nem tinha criado esse blog. mas de vez em quando é bom ter uma folga de toda essa pressão, colocar aquele jogão velho que a gente adora e sorrir feito bobo pra variar. isso acontece quando jogo um game da série Kingdom Hearts.

      sobre o Beyond, mesmo que o texto passe uma ideia de decepção, é claro que vou jogar quando o preço baixar mais. não é o tipo de jogo que se compra em lançamento, pois uma vez que termina ele meio que perde a graça, então é melhor pagar o mínimo possível já que o jogo vai ficar encostado.

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    2. De fato! As vezes é bom mesmo se livrar, temporariamente, das nossas exigências pessoais sobre os jogos, da nossa "faceta adulta", e meio que jogar um jogo pela diversão porque, senão, tudo fica muito... chato, pode-se dizer.

      Sobre os comentários de "haters" eu digo, é por isso que acho que blogs com opniões pessoais tão bem formuladas, como o seu blog e o do Retina, são muito importantes, onde acontece o verdadeiro debate nos comentários, que é algo convidativo e não repulsivo.

      Eu sei que as coisas podem ficar um pouco "cinzas" depois de ler um comentário de ódio, seja qual for o assunto, mas tente evitar, ok?! Para o bem da sua sanidade mental, rs.

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  9. Obrigado pela preferência, Gledson. eu sou um cara que gosto de reclamar muito, mas muito mesmo, quando se trata de entretenimento. por isso criei esse blog, pra reclamar de coisas que só nós fãs de games percebemos em games. em outras áreas da vida, se vc for uma pessoa muito reclamona acaba se tornando um ser humano chato de se ter por perto, por isso é bom saber dosar as coisas.
    não se preocupe que eu sigo o seu conselho, nunca me deixando abalar com negativismos sem sentido. opiniões são muito bem-vindas, desde que tenham uma razão de ser. abraços.

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  10. Legal :) , Para quem gosta de games convido a visitar este blog :http://made-of-girl.blogspot.com.br/

    Obrigada a todos

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  11. galera curti a pagina Área Nerd no facebook , falamos sobre o mundo dos gamers e otakus .
    https://www.facebook.com/pages/%C3%81rea-Nerd/234565280036255

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