.

.
.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: DEAD ISLAND



















Jogos de zumbi viraram um gênero. Isso é fato. E, se uma empresa quer chamar a atenção dos jogadores, basta lançar no mercado um jogo sobre apocalipse zumbi que, se for minimamente competente, conseguirá bons lucros no processo.
Dead Nation; Left 4 Dead; Dead Rising; Plants vs Zombies; Dead Block; Zombie Apocalypse; Rock of the Dead; The Last Guy; All Zombies Must Die; Fortnite. A lista é quilométrica. Isso sem citar aqueles jogos que ganham um modo zumbi que incrementa o jogo principal, como Red Dead Redemption e Yakuza.

Um dos jogos mais esperados dessa “zumbigrafia” é Dead Island, da Techland (total desconhecida por mim, admito). Esse jogo começou fazendo um bocado de estardalhaço, devido ao seu trailer que mostrava os eventos “de trás pra frente” de uma família sendo atacada pelos mortos-vivos.




Esse trailer é bem legal, e capta todo o desespero de estar numa ilha cheia de zumbis tão rápidos quanto maratonistas. Eu confesso que só assisti a esse trailer depois de ter comprado o jogo, o que é bom, pois seu eu tivesse visto antes, ficaria com coceira para jogar o mais rápido possível. Já de posse do mesmo, posso começar a minha (pequena) lista de primeiras impressões sobre Dead Island.


1-GRÁFICOS

Nesse quesito, o jogo não decepciona. Dead Island acontece na ilha ficcional de Banoi. E todos os elementos que compõem um cenário palpável que esse tipo de jogo de exploração exige estão lá. O jogo começa em um resort, depois de escolher um dos quatro personagens selecionáveis. Logo no começo, dá pra perceber que o pessoal da Techland não brincou em serviço, pois conseguiu não só entregar o prometido, como também impressionar e surpreender os olhos já acostumados do jogador com cenários paradisíacos de praia, estradas, prédios, quiosques e etc. Mesmo um iminente ataque zumbi não consegue desviar a sua atenção dos belos efeitos de luz, partículas de poeira, folhas ao vento, a belíssima água e outras texturas menos importantes, como estofados de móveis, superfícies de madeira, ferro e outras mais.
Visualmente falando, esse é o tipo de jogo que nós jogamos nos perguntando: “pra quê tudo isso?”, tamanha a beleza e detalhismo da ilha como um todo. Vale a compra, nem que seja apenas pelo visual impressionante.

2-SOM

Sem dúvida, o maior mérito de Dead Island é no quesito de som. Não falo apenas da trilha, que é muito boa e me lembra filmes western da década de 60. Me refiro também aos efeitos sonoros em geral, como ataque, passos do protagonista, os diálogos dos npcs, e o principal: os grunhidos dos zumbis. Aqui, preciso entrar em um outro departamento, para explicar o porquê de Dead Island ter causado a impressão que causou em mim logo nos primeiros minutos de jogo.

Eu não consigo levar sustos com games. É fato. Mesmo jogando sozinho, trancado no meu quarto escuro, não consigo me impressionar fácil com os games que supostamente se prestam a essa tarefa de assustar o jogador. Em jogos como Resident Evil ou Silent Hill, sempre achei os elementos de terror mais engraçados que assustadores. Joguei jogos como Fatal Frame e não consegui levar um susto se quer. Alone in The Dark 4, por exemplo, eu jogava fazendo jus ao título que o game carrega: sozinho, no escuro (apenas a luz do PC), acompanhado por um tenebroso corredor que teimava em “olhar” para mim de vez em quando. Sou um pouco sangue frio com relação a isso. Confesso. Mas com Dead Island foi diferente.

É engraçado como um jogo que se passa (ao menos no começo) de dia consegue te deixar tão apreensivo. Pelo fato do primeiro capítulo do single player ter todo aquele clima de férias de verão em Acapuco, tive um pouco de dificuldade em me sentir ameaçado pela atmosfera praiana do game. Isso, até ser surpreendido pela primeira zumbi escandalosa que veio gritando de surpresa pelas minhas costas e me fez retribuir o grito na mesma proporção. Para ele eu tiro o chapéu, pois um game que consegue me dar um susto logo nos primeiros vinte minutos de jogatina merece ganhar um troféu de platina.
O som do vento; os seus próprios passos; gritos distantes de desespero; grunhidos ao seu redor e vindo de todos os lados; todos esses elementos sonoros conseguem causar uma atmosfera de suspense que eu não via há muito tempo nos jogos de videogame. E, meu Deus, como gritam os zumbis desse jogo. É algo impressionante (e assustador) a forma como os inimigos vêm correndo pra cima de você, rugindoe bufando de desespero e dor. Até quando já estão mortos eles gritam. Experimente chutar um cadáver e verá.
Diante desse festival de sons aterrorizantes, a nossa curiosidade em encontrar inimigos diferentes (assim como as tão desejadas armas de fogo) aumenta a cada minuto de jogo.

3-GAMEPLAY

Independente de todas as críticas que eu ouvi antes de decidir comprar o jogo, Dead Island é muito bom de se jogar. Em um dos reviews que li (ou foi um vídeo? Não me lembro), o analisador afirmava que, apesar dos seus defeitos, o jogo prezava muito pela exploração e busca por itens. E é a pura verdade. Vasculhar malas; carteiras; gavetas; armários; tudo isso aumenta a nossa vontade de sair por aí andando a esmo apenas para achar novas construções e localidades. Mas aí entra um problema que pode atrapalhar um pouco essa sensação de sandbox que o jogo oferece: o sistema de save.

Nesse jogo, não há o comando save. O jogo salva automaticamente em determinados pontos. Se você morrer (e pode apostar que isso vai acontecer logo no início da partida), você volta àquele ponto com todos os equipamentos e da mesmíssima forma como chegou. Se você sair do jogo, retornará à área principal do capítulo, com todos os itens dos cenários reiniciados, inclusive alguns inimigos que já tinham sido mortos (de novo) por você. Frustrante, poder explorar uma belíssima ilha paradisíaca sofrendo de crises de amnésia brava. Por outro lado, esse fator de tosqueira pré-memory card serve para aumentar ainda mais o clima de tensão e perigo com o qual o game cerca o jogador. Dificilmente você colocará o disco do game para uma "partidinha descompromissada".
Outra coisa muito interessante no jogo é a forma realista como o protagonista interage com os elementos do cenário. No controle de Logan, pela primeira vez em décadas jogando FPSs, tenho a real impressão de estar controlando uma pessoa que usa o esquema “um pé depois do outro” para caminhar, e não um personagem superleve feito de palha que parece se locomover sobre patins. Falando em pés, é possível visualizar os membros inferiores de Logan ao olhar para baixo (gostaria de deixar bem claro que quando falo membros, me refiro às pernas e pés), coisa que eu acho muito legal em jogos desse gênero (como no ótimo Mirror’s Edge).
Outra coisa que eu gostei, particularmente, foi o sistema de habilidades e evolução do personagem. Cada zumbi que você mata te dá uma quantidade de experiência. Isso elimina a velha matança sem sentido que é tão comum em jogos sobre apocalipse zumbi.
No jogo, as armas se desgastam. Muito razoável, pois desmembrar, esmagar ou decapitar um ser humano com um objeto e ainda querer que ele não sofra nenhum desgaste é pedir demais. Há quem reclame que as armas se “quebram” muito rápido. Eu, pessoalmente, não achei isso. Mesmo porque há a opção de reparar seus itens, pagando uma baixa quantia em dinheiro. E já que estou falando sobre armas, queria ressaltar (antes que eu me esqueça) como o combate de Dead Island é fluente, divertido e impactante. É muito bom decapitar os zumbis. Cortar seus braços ou simplesmente chutar seus traseiros apodrecidos até a (segunda) morte. Isso é essencial em um game que fala sobre sobreviver ao custo da “vida” de milhares de zumbis famintos.

Outro aspecto de gameplay muito bom nesse jogo é a sua dificuldade. Logo na primeira missão, aquela de recuperar o cartão eletrônico, eu me desviei do caminho e fui explorar para ser feliz. A bela ilha de Banoi me ensinou a dura lição de que passear acompanhado de uma multidão de zumbis enlouquecidos não é lá uma das idéias mais inteligentes que se pode ter. Se você ainda não jogou, não tem noção de como os zumbis desse jogo são rápidos e assustadores. O simples lamento vindo de um quartofechado já é o suficiente para fazer você pensar duas vezes e computar cada arma de seu inventário antes explorar uma nova localidade. Já na segunda missão, a de usar o cartão eletrônico, eu me vi em um terrível impasse diante da magnética e aterrorizante atmosfera do jogo: seguir com a missão ou me aventurar em uma convidativa estrada deserta que estava a minha esquerda? A visão de um zumbi do tipo Thug, ao longe, me fez decidir pela primeira opção.


CONCLUSÃO DAS PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Se você gosta de jogos com atmosfera imersiva, clima de tensão e dificuldade desafiadora, com certeza vai gostar muito de Dead Island. A exploração dos cenários é muito incentivada pelo próprio design do game, e você terá que se segurar para não sair por aí procurando sarna pra se coçar na ilha. O combate é muito brutal e dinâmico, te oferecendo tanta liberdade quanto o ato de sair por aí matando pessoas que já estão mortas pode te oferecer.
Dead Island é muito bem acabado, apesar de algumas falhas , como castelos de areia indestrutíveis e um ou outro objeto mais “tímido” em interagir com o jogador (heim, bola de praia?). Algumas coisas no jogo soam bem estranhas, como a fácil (e sem questionamentos) aceitação do protagonista em sair por aí roubando coisas alheias ou o porquê de todas as pessoas da ilha terem virados canibais insandecidos. Mas Dead Island não deixa de brilhar por causa desses meros detalhes, e cumpre as nossas expectativas de tirar férias em uma ilha infestada por zumbis.


Au Revoir!


21 comentários:

  1. Marcos A. S. Almeida21 de fevereiro de 2012 19:57

    Shadow, recomendo não alimentar a expectativa de achar armas de fogo tão cedo e em abundância;a ênfase do jogo é no combate com armas brancas e será assim até o final.E quando finalmente achar arma de fogo, economize para alguns inimigos especiais.Explorar é a palavra de ordem.Dito isso , quero dizer que é um jogo muito bom!O que mais me espanta nele e poucas pessoas - leia-se imprensa e blogs especializados - frisam isso, é a leveza do jogo com gráficos tão bons!Tenho uma configuração modesta de PC e mesmo assim joguei com gráficos no máximo!Belo trabalho o da Techland.De resto , tenho certeza que gostará do jogo.Você verá que nunca foi tão divertido atropelar zumbis!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. tô ansioso pra conseguir logo um carro. parei numa missão que trata justamente disso: levar uma mulher que estava presa numa cabana com o marido ferido, com o carro servindo de barricada contra os esfomeados.

      Excluir
  2. Opnião: Jogo totalmente focado em armas corpo-a-corpo, armas de fogo e a personagem Purna são descartáveis, digo isso pois cheguei muito longe no game (com a Purna) mas em um momento não senti mais vontade de joga-lo e também muito difícil achar jogadores on-line, não sei agora, mas no lançamento foi assim, jogava com amigos mas todos pararam e arquivaram o jogo. O jogo me decepcionou pois no primeiro trailer revelado imaginei que fosse um survivor horror, muitos chamam disso, mas o jogo é sim survivor mas horror não, susto só quando aqueles zumbis maratonistas te pegam, de restante é mais correr, chutar, bater. O jogo é simples, bom de se aventurar, pecaram nas armas, como a pistola que é grande demais na mão dos personagens. Enfim o jogo diverte mas eu esperava muito mais da techland, tanto é que o jogo fez bastante barulho mas pouco sucesso fora os diversos erros de lançamento (corrigidos 1 mes depois). Vale a pena? Tem jogos bem melhores na atualidade, quando lançou ficou apagado porém do gênero foi o único (se não me engano).

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. aí vai da opinião pessoal mesmo, Rodrigo. eu achei muito boa a atmosfera de sobrevivência e tensão de DI. mesmo se passando de manhã, o jogo consegue te deixar apreensivo a cada momento. vai me dizer que você nunca deu aquela "meia-volta" ao avistar um grupinho de zumbis que sabia que era encrenca enfrentar? quanto às armas de fogo, é esperar pra ver, mesmo porque o jogo se passa em uma ilha (usada mais pra férias e lazer), e não faria muito sentido o jogador topar com uma arma de fogo ou cartucho de balas a cada quiosque.

      Excluir
    2. A sim, quando via aquela multidão de zumbi ou jogava molotov, butijão de gás e explodia ou fugia sem pensar. Armas de fogo concordo que em uma ilha teria uma quantidade menor mesmo, o ruim é que a jogabilidade com elas é tosca e a guarda da ilha não sei onde foram parar, as vezes tem seguranças no hotel. O foco é corpo a corpo, maçarico, espada Katana elétrica é divertido. Eu esperava algo mais horror uma atmosfera mais ligada ao The Walking Dead, como eu queria encontrar uma Crossbow, não sei nem se tem no game, imagino que não. Manerei no Spoiler pois ainda está jogando.

      Shadow, avalia em fazer um post de um jogo que estou adorando, o Deus EX Human Revolution, este jogo me fez para com Reckoning, Battlefield e Mass Effect. É muito bom o game, e dificil demais. Caso ja tenha feito desconsidere, irei procurar.

      Excluir
    3. Rodrigo, valeu por manerar nos spoilers. quanto ao review do Deus ex, ainda não fiz e nem posso fazer, pelo simples fato de que ainda não joguei. ele tem fortes elementos de RPG? o clima de cyberpunk é palpável? vou esperar ele baixar um pouco de preço pra poder comprar. vou ver uns reviews antes, claro. também tô querendo manerar um pouco com o gasto em jogos. do fim do ano pra cá, gastei uma pequena fortuna para compensar os jogos que não pude comprar enquanto estava desempregado. mas agora que você recomendou, minha curiosidade a respeito do game aumentou. abraços.

      Excluir
  3. Elementos de RPG são bem fortes, suas decisões no jogo definem todo o futuro, ou seja, planta o que colhe. A criação de personagem é totalmente ao estilo Cyberpunk, caso conheça um estilo de RPG falecido algum tempo e do livro Cyberpunk, eu posso afirmar que todo clima do livro em questão está empregado no jogo, ou seja, cibernética total, upgrades desde aumento dos pulmões para ter mais folego nas corridas e imunidade a gases tóxicos, sistemas de visão para ver através de parede até ter força para destruir uma parede no murro, o jogo dá muitas armas nas mãos do jogador mas mesmo assim é muito desafiador. Caso jogue em plataforma PC peguei a edição Augmented por R$20,00, caso for console imagino que esteja uns R$80,00. Recomendo com certeza, claro, caso goste do estilo cyberpunk (Metal Gear é forte influência do jogo), ficção, tiro em primeira pessoa e estratégia. Também tem muita influência política e monetária na história do game. Sobre gasto com games também parei, comprar e não poder jogar (falta de tempo) é triste, mas estou muito balançado em adquirir Mass Effect 3 que sai dia 06 de março e a edição de colecionador do Diablo 3, porém, como sabe, edição de colecionador é muito cara e isso me desanima muito.

    ResponderExcluir
  4. valeu pelas dicas. infelizmente, só posso comprar a versão de PS3 (que está na faixa de R$150,00). o meu pc não roda nem paciência (é um notebook que comprei para estudar). daí dá pra ter uma noção. se gosto de cyberpunk? adoro todas as referências e ambientação. quando bem utilizadas, como em jogos do naipe de shadowrun,são coisa linda de se ver. o mass 3 eu ainda não vou comprar. tô jogando o 2 e preciso de tempo para aproveitá-lo sem pressa. como já comprei a maioria dos jogos que queria, vou dar uma bela parada nessa coisa de gastar muito dinheiro como jogos. no máximo, dois jogos por mês (se estiverem na promoção), e ainda é muito.

    ResponderExcluir
  5. O Neuromancer, de William Gibson, ainda não tive a oportunidade de ler. mas queria muito. pena que tô sem tempo pra nada.

    ResponderExcluir
  6. Shadow, gosto da idéia de jogos com essência Cyberpunk, mas muitas vezes é mal empregada, onde eu acho que esta aplicação ficou muito bem aplicada é no Fallout, um jogo que tem muitos elementos de Cyberpunk, e cai entre nós, é um jogo muito bom! Cara, foi meu primeiro jogo de PS3 quando havia comprado, foram horas e mais horas jogando ele, aquele ambiente de armas ultratech em um mundo destruido em que sua decisão realmente fazia diferença ficou muito bom, claro pontos a melhorar como combate. Enfim aguardo uma nova versão! Com engine melhor pois está muito utrapassada, 3 jogos com mesma engine velha (Oblivion, Fallout 3 e Skyrim) só melhorada é demais, Bethesda é fogo! Posso dizer que ja tive o prazer de aplicar juntamentea idéia do Shadowrun em um mundo de Ravenloft, nisto apliquei vários elementos de Ciberpunk como a tecnologia e na história principal foi usado suporte do livro iluminati, parece uma mistura mas caiu muito bem pois ravenloft é muito genérico, o foco dele é mais o terror mesmo. Neuromancer não conheço irei pesquisar.

    ResponderExcluir
  7. fallout 3 seria um ótimo jogo pra se jogar na compra de um novo console. comprei o ps3 em dez de 2009, e o fallout 3 em janeiro de 2010. ele é um dos meus jogos preferidos dessa geração e de todos os tempos. adoro vagar no mundo destruído e melancólico. impossível não lembrar de Shadowrun e da cagada que a microsoft fez com os direitos da série. Neuromancer é um livro de romance cyberpunk, de William gibson, um dos maiores escritores de cyberpunk. já vale pela capa.

    ResponderExcluir
  8. Ainda estou afim de pegar o GOTY dele, pois vem todas expansões menos a New Vegas, vale a pena? Quando joguei foi a versão normal não tinha DLC ainda.

    ResponderExcluir
  9. Rodrigo, New Vegas não é uma expansão, e sim um jogo TOTALMENTE diferente. aconselho você a jogar o Fallout 3 goty edition antes do New Vegas. Esse último tem uma excelente atmosfera de velho oeste e é mais RPG do que o 3. ele é mais difícil e tem elementos mais balanceados, mas não chega a substituir o ambiente de desolação que predomina no 3. mas não deixe de jogar nenhum dos dois. escolher entre esses dois games é como ter de escolher entre a sua namorada e a sua mãe. não dá, pois cada uma é insubstituível a sua maneira. se começar a jogar me avisa. tô preparando um review supremo de Fallout 3, que finalizarei assim que a o tempo me permitir.

    ResponderExcluir
  10. Opa, mas o New Vegas precisa do Fallout 3 nativo certo? Pois achei a promoção do New Vegas mais as DLC's por R$20,00 e fiquei agitado em compra-la. Do 3 eu joguei no lançamento nem tinha DLC, queria muito jogar a Mother Ship Zetta (acho que é isso) desde o momento que achei aquela pistola alienígena no meio do nada, cara quando vi aquela nave fiquei de boca aberta, que baita criatividade. Fico com receio dos gráficos estarem muito ultrapassados, se bem que deve ter MOD para melhorálos. Caso tenha visto, no site Finalboss fala sobre possível Fallout 4, estou animado com isto. Uma coisa, MOD é tão absurdo cara que voltei a jogar Skyrim depois de 4 MODS, 1 de craft arrow, 2 de melhora no efeito de luz em ambientes internos e externos pois isso tornou as tochas relamente necessárias ao desbravar uma caverna pois você encherga nada e 4 texturas em alta definição, simplesmente o jogo mudou muito com isso, voltei a jogar hoje.

    ResponderExcluir
  11. como eu disse Rodrigo, o new vegas é outro jogo. a menos que seja diferente no pc, não é necessário ter o 3 para jogá-lo. dois integrantes dos dois primeiros fallouts fazem parte da equipe do new vegas, por isso ele é mais estratégico e puxado para o rpg que o 3. só pra te dar um exemplo, sem spoiler: no new vegas não tem aquela mamata de pausar o game e recuperar todo o hp usando quantos stimpacks quiser. nesse jogo, o stimpack causa uma regeneração lenta (tipo, 5 de HP por segundo). as comidas servem para alguma coisa, assim como a água e o sono. muito bom esse jogo. tô esperando a versão ultimate (que já vem com todos os dlcs) baixar de preço pra comprar.
    quanto aos gráficos do 3, acho que vc devia desencanar e aceitá-lo como ele é (claro que se tiver um mod que melhore o visual, pq não usar?). quando eu comecei a jogá-lo, já tinha visto jogo muito mais bonito no ps3 (como RE 5, Bioshock e Deadspace), mas nem por isso a experiência com o jogo foi prejudicada. a mothership zeta é meio superficial, mas é engraçada pra caramba.
    a questão da luz no Skyrim eu gostei. o oblivion era muito escuro, e vc dependia demais de tocha e magia de claridão (essa palavra existe?). aconselho a comprar o new vegas. esse jogo, além de ser muito bom, é um redescobrimento da atual série fallout.

    ResponderExcluir
  12. Rodrigo, não achei sobre o Fallout 4. tem como vc me passar a URL?

    ResponderExcluir
  13. Nossa cara, sempre imaginei que o New Vegas precisava do 3, caramba que "viagem" a minha. Não havia pego pois tinha vendido o Fallout 3, cheguei até a ir em um evento que teve da Obsidian e peguei alguns apoios de copo do New Vegas. O preço dele subiu de novo da edição com todas as expansões, na STEAM voltou para R$80,00 *(caro demais) e o Fallout 3 GOTY R$40,00. Pesquisar na Amazon e ver como está lá, vendo boa oportunidade irei comprar. Sobre luz cara, poxa eu sempre fiquei surpreso como um jogo tem tocha e ela é tão inútil rsrs, nunca usei da primeira vez que joguei, agora está tudo diferente, sem tocha parece que meu monitor está literalmente desligado, não vê simplesmente nada. A pouco entrei em uma catacumba e estava sem tocha, ai fui batendo nas laterais e descendo acompanhando a luz tênue de algumas velas, no fim fui cercado de Draugs e morri -.-.

    Sobre a URL está aqui, a primeira é de um site que não gosto mas falou sobre possível Fallout 4 e o outro eu sempre acompanho e fala também desta possibilidade.
    http://www.gamevicio.com/i/noticias/114/114964-fallout-4-a-caminho-e-possivel-enredo-escondido-talvez/index.html

    http://www.finalboss.com/fb5/ctu.asp?t=2&cid=74240

    A Eurogamer também falou em uma pequena frase a vinda do Fallout 4 para a nova geração que final do ano aparece, pelo menos o XBOX novo.

    ResponderExcluir
  14. Pergunta Shadow, em um dos seus Post's cita que tem um PSP, nos dias de hoje, com Vita ai, 3DS e outros, vale a pena ter um PSP? Pensei em pegar um para minha noiva.

    ResponderExcluir
  15. Obrigado pelas urls. sobre o psp, depende. se a sua noiva for uma geek que adora ter o aparelho mais moderno disponível, talvez não seja uma boa ideia. se ela for uma jogadora hardcore que não se importa com gráficos, com certeza ela vai gostar de receber um presente desses. ela pretende comprar jogos originais ou tapa-olho?

    ResponderExcluir
  16. Então cara, ela joga qualquer coisa, e fiquei entre dar um 3DS ou PSP pois o Vita está um assalto, e sabe como é, novos consoles sempre apresentam problemas e exigem melhorias e fico besta não vier com suporte 3G da qual sony disse que não funcionaria no nosso territorio (mas aguardo alguns meses e comprarei um para mim), enfim 3DS é mais novo e esta R$500,00 no ML, porém jogos voltados a plúblico mais infantil (tenho DSI e sinceramente é péssimo) ressalva para poucos como Monster Hunter e Residente da qual é muito bom, fora os jogos que ainda estão bem carinhos, e ele está mesmo preço do PSP 3000 Desbloqueado, sou sincero e até hipócrita em dizer que não gosto dos jogos "tapa-olho" tanto que meu PC e PS3 só originais, mas não sei se é viavel ter originais em PSP, tanto que alguns jogos que pesquisei nem tem mais o UMD para vender como LBP e outros. PSP penso mais para ela poder jogar os GoW, Metal gear, LBP, aquele de corrida estilo LBP e outros, e de quebra tem acesso a internet, ver vídeos e tal. É uma boa né?

    ResponderExcluir
  17. se ela não curte jogos infantis, com certeza a melhor escolha é o PSP. vale a pena sim.

    ResponderExcluir

SE FOR SPAM, DESISTA. NÃO PASSARÁ PELA MODERAÇÃO.
Pra comentar é preciso ser membro do blog. Culpe os spammers, não a mim...