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sábado, 4 de abril de 2015

JOGO DO BATIMA CUSTANDO "APENAS" O SEU RIM ESQUERDO


Eu sempre bato nessa mesma tecla desde que fundei o blog: jogos são produtos e devem ser tratados como tal. Bem, se os leitores do blog não levaram o meu conselho a sério, pelo menos as empresas de games parecem estar considerando a parte "produtos" dessa frase como uma verdadeira filosofia de vida.
E fica a dica: cuidado com seus órgãos vitais negociáveis no mercado negro de transplantes, pois o lançamento de Batman Arkham Knight está se aproximando...



Au Revoir!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

ENTROU NA CHUVA, É PRA CONGELAR

O pior inimigo do mundo fictício de Skyrm atacou novamente. E, engana-se quem pensa que estou me referindo a Alduin, o dragão-rei de fome voraz. O inimigo, nesse caso, é a própria Bethesda Softworks.
Ontem, ao ligar o PS3 para mais uma perambulação no continente gelado, me deparei com um update para o game. Até aí, nada de mais, tendo em vista que já foram uns três ou quatro desde o lançamento do jogo, em novembro de 2011. Depois de um (medianamente) rápido download, estava eu pronto para jogar. Ao pisar nas rasas águas de Windhelm, o choque: Skyrim travou. Como não travava desde o primeiro dia que comecei a jogá-lo. Algumas tentativas mais tarde e eu tive certeza da causa do problema: a “tão aguardada” (por quem?!) versão 1.5 do update, que vinha sendo preparada há um bom tempo pela equipe responsável pelo jogo. Uma rápida pesquisa de internet e minhas suspeitas foram confirmadas pelo relato de vários outros jogadores (teve até um desafortunado que se queixava de não ser “visitado” por dragões há semanas). E o pior: não se trata de um caso isolado, que possa a vir a acontecer vez ou outra. Se você instalou o famigerado update, TODA vez que entrar em qualquer parte com água, o jogo travará. Eu constatei isso da pior forma. Esse travamento obriga o jogador a reiniciar o console da forma mais estúpida e abrupta possível.
Dentre as promessas do patch, novos ângulos de câmera para finalizações; novos movimentos de finalização e um novo ângulo para projéteis e magias. Mas, será que vale a pena?
Segundo a própria Bethesda, deletar o conteúdo instalado do game e reinstalá-lo é certeza de resolver o problema.
Todo esse ocorrido, mais uma vez, depende do seu modo de enxergar as coisas.
A Bethesda é uma das empresas que mais vem se preocupando, aparentemente, em corrigir falhas de seus produtos por meio de pacthes de correção, prática essa que julguei eu ser imperativa entre as desenvolvedoras da atual geração, dados os recursos online que (quase) todos os consoles dispõem. É uma pena que, nesse caso, ela esteja dando um passo pra frente e dois para trás.
Como citei no início do post, vários patches foram lançados para Skyrim desde novembro. Eu mesmo já perdi a conta de quantas vezes baixei atualizações para esse jogo. Algumas não fizeram a mínima diferença. Já outras, de fato, conseguiram consertar problemas como baixa qualidade de texturas e visual geral do game, algo que eu nem esperava que fosse alcançado.
Talvez, a melhor forma de jogar Skyrim seja fazendo logout da sua conta na PSN e curtindo o jogo da forma como os idealizadores planejaram desde o começo: totalmente offline, apenas você e suas andanças no solitário continente gelado de Tamriel.
Enquanto escrevia esse texto, deletei o meu conteúdo salvo do jogo e reiniciei a instalação do game, assim como foi recomendado pela empresa. Eu espero obter êxito na cura do “complexo de Cascão” que se abateu sobre meu modesto Dragonborn Khajiit, e rezo para que nenhuma outra síndrome atrapalhe as minhas desventuras com o jogo daqui pra frente.

NOTA QUE PRECISA SER DITA: deixa de ser safada e aprenda a fazer as coisas direito pra variar, Bethesda Softworks.

NOTA QUE PRECISA SER DITA 2: a informação que você deve deletar é a do update, não a do game. Eu testei e isso realmente resolveu o problema. Assim espero.

Au Revoir!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

UNCHARTED 3: FÃS VISITAM NAUGHTY DOG PARA APONTAR ERROS NO GAME


UMA NOVA ERA À VISTA?


A notícia acima foi extraída do site de entretenimento Omelete.com.br. Aqui está o link para quem quiser conferi-la na íntegra (http://omelete.uol.com.br/uncharted/games/uncharted-3-fas-visitam-naughty-dog-para-apontar-erros-no-game/).
O que eu gostaria de acrescentar é que essa é uma atitude louvável partindo de uma indústria cheia de profissionais que, muitas vezes, se autorrotulam gênios ou deuses.

Jogos são produtos, e como tais correm todos os riscos de saírem com algum defeito. Mas a meu ver, o consumidor de games é o único que (apesar de ser bastante exigente e seletivo) aceita levar produtos defeituosos para casa.
 Títulos de lançamento que travam depois de dez minutos; arquivos de save que se corrompem sem nenhuma explicação; texturas que simplesmente desaparecem se o jogo for instalado no disco rígido; jogos lançados incompletos e já necessitando de correções para rodar perfeitamente. Tudo é perdoável diante do fanatismo e do hype exagerado.

ÀS VEZES, NEM TUDO DÁ CERTO NO BELO MUNDO DE UNCHARTED


E em plena geração dos consoles super-poderosos, dotados de recursos como HD nativo e download de patches de correção, eu confesso que não esperava tantos problemas sem solução nessa parte técnica propriamente dita. Não que seja o caso do Uncharted 3.

De acordo com a notícia, o game ficou sujeito a período de testes na empresa, onde não foram registradas muitas queixas por parte dos beta testers.
As queixas partiram dos consumidores mesmo, depois de testarem e não aprovarem o resultado final das mudanças no sistema de mira do game.

Terminei o Uncharted 2 mais pela sua inegável qualidade técnica e história do que pelo game em si, visto que não sou muito fã de jogos de ação pura.
Minha experiência com os problemas de jogabilidade do game até que foi tranqüila, apesar de admitir que não fui lá muito com a cara de Nathan Drake e seus movimentos desajeitados estilo Drunken Fist.
Já algumas pessoas, como meu irmão por exemplo, acharam a jogabilidade de Uncharted 2 totalmente execrável e não conseguem entender “como um jogo com um controle desses pôde ser lançado no mercado”.

É, NATE. NÃO DEU OUVIDOS AOS CONSUMIDORES...AGORA NÃO ADIANTA FAZER ESSA CARA


Acho que essas questões de jogabilidade vão da habilidade particular de cada um (dependendo do caso, é claro), mas a atitude da Naughty Dog, de levar em consideração a opinião de quem mais importa, deveria virar uma tendência daqui pra frente e servir de exemplo para todas as empresas que querem lucrar no mercado lançando produtos de boa qualidade, que atendem às expectativas de seu público-alvo.

Um pouco de humildade e cautela são sempre bem-vindos quando se vende algo a seres humanos, e não a zumbis desprovidos de vontade própria que compram qualquer coisa que tenha a palavra Fantasy, GTA ou Gear no título.

Au Revoir!